http://mulher.sapo.pt/moda-beleza/corpo-estetica/primeiras-rugas-1152616.html
Primeiras rugas
Os melhores ingredientes que as previnem
É entre os 30 e os 40 anos que os primeiros sinais de envelhecimento se tornam evidentes.
As primeiras rugas ou rugas de expressão notam-se quando o rosto está em movimento e desaparecem em repouso.
Ainda assim, convém cuidar delas para que não se tornem demasiado visíveis nem se acentuem demasiado com o passar do tempo. Dizemos-lhe como travar esse processo.
As rugas de expressão são o primeiro indício de que o envelhecimento está a chegar e, tal como explica a dermatologista Filipa Diamantino, manifesta-se com «linhas paralelas ao sulco nasolabial, cantos da boca, canto externo dos olhos e iminências malares». Mas nem só de rugas vive o envelhecimento.
Este tem outros sinais associados, como a alteração na homogeneidade do tom e grão da pele. «Infelizmente, o envelhecimento cutâneo é um processo progressivo e irreversível mas os cuidados adequados iniciados numa idade precoce atenuam os seus sinais», esclarece a dermatologista.
Quais as causas?
De acordo com Filipa Diamantino, podem considerar-se três tipos de envelhecimento:
- Inato (intrínseco)
De causa genética, é difuso, progressivo e inevitável. A atrofia da pele com redução da sua espessura constitui a alteração mais evidente e explica a fácil formação de “pregas”. Outra característica é o amarelecimento da pele, acompanhado de secura e aspereza devido à redução estrutural e funcional das glândulas sebáceas e sudoríparas.
- Fotoenvelhecimento (extrínseco)
É determinado pela acção da radiação solar e está limitado às áreas fotoexpostas (face, decote e mãos). É responsável por 90% das alterações do envelhecimento.
- Outros factores
Alterações hormonais, doenças gerais, poluição, tabagismo, acções agressivas crónicas sobre a pele, erros nutricionais, reduzida prática de exercício físico, horas insuficientes de sono e/ou ainda stress na vida diária.
Com bons hábitos se prolonga a juventude
Quais são, afinal, os cuidados que protelam o aparecimento dos primeiros sinais de envelhecimento? Segundo Filipa Diamantino, «entre as terapêuticas tópicas, merecem destaque os produtos cosméticos ou os, muito em voga, cosmecêuticos», refere. «Nestes foram incluídas substâncias activas – por vezes comuns aos fármacos, embora em concentrações reduzidas, que alegadamente actuam beneficamente sobre a estrutura e funções da pele», sublinha ainda.
Para fugir às rugas por mais alguns anos, utilize-os na sua rotina diária de beleza, que deve incluir:
- Limpeza matinal e nocturna
Adeqúe os produtos ao seu tipo de pele, tendo em conta se é de tendência seborreica, seca ou sensível. Os detergentes sintéticos e as loções micelares têm, geralmente, um efeito menos agressivo do que os sabonetes vulgares.
- Hidratação matinal
Em idades jovens, a aplicação de um creme hidratante mantém o conteúdo hídrico da pele, importante para que permaneça macia, luminosa e flexível.
- Cuidados nocturnos
À noite, altura em que as células se reparam e renovam, é o momento ideal para aplicar produtos que contenham na sua composição substâncias que combatam os sinais de envelhecimento.
- Fotoprotecção
Evite a exposição solar entre as 11 e as 16 horas e use vestuário protector. Recorra a produtos fotoprotectores (FPS superior a 15), diária e regularmente.
No caso das rugas já instaladas, segundo Filipa Diamantibo, «devem associar-se aos cuidados diários, tratamentos como os peelings químicos, preenchimentos cutâneos com fillers, toxina botulínica, mesoterapia de rejuvenescimento ou resurfacing, popularizado através do uso de lasers fraccionados. Cada uma destas técnicas tem a sua indicação precisa e deve ser realizada apenas por médicos com vasta experiência nesta área.
Que ingredientes procurar?
Conheça as substâncias com interesse na prevenção das rugas que deve procurar usar regularmente para atrasar o envelhecimento cutâneo:
Retinóides
Antioxidantes, fazem uma esfoliação superficial, aumentam a síntese de colagénio e promovem a perda de pigmentos. Melhoram a textura cutânea, atenuam a visibilidade de pequenas rugas, aumentam a firmeza cutânea e uniformizam a tez.
Vitamina C
Antioxidante, regula a síntese de colagéno e reduz a hiperpigmentação.
Vitamina E
Potencia a acção dos fotoprotectores, principalmente quando associada à vitamina C.
Ácido hialurónico
Estimula a síntese de colagénio e elastina.
Coenzima Q10
É um inibidor potente dos radicais livres.
Resveratrol
Tem uma actividade inibidora da lipoperoxidação.
DMAE (dimetilaminoetanol)
Tem uma acção anti-radicais livres e refirmante.
Hexapéptidos
Diminuem a contracção da musculatura facial, com consequente efeito lifting e melhoria significativa das rugas.
Hidroxiácidos
Fazem uma esfoliação ligeira, alisando e homogeneizando o grão e tom de pele.
Estes estimulam a síntese de colagénio e elastina.
Texto: Madalena Alçada Baptista com Filipa Diamantino (médica interna de Dermatologia)
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Manutenção da coloração - Conheça as melhores formas de manter a cor dos cabelos pintados
http://mulher.sapo.pt/moda-beleza/cabelo-maquilhagem/manutencao-da-coloracao-1155410.html
Manutenção da coloração
Conheça as melhores formas de manter a cor dos cabelos pintados.
Pintar o cabelo é uma forma de mudar de visual. Contudo, assegurar que as cores que escolhemos permanecem inalteráveis ao longo do tempo, é muitas vezes um desafio. É necessário existirem uma série de cuidados, para que a cor não perca vida e se mantenha sempre vibrante.
Existe a percepção geral de que o Sol é o principal responsável pela progressiva perda de vivacidade da cor do cabelo pintado. Apesar da exposição solar poder provocar a descoloração mais rápida do cabelo pintado, o maior “culpado” é sem dúvida a água, que faz com que o cabelo pintado perca a sua cor inicial com as lavagens frequentes a que é submetido.
Recomendações
Desta forma, todas as pessoas que pintam o cabelo, fazem madeixas ou nuances, necessitam de produtos que, simultaneamente, cuidem e preservem a cor do cabelo. Assim, aqui seguem alguns conselhos para preservar a cor dos cabelos pintados, mantendo-os hidratados, saudáveis e bonitos por mais tempo:
- Escolha um bom champô e condicionador e, em complemento, escolha ainda uma boa máscara.
- Opte por linhas revitalizantes, que são sempre uma uma excelente opção para conseguir uma cor vibrante.
