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domingo, 11 de dezembro de 2011

Os Doutores falam de vários temas

http://sic.sapo.pt/1049466

Temas:
Pneumonia:É contagiosa? Gripe pode virar pneumonia? Há vacina? Requer internamento? como se cura? Constipação ou pneumonia?
Úlceras no estômago: Prevenir o seu aparecimento
A 1ª vez no ginecologista: Qual a idade indicada?
Unhas encravadas: porque?
Ataques de pânico: como identificar?
Sinais nos dentes

sábado, 26 de novembro de 2011

Os Doutores falam de vários temas

http://sic.sapo.pt/1031391

Temas:
Tratar o cancro com uma única sessão
Pílula no champô faz crescer o cabelo?
Dicas para fazer crescer o cabelo
Chá para tratar infecções urinárias/Prevenir as infecções urinárias
Cebola pode provocar cólicas no bebé?
Aspirina nos dentes tira as dores?
Creme anti-rugas faz mal antes do tempo?
Evitar infecções sexualmente transmissiveis
Bebés gordos são mais saudáveis?
Dentes de leite não são para tratar?
Pílula pode causar infertilidade?

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Estética dentária 21 perguntas que esclarecem todas as suas dúvidas

http://mulher.sapo.pt/moda-beleza/corpo-estetica/estetica-dentaria-1199991.html

Tem uma boca saudável, dentes sem cáries, gengivas sem inflamação mas apesar disso, o seu sorriso deixa muito a desejar?

A solução está na estética dentária, uma especialidade dedicada à beleza da boca que pode mudar o seu rosto.

Consultámos Gonçalo Macedo, médico dentista nas clínicas Vitaldent, para esclarecer todas as dúvidas sobre o assunto.

BRANQUEAMENTO

1. Quais são os dentes que melhor se branqueiam?
Em teoria, os que estão mais pigmentados, ou seja, os que apresentam uma coloração mais distante da sua cor original. Em primeiro lugar, os dentes com coloração amarelada (devido ao avanço da idade, por exemplo), depois os dentes com manchas acastanhadas e, por último, os dentes com coloração acinzentada.

2. O branqueamento provoca danos no esmalte?
Não, este é um dos mitos que deve ser desmentido. O esmalte permanece intacto. A única coisa que pode acontecer é um aumento da sensibilidade dentária, que desaparece após o fim do tratamento.

3. Quanto tempo dura o efeito de um branqueamento?
Depende da alimentação e hábitos da pessoa, nomeadamente do tabaco, do chá, do café, do vinho tinto, dos frutos vermelhos, do caril, dos espinafres e de outros corantes diminuem a duração do branqueamento. Mas quando se branqueia a dentina em profundidade e se mantêm bons hábitos, o seu efeito pode durar entre cinco a dez anos.

4. Podemos saber de antemão como ficarão os dentes?
Sim, tendo em conta o tom inicial, é possível fazer uma previsão do tom que poderá ser alcançado.

5. Os dentes restaurados com amálgamas podem ser branqueados?
Podem, mas as restaurações não branqueiam. Portanto, no final do branqueamento, devem ser substituídas por restaurações da cor obtida após o branqueamento.

6. Se tiver as minhas gengivas inflamadas e com tendência para sangrar, posso fazer um branqueamento?
Primeiro deve consultar um especialista para tratar o problema. Após resolução da gengivite que causa o sangramento gengival não há razão que impeça o branqueamento.

7. Os dentes desvitalizados podem ser branqueados?
Sim, mas o processo não é igual ao dos dentes saudáveis. Podem ser branqueados internamente, o que potencia o branqueamento.

8. A partir de que idade se pode fazer um branqueamento?
Desde a erupção definitiva dos últimos dentes definitivos, não considerando os sisos, desde que as gengivas estejam igualmente estabilizadas.


COROAS E FACETAS
9. Quais os defeitos dos dentes que podem ser corrigidos com as coroas e facetas?
A coroa dentária é um revestimento de cerâmica ou
metal-cerâmica que cobre a totalidade das faces dentárias, enquanto a faceta cobre apenas a face vestibular, ou seja, a face mais visível dos dentes. As facetas estão sobretudo indicadas para a resolução de problemas como a cor (quando o branqueamento não é satisfatório) e forma (pequenas más posições dentárias) de dentes vitais [em bom estado]. Quando o dente já está desvitalizado a opção é a coroa.

10. De que são feitas?
Atualmente, as coroas mais usadas são as de cerâmica pura, embora ainda se façam coroas de metal-cerâmica. As primeiras permitem uma estética superior e mais duradoura, as segundas são mais económicas e usam-se em dentes menos visíveis. Quanto às facetas, são feitas em cerâmica ou compósito, sendo que as de cerâmica têm uma duração semelhante às coroas.

11. Como se colocam as facetas sobre os dentes?
São cimentadas com um material próprio para cada um dos tipos de coroa.
12. Quanto tempo duram?
Com a correta higiene oral e acompanhamento clínico, entre 20 a 25 anos.

13. Podem cair?

Podem, mas não é habitual.

14. As facetas interferem na mastigação?
Em nada, de resto a faceta cobre a face dos dentes que não entra na mastigação. Contudo, exatamente como no caso dos dentes naturais, não convém trincar alimentos excessivamente duros como gelo, marisco, caramelos ou frutos secos.

15. O que acontece se surgir uma cárie por baixo de uma faceta?
Tem que se remover a faceta para tratar a cárie. Caso a cárie seja pequena, pode colocar-se a mesma faceta, se o defeito gerado for maior, terá que se fazer uma nova. Em todo o caso, a probabilidade de que isso aconteça é mínima.

16. As facetas requerem algum cuidado especial?

Não. Considera-se um sucesso quando o paciente se esquece que está utilizá-las.


ORTODONTIA
17. Quando se pode realizar um tratamento de ortodontia?
Os tratamentos de ortodontia podem ser feitos desde a dentição de leite (antes dos 6 anos) até aos 99 anos. Está indicado sempre que exista uma mal-oclusão que impeça as funções do aparelho estomatognático, nomeadamente a fala, a mastigação ou a estética.

18. Durante quanto tempo, em média, deve ser levado a cabo?
Cada caso é um caso, pois depende de cada paciente e do problema que este apresente. Mas, de uma forma geral, um tratamento ortodôntico dura, em média, 18 meses, sendo o mínimo necessário seis meses.

OUTROS TRATAMENTOS
19. Existe alguma técnica para corrigir o chamado sorriso gengival?
Depende muito do caso, mas antes de uma abordagem cirúrgica maxilo-facial, pode-se considerar a gengivectomia com alongamento coronário (remoção da gengiva para deixar os dentes com uma aparência maior e a linha da gengiva proporcional), a colocação de facetas ou a intrusão ortodôntica.

20. Existe algum tratamento de rejuvenescimento integral do sorriso?
Não existe uma técnica que, singularmente, resolva todos os problemas dentários, mas desde a ortodontia aos implantes, da prótese fixa ao botox, tudo deve ser considerado no planeamento de uma reabilitação.

21. Para que serve a técnica de contorno dentário?
Esta técnica permite retocar o rebordo dos dentes, sem necessidade de anestesia, para regularizar o seu perfil ou corrigir algum defeito pontual. É feito através de uma turbina de alta velocidade.

Texto: Fernanda Soares com Gonçalo Macedo (médico dentista)

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Periodontite

http://saude.sapo.pt/saude-medicina/medicacao-doencas/doencas/periodontite.html


Periodontite
Aprenda a identificar os sintomas desta doença oral que pode provocar a queda de dentes


Três em cada cinco portugueses com dores de dentes, muitos deles com periodontite, não vão ao dentista.

Resultado? Hemorragias, inflamação das gengivas e mau hálito são alguns dos sintomas desta doença oral que pode provocar a queda de dentes. Previna-a enquanto é tempo.

A periodontite da inflamação e infecção do tecido que suporta os dentes e ocorre quando uma gengivite não é bem tratada, evoluindo para periodontite.

Causas

A periodontite é causada, na maioria das vezes, pela acumulação de placa bacteriana e tártaro entre os dentes e as gengivas, dando origem a cavidades profundas entre a raiz do dente e o osso subjacente. Com o passar do tempo e, caso não seja tratada, o maxilar adjacente à cavidade vai-se destruindo até o dente abanar, podendo mesmo cair.

Sintomas
Hemorragias, inflamação das gengivas e mau hálito. O dente pode mudar de posição e projectar-se para fora, dependendo da quantidade de osso perdido. Normalmente, não provoca dor, a não ser que os dentes se movam ao mastigar ou se surgir um abcesso.

Tratamento

Numa primeira fase, é necessário fazer uma limpeza com raspagem, eliminar as bolsas periodontais e controlar a inflamação. Pode ainda recorrer-se à cirurgia para remodelar o osso à volta do dente ou corrigir os defeitos com enxertos obtidos do céu da boca.