- Opte ainda por produtos que possuam tecnologias avançadas de manutenção da cor, baseadas em polímeros que preservam as moléculas de cor dos cabelos pintados, até 40 lavagens.
- As fórmulas de qualidade profissional, presentes nos champôs, nos condicionadores e nas máscaras revitalizantes para cabelos pintados, enriquecidas com alecrim, girassol e extractos de chá verde, ajudam a manter o cabelo hidratado e proporcionam-lhe um brilho radiante.
Na hora de optar
Champô: Deve limpar delicadamente o cabelo da sujidade e da oleosidade, ajudando a prepará-lo para optimizar a retenção da cor, ao mesmo tempo que ajuda a adicionar brilho.
Condicionador: Deve ajudar a selar as cutículas do cabelo depois do champô e a preservar as partículas da cor, de forma a ajudar a travar a perda de cor. Restitui a hidratação ao cabelo, desembaraçando-o, deixando-o macio, mais solto e vibrante.
Máscara Intensiva: Deve optar por fórmulas enriquecidas com vitaminas e uma combinação de ingredientes condicionadores, de modo a proporcionar uma hidratação e uma força extra ao cabelo pintado. O cabelo fica mais macio e com uma cor vibrante.
Agradecimentos: Tresemmé
Manutenção da coloração
Conheça as melhores formas de manter a cor dos cabelos pintados.
Pintar o cabelo é uma forma de mudar de visual. Contudo, assegurar que as cores que escolhemos permanecem inalteráveis ao longo do tempo, é muitas vezes um desafio. É necessário existirem uma série de cuidados, para que a cor não perca vida e se mantenha sempre vibrante.
Existe a percepção geral de que o Sol é o principal responsável pela progressiva perda de vivacidade da cor do cabelo pintado. Apesar da exposição solar poder provocar a descoloração mais rápida do cabelo pintado, o maior “culpado” é sem dúvida a água, que faz com que o cabelo pintado perca a sua cor inicial com as lavagens frequentes a que é submetido.
Recomendações
Desta forma, todas as pessoas que pintam o cabelo, fazem madeixas ou nuances, necessitam de produtos que, simultaneamente, cuidem e preservem a cor do cabelo. Assim, aqui seguem alguns conselhos para preservar a cor dos cabelos pintados, mantendo-os hidratados, saudáveis e bonitos por mais tempo:
- Escolha um bom champô e condicionador e, em complemento, escolha ainda uma boa máscara.
- Opte por linhas revitalizantes, que são sempre uma uma excelente opção para conseguir uma cor vibrante.
- Opte ainda por produtos que possuam tecnologias avançadas de manutenção da cor, baseadas em polímeros que preservam as moléculas de cor dos cabelos pintados, até 40 lavagens.
- As fórmulas de qualidade profissional, presentes nos champôs, nos condicionadores e nas máscaras revitalizantes para cabelos pintados, enriquecidas com alecrim, girassol e extractos de chá verde, ajudam a manter o cabelo hidratado e proporcionam-lhe um brilho radiante.
Na hora de optar
Champô: Deve limpar delicadamente o cabelo da sujidade e da oleosidade, ajudando a prepará-lo para optimizar a retenção da cor, ao mesmo tempo que ajuda a adicionar brilho.
Condicionador: Deve ajudar a selar as cutículas do cabelo depois do champô e a preservar as partículas da cor, de forma a ajudar a travar a perda de cor. Restitui a hidratação ao cabelo, desembaraçando-o, deixando-o macio, mais solto e vibrante.
Máscara Intensiva: Deve optar por fórmulas enriquecidas com vitaminas e uma combinação de ingredientes condicionadores, de modo a proporcionar uma hidratação e uma força extra ao cabelo pintado. O cabelo fica mais macio e com uma cor vibrante.
Agradecimentos: Tresemmé
Guia fácil para ganhar energia - Siga os conselhos de um especialista em nutrição
http://saude.sapo.pt/peso-nutricao/nutricao/artigos-gerais/guia-facil-para-ganhar-energia.html
Guia fácil para ganhar energia
Siga os conselhos de um especialista em nutrição
O combustível que o nosso organismo usa para funcionar é obtido através dos alimentos. Assim, se tivermos uma vida activa, precisamos de comer mais; se formos sedentários, precisamos de comer menos.
Até aqui, tudo parece lógico, mas tenha atenção pois nem todos os alimentos proporcionam energia de primeira qualidade. Existem uns com gorduras boas e outros com más (como os ácidos gordos trans), os que têm proteínas completas (com todos os aminoácidos essenciais)...
Para além disso, os alimentos interagem entre si: os nutrientes de uns complementam os de outros ou ajudam a uma melhor assimilação.
Nestas páginas constatamos que facultar energia ao organismo não é apenas uma questão de calorias... É muitíssimo mais!
Para começar, conhece os tipos de alimentos?
Os alimentos têm vários nutrientes na sua composição, apesar de ser habitual serem divididos em três grupos: proteínas, gorduras e hidratos de carbono – que são os macronutrientes. Mas para que as suas calorias sejam utilizadas pelo organismo costumam precisar de outros micronutrientes (vitaminas e minerais).
Já estão identificados os valores mínimos de quase todos os nutrientes que devemos ingerir para que tudo funcione bem. Dependem da idade, do sexo, da actividade... e há algumas diferenças segundo a entidade que estabelece as recomendações.
Em Portugal, e de acordo com Miguel Rego, nutricionista e colaborador da Plataforma de Combate à Obesidade da Direcção Geral de Saúde, «o guia de referência são as Recomendações para a Educação Alimentar da População Portuguesa, do Conselho Nacional de Alimentação e Nutrição, bem como as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) Diet, Nutrition and the Prevention of Chronic Diseases».
Para além disso, alguns valores são constantemente alvo de debate. «Um destes casos é o da vitamina C: as recomendações apontam uma ingestão diária de 75 mg para mulheres saudáveis, embora alguns autores achem que se deve triplicar este valor. No entanto, o limite máximo diário recomendado são 2000 mg», explica o nutricionista.
Dissemos que se conhecem doses mínimas de quase todos os nutrientes. Este «quase» significa que dos hidratos de carbono e das gorduras essenciais não há doses mínimas consensuais.
Como obtemos energia dos alimentos?
Quando começamos a comer, ou mesmo antes, quando sentimos o cheiro de um prato aromático, que é quando salivamos, as enzimas digestivas da boca (das glândulas salivares) são segregadas.
Os hidratos de carbono (frutas, cereais, algumas verduras...) transformam-se numa polpa, enquanto que para as proteínas também são necessárias umas enzimas do estômago, mais potentes. Mastigar bem é importante para que as enzimas actuem eficazmente, facilitando todo o longo processo digestivo.
Ao chegar ao estômago, este segrega enzimas digestivas e ácido clorídrico. O tabaco, o álcool em excesso e o stress interferem na capacidade de segregar este ácido defensivo dos parasitas e não só.