Prevenção e avanços

A boa higiene oral é a única forma de controlar a placa bacteriana e prevenir o aparecimento desta doença. O uso de fio dentário é imprescindível, bem como visitar o dentista ou higienista duas vezes por ano para realizar limpezas. Um dos mais recentes avanços para controlar tanto a periodontite como a gengivite são os testes de ADN microbiológico, que permitem determinar com exactidão os tipos de bactérias que cada indivíduo tem, para depois eliminar apenas as indesejáveis e, assim, prevenir a ocorrência destas doenças orais.

A responsabilidade editorial desta informação é da revista "Prevenir"

domingo, 6 de novembro de 2011

Os Doutores falam de vários temas

http://sic.sapo.pt/949872

Temas:
Relaxar com música
O que fazemos mal todos os dias
Ensinar as crianças a lavar os dentes
Viajar de carro de forma segura
Faz mal espremer borbulhas?
Língua geográfica
Devemos reprimir o espirro?
Refeições saudáveis
Faz mal ficar muito tempo na sanita?
O que fazer a seguir ao jantar

Os Doutores falam de vários temas

http://sic.sapo.pt/939443

Temas:
Estimular o cérebro com electricidade
Dicas para aprender melhor
Silicone salva mulher da morte
Saiba como evitar dores de dentes
Como evitar cáries dentárias
Evitar lombrigas nas crianças
Adiar cirurgia plástica/Quando fazer cirurgia plástica
Como evitar as dores de costas
Problemas nas gengivas
Dores na cervical

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

10 truques para uma boa saúde oral

http://mulher.sapo.pt/bem-estar/saude/saude-oral-1193017.html


Saúde oral
10 truques para uma boa saúde oral

No âmbito do mês da saúde oral, que se celebra em outubro, e para que nunca tenha motivos para evitar sorrir, oferecemos 10 dicas fundamentais para conservação dos dentes e uma melhor qualidade de vida:

1. Escove os dentes pelo menos duas/três vezes por dia, preferencialmente após as refeições e antes de se deitar.

2. Utilize uma escova de tamanho adequado, macia e com uma cabeça pequena, para evitar lesões nos dentes e gengivas.

3. Procure utilizar sempre um dentífrico com 1.000 a 1.500 ppm de flúor.

4. Evite escovar os dentes na horizontal. Coloque a escova ligeiramente inclinada, na passagem pelos dentes, para que estes não se desgastem com o tempo.

5. Utilize diariamente fio dentário, antes da escovagem, para retirar restos alimentares e bactérias dos espaços que existem entre os dentes e entre estes e as gengivas.

6. Siga as recomendações do seu profissional de saúde oral na utilização de elixir para bochecho.

7. Procure manter os dentes bem limpos, sobretudo junto à linha gengival, evitando a placa bacteriana e tártaro.

8. Efetue uma revisão dentária regular, preferencialmente de 6 em 6 meses, e um check-up oral pelo menos uma vez durante o ano.

9. Mantenha uma dieta equilibrada e procure substituir os doces por alimentos mais nutritivos como o queijo, frutos ou vegetais frescos.

10. Se tem sensibilidade dentária visite o seu dentista porque pode ser um indicador de uma cárie dentária, um dente fraturado.

Agradecimentos: Clínicas Vitaldent

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Cuide bem das suas gengivas

http://saude.sapo.pt/saude-medicina/checkup-prevencao/artigos-gerais/cuide-bem-das-suas-gengivas.html


Cuide bem das suas gengivas
Evite a perda de dentes e elimine o risco de parto prematuro


A Sociedade Espanhola de Periodontia (SEPA) já veio a público chamar a atenção para o facto de que uma deficiente saúde das gengivas não só conduz à perda de dentes como pode ser um factor de risco em metade dos partos prematuros.

Assim, é preciso estar atento aos sinais de alerta da doença periodontal. Os mais comuns são o sangramento ou endurecimento das gengivas, mau hálito, hipersensibilidade dentária ao frio e a movimentação, separação ou perda de dentes.

Cuide das suas gengivas através dos seguintes hábitos de higiene:

Duas vezes por dia
- Escove as suas gengivas com um dentífrico adequado.
- Use fio dental.
- Bocheche com elixir.

A cada 3 meses
- Renove a sua escova de dentes.

A cada 12 meses
- Consulte o seu dentista para realizar uma limpeza dentária e uma revisão das suas gengivas, pelo menos, uma vez por ano. Algumas pessoas, contudo, têm necessidade de consultar o dentista com maior frequência (duas vezes por ano) devido às características.

A responsabilidade editorial e científica desta informação é da revista "Prevenir"

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Uma boca saudável ajuda a pensar melhor

http://saude.sapo.pt/saude-medicina/o-corpo/artigos-gerais/uma-boca-saudavel-ajuda-a-pensar-melhor.html

Uma boca saudável ajuda a pensar melhor
A deterioração das gengivas altera a função cerebral


O bom cuidado oral, com escovagem e uso regular de fita dentária e visitas ao dentista, também ajuda a manter intatas as habilidades cognitivas relacionadas com o passar dos anos.

Esta é a conclusão de um estudo do Colégio de Médicos e Cirurgiões de Columbia (EUA), segundo o qual, as pessoas de 60 anos afetadas por gengivite são três vezes mais propensas a ter problemas para se lembrarem de uma sequência de três palavras após uma pausa e duas vezes mais propensas a não resolver subtrações de três dígitos.

Ao que parece, de acordo com os resultados desta nova investigação, a deterioração das gengivas altera a função cerebral através de vários mecanismos como, por exemplo, causando inflamação no corpo todo.

A responsabilidade editorial desta informação é da revista "Prevenir"

terça-feira, 19 de julho de 2011

"Os doutores" falaram de vários temas

http://sic.sapo.pt/704358


Temas:
Nº de bactérias presentes no umbigo
Fumar durante a gravidez
Dores de dentes
Coroa dentária
Dores de pescoço
Dores de barriga
Prisão de Ventre

quinta-feira, 7 de julho de 2011

"Os doutores" falam sobre vários temas

Stress das cidades marca cérebro (Os nossos especialistas comentam estudo)- http://sic.sapo.pt/694092 
Ataque cardíacos (Conheça a causa e aprenda a reconhecer os sinais de alerta) - http://sic.sapo.pt/694097
Branqueamento dentários (Desmistificamos o processo) - http://sic.sapo.pt/694098
Calos e calosidades (Como se formam e como podemos eliminá-los) - http://sic.sapo.pt/694100
Desidratação e as crianças (Conheça os sinais e fica a saber o que deve fazer) - http://sic.sapo.pt/694099

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Dentes sensíveis

http://saude.sapo.pt/saude-medicina/o-corpo/artigos-gerais/dentes-sensiveis.html

Dentes sensíveis
A hipersensibilidade dentária é um problema comum mas facilmente prevenível e tratável


A sensibilidade dentária é, muitas vezes, confundida com outros problemas dentários e ainda existe alguma dificuldade em defini-la.

«É uma dor breve, aguda e transitória, gerada pela exposição da dentina (tecido que envolve a polpa do dente e é coberto pelo esmalte da coroa dentária), por perda de esmalte ou recessão gengival.», descreve José Pedro Figueiredo, estomatologista.

Segundo o mesmo especialista, «ao ficar exposta, a dentina torna-se vulnerável à passagem de estímulos pelos túbulos dentinários (orifícios), provocados por diferença de temperatura (bebidas quentes e frias), pressão (escovagem, por exemplo) e substâncias químicas (ácidos e doces).»

Certamente que já sentiu dor ao comer um gelado demasiado frio ou ao ingerir uma bebida muito quente. A essa reacção chama-se «hipersensibilidade dentária».

Não sendo uma patologia grave, provoca incómodo e diminui a qualidade de vida das pessoas, condicionando a ingestão de alguns alimentos. «Cerca de 57% dos adultos entre os 20 e os 50 anos são afectados por hipersensibilidade dentária», indica José Pedro Figueiredo.

Sensibilidade de vários tipos

A hipersensibilidade dentária pode ser ligeira, média ou intensa. José Pedro Figueiredo define a primeira como «pouco frequente e pouco intensa». A sensibilidade dentária média «ocorre com alguma frequência e provoca dores de média intensidade» e o tipo mais grave gera «a forte sensação de um verdadeiro problema de saúde oral, provocando fortes dores», acrescenta o especialista.

Grande parte da população desconhece as verdadeiras causas deste problema «e não sabe que o uso de certos dentífricos pode ajudar a resolvê-lo, por isso, é importante dar a conhecer a sua origem e os métodos de a prevenir ou  combater», assinala.