As enzimas digestivas começam a precisar de micronutrientes para assimilar os alimentos: por exemplo, uma enzima que trabalha sobre as proteínas, a pepsina, precisa de vitamina B6; por outro lado, a vitamina B12 é essencial para libertar energia no processo.
É no intestino delgado que se produz a maior parte da absorção de nutrientes através de outras enzimas que se segregam nesta zona. «As vilosidades do intestino, bem como as defesas do nosso sistema imunitário que aí se localizam, também evitam que, ao absorver nutrientes, os elementos “prejudiciais” e estranhos entrem na corrente sanguínea», adianta Miguel Rego.
O que é que estraga este equilíbrio?
Ingerir demasiado açúcar, álcool ou tabaco, porque estas substâncias facilitam a entrada de toxinas, dando origem à contaminação. Sintomas desta «permeabilidade» são as cefaleias, problemas cutâneos, dores nos ossos... ou falta de energia.
Na zona final do intestino delgado é onde se absorvem as vitaminas hidrossolúveis (as B, por exemplo), o colesterol e alguns aminoácidos essenciais.
Chegamos ao intestino grosso: este vai mover-se para facilitar a evacuação de dejectos, pelo que necessita de muito magnésio e cálcio (presentes em cereais ricos em fibra e nos lacticínios, respectivamente), que reforçam a capacidade de contracção dos músculos.
A prisão de ventre faz muito mal quando é crónica porque os resíduos que deveriam ser eliminados permanecem por longos períodos no organismo, podendo estar na origem de outras complicações, como as hemorróidas.
Por outro lado, quando os nutrientes, através do sangue, chegam às células, transformam-se em energia nas mitocôndrias, um organelo das células que usa os constituintes dos alimentos para produzir energia para o corpo.
«Se praticarmos regularmente exercício físico, as células, particularmente as musculares, têm mais mitocôndrias a funcionar porque precisam de mais energia», remata o especialista em Nutrição.
Há alimentos bons... e menos bons
Pode dizer-se que não há alimentos maus por si só. Em certas ocasiões, ao tentarmos evitar o consumo de um alimento que avaliamos negativamente no que diz respeito à saúde, controlo de peso, controlo de colesterol, etc., obtemos uma ingestão de nutrientes insuficiente ou uma alimentação final que acaba por prejudicar a nossa saúde e dar lugar a patologias mais graves ou, inclusive, relacionadas com o problema que nos preocupava inicialmente.
O problema da nossa alimentação actualmente é que introduzimos alimentos processados e modificados que, em excesso, não são benéficos porque escondem nutrientes que devem ser ingeridos com moderação, como as gorduras saturadas, os ácidos gordos trans (que devem ser eliminadas por completo) ou os açúcares simples.
Água, elemento vital e imprescindível
Chega a alcançar entre 60% a 70% do peso corporal total. É considerada um nutriente porque é fundamental para o equilíbrio do organismo. Possibilita o transporte de nutrientes, vitaminas, minerais e oligoelementos para as células.
Através da sua evaporação (transpiração, por exemplo), garante a regulação térmica. Para além disso, participa, mediante a formação da urina, na eliminação das impurezas pelos rins e favorece a hidratação da pele, mantendo-a mais saudável e resistente ao efeito nocivo dos radicais livres. Beba nos dias de calor, no mínimo, dois litros por dia.
A dieta mediterrânica é considerada um dos modelos alimentares mais saudáveis. Baseia-se na ingestão de cereais, gorduras benéficas e muitas frutas e verduras. Para adoptá-la, tome nota das seguintes proporções:
A responsabilidade editorial desta informação é da revista "Prevenir"
Guia fácil para ganhar energia
Siga os conselhos de um especialista em nutrição
O combustível que o nosso organismo usa para funcionar é obtido através dos alimentos. Assim, se tivermos uma vida activa, precisamos de comer mais; se formos sedentários, precisamos de comer menos.
Até aqui, tudo parece lógico, mas tenha atenção pois nem todos os alimentos proporcionam energia de primeira qualidade. Existem uns com gorduras boas e outros com más (como os ácidos gordos trans), os que têm proteínas completas (com todos os aminoácidos essenciais)...
Para além disso, os alimentos interagem entre si: os nutrientes de uns complementam os de outros ou ajudam a uma melhor assimilação.
Nestas páginas constatamos que facultar energia ao organismo não é apenas uma questão de calorias... É muitíssimo mais!
Para começar, conhece os tipos de alimentos?
Os alimentos têm vários nutrientes na sua composição, apesar de ser habitual serem divididos em três grupos: proteínas, gorduras e hidratos de carbono – que são os macronutrientes. Mas para que as suas calorias sejam utilizadas pelo organismo costumam precisar de outros micronutrientes (vitaminas e minerais).
Já estão identificados os valores mínimos de quase todos os nutrientes que devemos ingerir para que tudo funcione bem. Dependem da idade, do sexo, da actividade... e há algumas diferenças segundo a entidade que estabelece as recomendações.
Em Portugal, e de acordo com Miguel Rego, nutricionista e colaborador da Plataforma de Combate à Obesidade da Direcção Geral de Saúde, «o guia de referência são as Recomendações para a Educação Alimentar da População Portuguesa, do Conselho Nacional de Alimentação e Nutrição, bem como as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) Diet, Nutrition and the Prevention of Chronic Diseases».
Para além disso, alguns valores são constantemente alvo de debate. «Um destes casos é o da vitamina C: as recomendações apontam uma ingestão diária de 75 mg para mulheres saudáveis, embora alguns autores achem que se deve triplicar este valor. No entanto, o limite máximo diário recomendado são 2000 mg», explica o nutricionista.
Dissemos que se conhecem doses mínimas de quase todos os nutrientes. Este «quase» significa que dos hidratos de carbono e das gorduras essenciais não há doses mínimas consensuais.
Como obtemos energia dos alimentos?
Quando começamos a comer, ou mesmo antes, quando sentimos o cheiro de um prato aromático, que é quando salivamos, as enzimas digestivas da boca (das glândulas salivares) são segregadas.
Os hidratos de carbono (frutas, cereais, algumas verduras...) transformam-se numa polpa, enquanto que para as proteínas também são necessárias umas enzimas do estômago, mais potentes. Mastigar bem é importante para que as enzimas actuem eficazmente, facilitando todo o longo processo digestivo.
Ao chegar ao estômago, este segrega enzimas digestivas e ácido clorídrico. O tabaco, o álcool em excesso e o stress interferem na capacidade de segregar este ácido defensivo dos parasitas e não só.
As enzimas digestivas começam a precisar de micronutrientes para assimilar os alimentos: por exemplo, uma enzima que trabalha sobre as proteínas, a pepsina, precisa de vitamina B6; por outro lado, a vitamina B12 é essencial para libertar energia no processo.
É no intestino delgado que se produz a maior parte da absorção de nutrientes através de outras enzimas que se segregam nesta zona. «As vilosidades do intestino, bem como as defesas do nosso sistema imunitário que aí se localizam, também evitam que, ao absorver nutrientes, os elementos “prejudiciais” e estranhos entrem na corrente sanguínea», adianta Miguel Rego.
O que é que estraga este equilíbrio?
Ingerir demasiado açúcar, álcool ou tabaco, porque estas substâncias facilitam a entrada de toxinas, dando origem à contaminação. Sintomas desta «permeabilidade» são as cefaleias, problemas cutâneos, dores nos ossos... ou falta de energia.
Na zona final do intestino delgado é onde se absorvem as vitaminas hidrossolúveis (as B, por exemplo), o colesterol e alguns aminoácidos essenciais.
Chegamos ao intestino grosso: este vai mover-se para facilitar a evacuação de dejectos, pelo que necessita de muito magnésio e cálcio (presentes em cereais ricos em fibra e nos lacticínios, respectivamente), que reforçam a capacidade de contracção dos músculos.
A prisão de ventre faz muito mal quando é crónica porque os resíduos que deveriam ser eliminados permanecem por longos períodos no organismo, podendo estar na origem de outras complicações, como as hemorróidas.
Por outro lado, quando os nutrientes, através do sangue, chegam às células, transformam-se em energia nas mitocôndrias, um organelo das células que usa os constituintes dos alimentos para produzir energia para o corpo.
«Se praticarmos regularmente exercício físico, as células, particularmente as musculares, têm mais mitocôndrias a funcionar porque precisam de mais energia», remata o especialista em Nutrição.
Há alimentos bons... e menos bons
Pode dizer-se que não há alimentos maus por si só. Em certas ocasiões, ao tentarmos evitar o consumo de um alimento que avaliamos negativamente no que diz respeito à saúde, controlo de peso, controlo de colesterol, etc., obtemos uma ingestão de nutrientes insuficiente ou uma alimentação final que acaba por prejudicar a nossa saúde e dar lugar a patologias mais graves ou, inclusive, relacionadas com o problema que nos preocupava inicialmente.
O problema da nossa alimentação actualmente é que introduzimos alimentos processados e modificados que, em excesso, não são benéficos porque escondem nutrientes que devem ser ingeridos com moderação, como as gorduras saturadas, os ácidos gordos trans (que devem ser eliminadas por completo) ou os açúcares simples.
Água, elemento vital e imprescindível
Chega a alcançar entre 60% a 70% do peso corporal total. É considerada um nutriente porque é fundamental para o equilíbrio do organismo. Possibilita o transporte de nutrientes, vitaminas, minerais e oligoelementos para as células.
Através da sua evaporação (transpiração, por exemplo), garante a regulação térmica. Para além disso, participa, mediante a formação da urina, na eliminação das impurezas pelos rins e favorece a hidratação da pele, mantendo-a mais saudável e resistente ao efeito nocivo dos radicais livres. Beba nos dias de calor, no mínimo, dois litros por dia.
A dieta mediterrânica é considerada um dos modelos alimentares mais saudáveis. Baseia-se na ingestão de cereais, gorduras benéficas e muitas frutas e verduras. Para adoptá-la, tome nota das seguintes proporções:
- Pão, cereais, arroz, massa e tubérculos: cinco porções (60 g) diárias.
- Fruta duras: duas a três porções diárias de 100 g cada uma.
- Verduras: duas porções diárias de 125 g cada uma.
- Lacticínios e derivado: duas a três porções de 200 g cada.
- Carnes, peixes, ovos e leguminosas: duas a três porções diárias de 100 g.
- Doces: só ocasionalmente.
A responsabilidade editorial desta informação é da revista "Prevenir"
As vitaminas de que a sua pele precisa - Saiba quais são e onde as pode encontrar
http://saude.sapo.pt/beleza-e-estetica/artigos-gerais/as-vitaminas-de-que-a-sua-pele-precisa.html
As vitaminas de que a sua pele precisa
Saiba quais são e onde as pode encontrar
Manter uma pele hidratada e nutrida não passa apenas pela aplicação de cremes.
Dizemos-lhe quais as vitaminas e outras substâncias que deve ingerir regularmente para manter a pele nas melhores condições:
Vitamina A
Renova e regenera a pele, estimulando a produção de colagénio. Pode encontrá-a em frutas vermelhas ou alaranjadas, vegetais de folha verde, tomates e cenouras.
Vitamina C
É cicatrizante. Pode encontrá-la nos citrinos.
Antioxidantes (em particular, o betacaroteno)
Protegem a pele dos radicais livres, responsáveis pelo processo de envelhecimento celular. Pode encontrá-los nas cenouras, abóboras, beterrabas, mangas, batatas doces e vegetais de folha verde.
A responsabilidade editorial e científica desta informação é da revista "Prevenir"
As vitaminas de que a sua pele precisa
Saiba quais são e onde as pode encontrar
Manter uma pele hidratada e nutrida não passa apenas pela aplicação de cremes.
Dizemos-lhe quais as vitaminas e outras substâncias que deve ingerir regularmente para manter a pele nas melhores condições:
Vitamina A
Renova e regenera a pele, estimulando a produção de colagénio. Pode encontrá-a em frutas vermelhas ou alaranjadas, vegetais de folha verde, tomates e cenouras.
Vitamina C
É cicatrizante. Pode encontrá-la nos citrinos.
Antioxidantes (em particular, o betacaroteno)
Protegem a pele dos radicais livres, responsáveis pelo processo de envelhecimento celular. Pode encontrá-los nas cenouras, abóboras, beterrabas, mangas, batatas doces e vegetais de folha verde.
A responsabilidade editorial e científica desta informação é da revista "Prevenir"
Os benefícios da fruta de Verão - Hidratante, energética, vitamínica e pouco calórica. Conheça as frutas mais estivais.
http://saude.sapo.pt/peso-nutricao/nutricao/artigos-gerais/os-beneficios-da-fruta-de-verao.html
Os benefícios da fruta de Verão
Hidratante, energética, vitamínica e pouco calórica. Conheça as frutas mais estivais.
Hidratante, energética, vitamínica e pouco calórica. Estas são algumas das propriedades saudáveis da fruta de verão, que agora, graças aos hipermercados, à exceção de algumas variedades, pode ser praticamente adquirida em qualquer época do ano.
O verão é a época do ano em que é mais fácil comer fruta. Por um lado, o leque de possibilidades alarga-se, por outro, a chegada do bom tempo propicia a ingestão de alimentos frescos.
Assim, já não há desculpa que nos impeça de seguir as recomendações alimentares: ingerir duas a três peças de fruta por dia.
Entre as propriedades destes frutos, são de destacar os seguintes benefícios:
Hidratantes
O seu elevado conteúdo de água (quase 80%) faz desta fruta um alimento com grande capacidade hidratante que não só cuida da pele, como favorece todo o seu metabolismo.
Nutritivos
São particularmente ricos em vitaminas, minerais e fitoquímicos, entre eles, os flavonoides e fitofenóis, com poder antioxidante, que combatem o envelhecimento celular.
Digestivos
A sua grande quantidade de fibra dietética favorece o funcionamento adequado do trânsito intestinal; para além disso, são depurativas e saciantes.
Leves
Apesar de conterem uma boa dose de hidratos de carbono, provenientes da frutose, fornecem poucas calorias devido ao seu elevado aporte de água (morangos, melão, melancia, pêssego...) e ao facto de não conterem gordura.
Vantagens da fruta da época
As frutas mais estivais
Morangos
Quase não contêm glícidos e são uma fonte importante de vitamina C e bioflavonóides.
Bons para: Combater o colesterol, depurar, evitar inflamações.
Uvas
Contêm taninos, polifenóis e fibra. Ricas em açúcares, não são, no entanto, recomendáveis em caso de excesso de peso ou diabetes.
Boas para: Prisão de ventre, anemia e digestão.
Quivis
Possuem o dobro de vitamina C do que a laranja, e uma grande quantidade de água. São ricos em minerais e fibra.
Bons para: Pele, ossos, dentes, sangue e absorção de ferro.
Abacates
Ricos em ferro e magnésio, e vitaminas B (ácido fólico) e E. Não abuse porque contêm muita gordura.
Bons para: Gravidez, equilibrar os níveis de açúcar no sangue, combater o cancro.
Pêssegos
É de destacar a sua riqueza em fibra e pró-vitamina A. O potássio sobressai entre os seus minerais.
Bons para: Visão, pele, cabelo, mucosas, ossos e defesas.
Melão
Tem uma grande quantidade de água e abundância de carotenos. Para além disso, tem muito poucas calorias.
Bom para: Dietas de emagrecimento, ajuda a combater o cancro e a depurar.
Melancia
É, sobretudo, rica em água, vitaminas e minerais. A sua cor vermelha deve-se ao licopeno, um potente antioxidante.
Boa para: Hidratar, depurar, saciar e dietas de emagrecimento.
A responsabilidade editorial desta informação é da revista "Prevenir"
Os benefícios da fruta de Verão
Hidratante, energética, vitamínica e pouco calórica. Conheça as frutas mais estivais.
Hidratante, energética, vitamínica e pouco calórica. Estas são algumas das propriedades saudáveis da fruta de verão, que agora, graças aos hipermercados, à exceção de algumas variedades, pode ser praticamente adquirida em qualquer época do ano.
O verão é a época do ano em que é mais fácil comer fruta. Por um lado, o leque de possibilidades alarga-se, por outro, a chegada do bom tempo propicia a ingestão de alimentos frescos.
Assim, já não há desculpa que nos impeça de seguir as recomendações alimentares: ingerir duas a três peças de fruta por dia.
Entre as propriedades destes frutos, são de destacar os seguintes benefícios:
Hidratantes
O seu elevado conteúdo de água (quase 80%) faz desta fruta um alimento com grande capacidade hidratante que não só cuida da pele, como favorece todo o seu metabolismo.
Nutritivos
São particularmente ricos em vitaminas, minerais e fitoquímicos, entre eles, os flavonoides e fitofenóis, com poder antioxidante, que combatem o envelhecimento celular.
Digestivos
A sua grande quantidade de fibra dietética favorece o funcionamento adequado do trânsito intestinal; para além disso, são depurativas e saciantes.
Leves
Apesar de conterem uma boa dose de hidratos de carbono, provenientes da frutose, fornecem poucas calorias devido ao seu elevado aporte de água (morangos, melão, melancia, pêssego...) e ao facto de não conterem gordura.
Vantagens da fruta da época
- Pode comê-la sempre fresca
- A variedade é maior, mesmo que hoje em dia seja possível encontrar vários tipos de fruta durante todo o ano
- Por ser refrescante é mais apetecível do que outros alimentos mais calóricos
- É mais barata
As frutas mais estivais
Morangos
Quase não contêm glícidos e são uma fonte importante de vitamina C e bioflavonóides.
Bons para: Combater o colesterol, depurar, evitar inflamações.
Uvas
Contêm taninos, polifenóis e fibra. Ricas em açúcares, não são, no entanto, recomendáveis em caso de excesso de peso ou diabetes.
Boas para: Prisão de ventre, anemia e digestão.
Quivis
Possuem o dobro de vitamina C do que a laranja, e uma grande quantidade de água. São ricos em minerais e fibra.
Bons para: Pele, ossos, dentes, sangue e absorção de ferro.
Abacates
Ricos em ferro e magnésio, e vitaminas B (ácido fólico) e E. Não abuse porque contêm muita gordura.
Bons para: Gravidez, equilibrar os níveis de açúcar no sangue, combater o cancro.
Pêssegos
É de destacar a sua riqueza em fibra e pró-vitamina A. O potássio sobressai entre os seus minerais.
Bons para: Visão, pele, cabelo, mucosas, ossos e defesas.
Melão
Tem uma grande quantidade de água e abundância de carotenos. Para além disso, tem muito poucas calorias.
Bom para: Dietas de emagrecimento, ajuda a combater o cancro e a depurar.
Melancia
É, sobretudo, rica em água, vitaminas e minerais. A sua cor vermelha deve-se ao licopeno, um potente antioxidante.
Boa para: Hidratar, depurar, saciar e dietas de emagrecimento.
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quinta-feira, 28 de julho de 2011
Suor - Todos os métodos que o combatem
http://mulher.sapo.pt/moda-beleza/corpo-estetica/suor-911857.html
Suor
Todos os métodos que o combatem
O suor é uma reacção física que, em si, não tem qualquer odor, mas se deixar que permaneça muito tempo na pele dá carta branca às bactérias para que o decomponham, emanando um característico aroma.
Tanto a cosmética como a medicina actual oferecem métodos específicos para combatê-lo. O excesso de suor é um conceito algo subjectivo.
De acordo com a dermatologista Vera Monteiro Torres, «existem muitas variações individuais mais ou menos marcadas e o que é considerado normal para uns é olhado como excessivo, ou mesmo intolerável, para outros».
Contudo, antes de declarar guerra aberta ao suor, há que reconhecer-lhe o devido valor. O suor desempenha um papel de termo-regulação absolutamente indispensável.
É esta fina camada de água que permite ao corpo arrefecer sempre que a temperatura (interior ou exterior) se eleva. Infelizmente, o suor não deixa, por isso, de ser incómodo, sobretudo quando é excessivo e/ou se lhe associa o factor mau cheiro.
A culpa, contudo, não é dele. Na realidade, «a transpiração em si não tem qualquer odor. O mau cheiro é proveniente da decomposição bacteriana das gorduras da pele», explica Vera Monteiro Torres, dermatologista. E apesar de o estigma odorífico pairar indiscriminadamente sobre toda a transpiração, a verdade é que «o suor que causa maus cheiros é o das virilhas e axilas», refere a dermatologista. A restante transpiração é inofensiva em termos olfactivos.
SOLUÇÕES PERSONALIZADAS PARA QUEM TEM UM:
O que provoca o suor?
Todos os seres humanos nascem com glândulas sudoríparas, que são as responsáveis pelo suor corporal, e alcançam a sua máxima actividade aos 14 anos. Estas são as causadoras do suor e o seu número total é fixo em cada indivíduo.
Estima-se que existam entre dois e quatro milhões distribuídas por todo o corpo. Existem dois tipos de glândulas: as ecrinas e as apocrinas. Cada um segrega um tipo de suor diferente.
As glândulas ecrinas localizam-se na palma das mãos, na planta dos pés, no rosto e no peito. O seu suor está associado a estímulos térmicos (mudanças de temperatura) e não desempenha um papel directo na formação dos odores, ainda que humedeça estas zonas, favorecendo a proliferação de bactérias.
O suor apocrino responde a estímulos térmicos e emocionais, desenvolvendo-se depois da puberdade, e
localiza-se nas axilas, em redor do mamilo, abdómen e região púbica. É, para além disso, o causador do mau odor corporal, já que produz abundante flora bacteriana que se encarrega de decompor o suor.
Estratégias para manter o suor sob controlo
Mantenha uma boa higiene corporal. Tome banho diariamente com água morna (tanto a água quente como a água fria favorecem a transpiração).
Vista roupa arejada e de algodão. As fibras sintéticas são impermeáveis e não deixam a pele respirar.
E tenha sempre roupa disponível para mudar-se durante o dia, sobretudo roupa interior e meias.
Mantenha o seu ambiente de trabalho bem ventilado
(a temperatura ideal ronda os 20º C). O calor estimula a transpiração.
Reduza o stress, tensão e ansiedade, na medida do possível. O stress e as emoções fortes estimulam a transpiração.
Texto: Fernanda Soares
Suor
Todos os métodos que o combatem
O suor é uma reacção física que, em si, não tem qualquer odor, mas se deixar que permaneça muito tempo na pele dá carta branca às bactérias para que o decomponham, emanando um característico aroma.
Tanto a cosmética como a medicina actual oferecem métodos específicos para combatê-lo. O excesso de suor é um conceito algo subjectivo.
De acordo com a dermatologista Vera Monteiro Torres, «existem muitas variações individuais mais ou menos marcadas e o que é considerado normal para uns é olhado como excessivo, ou mesmo intolerável, para outros».
Contudo, antes de declarar guerra aberta ao suor, há que reconhecer-lhe o devido valor. O suor desempenha um papel de termo-regulação absolutamente indispensável.
É esta fina camada de água que permite ao corpo arrefecer sempre que a temperatura (interior ou exterior) se eleva. Infelizmente, o suor não deixa, por isso, de ser incómodo, sobretudo quando é excessivo e/ou se lhe associa o factor mau cheiro.
A culpa, contudo, não é dele. Na realidade, «a transpiração em si não tem qualquer odor. O mau cheiro é proveniente da decomposição bacteriana das gorduras da pele», explica Vera Monteiro Torres, dermatologista. E apesar de o estigma odorífico pairar indiscriminadamente sobre toda a transpiração, a verdade é que «o suor que causa maus cheiros é o das virilhas e axilas», refere a dermatologista. A restante transpiração é inofensiva em termos olfactivos.
SOLUÇÕES PERSONALIZADAS PARA QUEM TEM UM:
- Suor normal
- Suor médio
- Suor descontrolado
O que provoca o suor?
Todos os seres humanos nascem com glândulas sudoríparas, que são as responsáveis pelo suor corporal, e alcançam a sua máxima actividade aos 14 anos. Estas são as causadoras do suor e o seu número total é fixo em cada indivíduo.
Estima-se que existam entre dois e quatro milhões distribuídas por todo o corpo. Existem dois tipos de glândulas: as ecrinas e as apocrinas. Cada um segrega um tipo de suor diferente.
As glândulas ecrinas localizam-se na palma das mãos, na planta dos pés, no rosto e no peito. O seu suor está associado a estímulos térmicos (mudanças de temperatura) e não desempenha um papel directo na formação dos odores, ainda que humedeça estas zonas, favorecendo a proliferação de bactérias.
O suor apocrino responde a estímulos térmicos e emocionais, desenvolvendo-se depois da puberdade, e
localiza-se nas axilas, em redor do mamilo, abdómen e região púbica. É, para além disso, o causador do mau odor corporal, já que produz abundante flora bacteriana que se encarrega de decompor o suor.
Estratégias para manter o suor sob controlo
Mantenha uma boa higiene corporal. Tome banho diariamente com água morna (tanto a água quente como a água fria favorecem a transpiração).
Vista roupa arejada e de algodão. As fibras sintéticas são impermeáveis e não deixam a pele respirar.
E tenha sempre roupa disponível para mudar-se durante o dia, sobretudo roupa interior e meias.
Mantenha o seu ambiente de trabalho bem ventilado
(a temperatura ideal ronda os 20º C). O calor estimula a transpiração.
Reduza o stress, tensão e ansiedade, na medida do possível. O stress e as emoções fortes estimulam a transpiração.
Texto: Fernanda Soares
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Estrela do mar - sugestões irresistíveis para este verão
Estrela do mar
Porque sabemos que quer ser a rainha da praia e a estrela do mar este verão, apresentamos-lhe uma série de sugestões irresistíveis
Veja aqui: http://mulher.sapo.pt/fotos-videos/galerias-de-fotos-2/?tema=ultimas&id=1167854
Alguns looks que estão presentes no site:
Porque sabemos que quer ser a rainha da praia e a estrela do mar este verão, apresentamos-lhe uma série de sugestões irresistíveis
Veja aqui: http://mulher.sapo.pt/fotos-videos/galerias-de-fotos-2/?tema=ultimas&id=1167854
Alguns looks que estão presentes no site:
![]() |
| Vestido salmão, uma das cores mais in deste verão (Throttleman) |
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| Escolha um biquíni que favoreça a sua silhueta. Os modelos com decote cai-cai ajustam-se na perfeição às mulheres com peito pequeno (Cia.Marítima) |
![]() |
| Vestido que combina as riscas com cores variadas (Throttleman) |
Imune ao calor
http://saude.sapo.pt/saude-medicina/checkup-prevencao/artigos-gerais/imune-ao-calor.html
Imune ao calor
As temperaturas altas vieram em força. Como enfrentar o calor sem pôr em causa a sua saúde?
As estações do ano já não são o que eram e os dias começam a apanhar-nos completamente desprevenidos. Ainda assim, o verão chegou completamente em força. Tarde, mas quente, muito quente.
Há quem tenha resistência ao calor mas há também pessoas mais suscetíveis, como as crianças e os idosos, e que devem tomar precauções.
Surgem alguns problemas de saúde decorrentes das ondas de calor» que se vão fazendo notar. «O calor tem sempre alguns efeitos no corpo humano. Para começar, surge a desidratação porque as células do organismo necessitam de água», explica Olga Xavier, médica de Medicina Geral e Familiar.
As células são a composição de todos os órgãos do corpo humano. «Se estiverem desidratadas, não cumprem a sua função e os órgãos adoecem, deixando de funcionar adequadamente», acrescenta. Tome nota dos conselhos para aproveitar o calor sem que este interfira no seu bem-estar.
Grupos de maior risco
A população em geral deve respeitar algumas regras mas é conveniente que os grupos de risco tenham ainda mais cuidados. Os idosos desidratam mais rapidamente, tal como as crianças, constituindo os principais grupos de risco face ao calor em excesso.
«As células em formação nas crianças e pelo envelhecimento natural nos idosos, entram em falência mais facilmente do que nas pessoas novas que têm mais reservas e maior vivacidade para aguentar a desidratação», explica Olga Xavier.
Existem ainda vulnerabilidades como as doenças crónicas que não combinam com as temperaturas altas. «As grávidas constituem também um grupo de risco, isto apesar da gravidez ser algo natural. Não é uma doença e normalmente corre bem mas, como estão dois corpos a formarem-se dentro de um só, recomenda-se que haja um reforço da hidratação», indica a especialista.
Já pessoas com insuficiência venosa crónica não devem expor-se ao sol. «A partir de determinada idade, as válvulas dos membros inferiores tornam-se menos competentes, o que faz surgir inchaços nas pernas e dilatações varicosas.
Estes doentes podem molhar as pernas com regularidade mas devem tapá-las depois de saírem da água evitando exporem-nas ao calor», alerta Olga Xavier. Também os diabéticos devem ter muita atenção ao aumento das temperaturas. «A secura dos pés gera calosidades e pode originar feridas que, se não forem tratadas convenientemente, podem trazer graves complicações», refere.
Duas proteções obrigatórias
Como a pele é um órgão extenso e que está muito exposto, é necessário ter cuidados redobrados nesta altura do ano. A hidratação e a protecção solar diárias são, então, obrigatórias.
«As pessoas não se devem esquecer-se de aplicar protetor com um índice de protecção muito elevado, resistente à água e essa proteção deve ter início logo em casa, 20 minutos antes de saírem», adianta a especialista lembrando que «o couro cabeludo não deve ser esquecido, sobretudo nas crianças e nos idosos».
A segunda regra da hidratação é a ingestão de água. Seja qual for a altura do ano, recomenda-se que qualquer pessoa beba cerca de litro e meio de água diariamente. «Mas no verão, devido às altas temperaturas, cada um de nós deve beber, pelo menos, dois litros de água», aconselha a médica. Nestes dois litros, há espaço para as limonadas, as sopas, os chás e o leite.
«Para quem não tem uma boa relação com a água ou não tem o hábito de beber litro e meio por dia, estas podem ser boas alternativas que conduzem a uma boa hidratação», indica. Se for bebendo pequenas quantidades de líquidos ao longo do dia poderá antecipar a sensação de sede e prevenir a desidratação.
Como enfrentar o calor?
Se não há hipótese de fugir do calor, há que recorrer a estratégias úteis de prevenção. Mantenha-se em casa se tiver possibilidade. Se tiver aparelhos de ar condicionado em casa ou no trabalho, tome algumas precauções: «beba muita água porque aquele seca as mucosas, use soro fisiológico e garanta que a manutenção do aparelho é assegurada».
Não baixar a temperatura do aparelho para menos de 21º C é outra medida importante. Quando não existe ar condicionado, as ventoinhas são uma boa alternativa porque «permitem a passagem do ar». Outro truque anti-calor passa por usar roupa leve, não apertada e de cores claras.
«A roupa escura acumula muito calor e deve ser evitada», avisa. Além de beber água, deve molhar-se em regularmente, se estiver na praia ou na piscina. Por mais calor que sinta evite tomar duches de água gelada é um dos erros mais comuns. «As mudanças de temperatura bruscas não são benéficas para o corpo. A pessoa deve respeitar a sua temperatura corporal e os choques térmicos não são favoráveis», salienta Olga Xavier.
Texto: Cláudia Pinto com Olga Xavier (médica de medicina geral e familiar)
A responsabilidade editorial desta informação é da revista "Saber Viver"
Imune ao calor
As temperaturas altas vieram em força. Como enfrentar o calor sem pôr em causa a sua saúde?
As estações do ano já não são o que eram e os dias começam a apanhar-nos completamente desprevenidos. Ainda assim, o verão chegou completamente em força. Tarde, mas quente, muito quente.
Há quem tenha resistência ao calor mas há também pessoas mais suscetíveis, como as crianças e os idosos, e que devem tomar precauções.
Surgem alguns problemas de saúde decorrentes das ondas de calor» que se vão fazendo notar. «O calor tem sempre alguns efeitos no corpo humano. Para começar, surge a desidratação porque as células do organismo necessitam de água», explica Olga Xavier, médica de Medicina Geral e Familiar.
As células são a composição de todos os órgãos do corpo humano. «Se estiverem desidratadas, não cumprem a sua função e os órgãos adoecem, deixando de funcionar adequadamente», acrescenta. Tome nota dos conselhos para aproveitar o calor sem que este interfira no seu bem-estar.
Grupos de maior risco
A população em geral deve respeitar algumas regras mas é conveniente que os grupos de risco tenham ainda mais cuidados. Os idosos desidratam mais rapidamente, tal como as crianças, constituindo os principais grupos de risco face ao calor em excesso.
«As células em formação nas crianças e pelo envelhecimento natural nos idosos, entram em falência mais facilmente do que nas pessoas novas que têm mais reservas e maior vivacidade para aguentar a desidratação», explica Olga Xavier.
Existem ainda vulnerabilidades como as doenças crónicas que não combinam com as temperaturas altas. «As grávidas constituem também um grupo de risco, isto apesar da gravidez ser algo natural. Não é uma doença e normalmente corre bem mas, como estão dois corpos a formarem-se dentro de um só, recomenda-se que haja um reforço da hidratação», indica a especialista.
Já pessoas com insuficiência venosa crónica não devem expor-se ao sol. «A partir de determinada idade, as válvulas dos membros inferiores tornam-se menos competentes, o que faz surgir inchaços nas pernas e dilatações varicosas.
Estes doentes podem molhar as pernas com regularidade mas devem tapá-las depois de saírem da água evitando exporem-nas ao calor», alerta Olga Xavier. Também os diabéticos devem ter muita atenção ao aumento das temperaturas. «A secura dos pés gera calosidades e pode originar feridas que, se não forem tratadas convenientemente, podem trazer graves complicações», refere.
Duas proteções obrigatórias
Como a pele é um órgão extenso e que está muito exposto, é necessário ter cuidados redobrados nesta altura do ano. A hidratação e a protecção solar diárias são, então, obrigatórias.
«As pessoas não se devem esquecer-se de aplicar protetor com um índice de protecção muito elevado, resistente à água e essa proteção deve ter início logo em casa, 20 minutos antes de saírem», adianta a especialista lembrando que «o couro cabeludo não deve ser esquecido, sobretudo nas crianças e nos idosos».
A segunda regra da hidratação é a ingestão de água. Seja qual for a altura do ano, recomenda-se que qualquer pessoa beba cerca de litro e meio de água diariamente. «Mas no verão, devido às altas temperaturas, cada um de nós deve beber, pelo menos, dois litros de água», aconselha a médica. Nestes dois litros, há espaço para as limonadas, as sopas, os chás e o leite.
«Para quem não tem uma boa relação com a água ou não tem o hábito de beber litro e meio por dia, estas podem ser boas alternativas que conduzem a uma boa hidratação», indica. Se for bebendo pequenas quantidades de líquidos ao longo do dia poderá antecipar a sensação de sede e prevenir a desidratação.
Como enfrentar o calor?
Se não há hipótese de fugir do calor, há que recorrer a estratégias úteis de prevenção. Mantenha-se em casa se tiver possibilidade. Se tiver aparelhos de ar condicionado em casa ou no trabalho, tome algumas precauções: «beba muita água porque aquele seca as mucosas, use soro fisiológico e garanta que a manutenção do aparelho é assegurada».
Não baixar a temperatura do aparelho para menos de 21º C é outra medida importante. Quando não existe ar condicionado, as ventoinhas são uma boa alternativa porque «permitem a passagem do ar». Outro truque anti-calor passa por usar roupa leve, não apertada e de cores claras.
«A roupa escura acumula muito calor e deve ser evitada», avisa. Além de beber água, deve molhar-se em regularmente, se estiver na praia ou na piscina. Por mais calor que sinta evite tomar duches de água gelada é um dos erros mais comuns. «As mudanças de temperatura bruscas não são benéficas para o corpo. A pessoa deve respeitar a sua temperatura corporal e os choques térmicos não são favoráveis», salienta Olga Xavier.
Texto: Cláudia Pinto com Olga Xavier (médica de medicina geral e familiar)
A responsabilidade editorial desta informação é da revista "Saber Viver"
Como ingerir água sem bebê-la - Descubra as mais saborosas formas de o fazer
http://saude.sapo.pt/peso-nutricao/nutricao/artigos-gerais/como-ingerir-agua-sem-bebe-la.html
Como ingerir água sem bebê-la
Descubra as mais saborosas formas de o fazer
É absolutamente essencial ao organismo. Graças à água assimilamos nutrientes, recebemos oxigénio através do sangue, eliminamos toxinas e regulamos a temperatura do corpo. Para isso, necessitamos de beber cerca de dois litros de água por dia.
Por vezes, beber água simples em quantidade pode torna-se pouco agradável e monótono. Mas lembre-se que, desses dois litros de que o corpo precisa, metade pode estar na água propriamente dita e, a outra metade, pode estar nos alimentos que ingere.
Os alimentos mais ricos em água são, por esta ordem, legumes, fruta, leite, peixe, marisco e carne.
Siga estas saborosas e nutritivas formas de se hidratar.
Abaixo encontra a percentagem de água contida nalguns dos principais alimentos que fazem parte da nossa alimentação diária e que não se deve esquecer de ingerir diariamente:
Abóbora: 96,6%
Alface: 95,9%
Pepino: 95,1%
Aipo: 94,4%
Melancia: 96,6%
Tomate: 93,5%
Sopa juliana: 93,2%
Leite magro: 90,5%
Limão: 90,1%
Sumo de laranja: 88,8%
Cerejas: 82,6%
Uva branca: 80,6%
Camarão: 79,2%
Gelatina: 78,5%
Ovo cozido: 75,3%
Texto: Ana Catarina Alberto
A responsabilidade editorial e científica desta informação é da revista "Prevenir"
Como ingerir água sem bebê-la
Descubra as mais saborosas formas de o fazer
É absolutamente essencial ao organismo. Graças à água assimilamos nutrientes, recebemos oxigénio através do sangue, eliminamos toxinas e regulamos a temperatura do corpo. Para isso, necessitamos de beber cerca de dois litros de água por dia.
Por vezes, beber água simples em quantidade pode torna-se pouco agradável e monótono. Mas lembre-se que, desses dois litros de que o corpo precisa, metade pode estar na água propriamente dita e, a outra metade, pode estar nos alimentos que ingere.
Os alimentos mais ricos em água são, por esta ordem, legumes, fruta, leite, peixe, marisco e carne.
Siga estas saborosas e nutritivas formas de se hidratar.
Abaixo encontra a percentagem de água contida nalguns dos principais alimentos que fazem parte da nossa alimentação diária e que não se deve esquecer de ingerir diariamente:
Abóbora: 96,6%
Alface: 95,9%
Pepino: 95,1%
Aipo: 94,4%
Melancia: 96,6%
Tomate: 93,5%
Sopa juliana: 93,2%
Leite magro: 90,5%
Limão: 90,1%
Sumo de laranja: 88,8%
Cerejas: 82,6%
Uva branca: 80,6%
Camarão: 79,2%
Gelatina: 78,5%
Ovo cozido: 75,3%
Texto: Ana Catarina Alberto
A responsabilidade editorial e científica desta informação é da revista "Prevenir"
terça-feira, 26 de julho de 2011
Os doutores falam de vários temas
http://sic.sapo.pt/710103
O poder da sesta
Higiene oral e fertilidade
As cores das feridas
Estojo dos primeiros socorros
De que são feitas as remelas?
Fluidos dos olhos
Fluidos protegem os olhos
Benefícios do limão
Benefícios da comida verde
Bebidas alcoólicas
O poder da sesta
Higiene oral e fertilidade
As cores das feridas
Estojo dos primeiros socorros
De que são feitas as remelas?
Fluidos dos olhos
Fluidos protegem os olhos
Benefícios do limão
Benefícios da comida verde
Bebidas alcoólicas
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