Desconhecimento adia cuidados


As estatísticas são claras. «Actualmente, dos 57% de adultos que sofrem de hipersensibilidade dentária, apenas cerca de metade consultam um profissional de saúde oral e, de entre os que o fazem, apenas cerca de 50% efectuam um tratamento», assinala José Pedro Figueiredo.

O especialista defende a necessidade de serem criadas «campanhas de divulgação pública sobre o assunto», salientando a enorme utilidade das visitas regulares aos profissionais de saúde oral, «os mais habilitados para diagnosticar a hipersensibilidade dentária e aconselhar os melhores meios de prevenção ou tratamento».

A hipersensibilidade dentária aumenta as restrições alimentares incómodas, fazendo com que, quem dela sofre, evite consumir produtos frios, quentes, doces ou ácidos, sob pena de agravar a dor de dentes.

É possível prevenir?


Claro! Mas, para isso, é necessário, em primeiro lugar, consultar o dentista. Se evita ir a este especialista (por medo, falta de tempo…), não consegue assegurar a sua saúde oral.

De acordo com José Pedro Figueiredo, «as consultas no dentista permitem manter os dentes sob vigilância e prevenir outras situações». Além disso, deverá cuidar diariamente dos dentes, através de uma escovagem correcta que implica «o uso de uma escova não muito dura».

Se não sabe qual o dentífrico mais adequado para uma cuidadosa higiene oral, o especialista adianta que «os dentífricos pouco abrasivos ou que tenham uma composição específica para prevenir a hipersensibilidade dentária são os mais indicados». É o caso, por exemplo, da tecnologia Pro-Argin, à base de arginina, um aminoácido natural que existe na saliva.

Deve ainda ser evitada a ingestão regular de bebidas gaseificadas, cujo teor ácido «pode promover desgaste adicional da dentina dos colos dos dentes», adianta.

Uma vez diagnosticada…

As opções de tratamento para a hipersensibilidade dentária são diversas e prescritas consoante a análise de cada caso concreto. Podem passar pela dessensibilização do nervo ou pela oclusão (fecho) do túbulo (orifício).

«No caso da dessensibilização do nervo, são usados geralmente sais de potássio, que dessensibilizam as terminações nervosas, mas têm a desvantagem de serem lentos a actuar e não permitirem o alívio completo, pois deixam os túbulos abertos. No outro caso, os túbulos são fechados, bloqueando a sensibilidade, resistindo ao ataque dos ácidos e enriquecendo os dentes com cálcio», assinala José Pedro Figueiredo.

O recurso a um dentífrico adequado pode aliviar duradouramente a dor mas esta é uma solução que deverá ser acordada entre paciente e um profissional de saúde oral, não substituindo, por norma, os tratamentos indicados, é uma medida complementar e/ou preventiva.

Quem está em risco?


Pessoas com:


  •     Recessão gengival
  •     Xerostomia (falta de saliva)
  •     Exposição anormal dos colos dos dentes (zona de passagem da raiz para a coroa do dente)
  •     Bulimia (distúrbio alimentar em que o vómito é frequente)
  •     Pessoas sujeitas a tratamentos periodontais e/ou que escovam os dentes com frequência ou intensidade excessivas


INTERESSA-LHE SABER


    Se sentir uma dor de dentes após ingestão de bebidas quentes ou frias, ou de alimentos doces ou ácidos, deve averiguar a origem deste desconforto junto de um especialista.
    «A hipersensibilidade dentária assume-se como um muito conveniente sinal de alerta para outras situações de patologia oral, na qual a intervenção precoce do estomatologista ou do médico dentista pode ser decisiva para o sucesso terapêutico e para boa qualidade de vida das pessoas», defende José Pedro Figueiredo.
    Além da perda de qualidade de vida, uma sensibilidade dentária mal tratada agrava a saúde oral e pode ser indiciadora de outras doenças da boca, como, por exemplo, as cáries, as gengivites, as patologias periodontais ou a perda de dentição.

Texto: Cláudia Pinto com José Pedro Figueiredo (estomatologista e professor auxiliar na Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra)

A responsabilidade editorial desta informação é da revista "Prevenir"

domingo, 3 de julho de 2011

Higiene oral eficaz - A importância de lavar a língua para uma limpeza completa

http://saude.sapo.pt/saude-medicina/o-corpo/artigos-gerais/higieneyoral.html


Higiene oral eficaz
A importância de lavar a língua para uma limpeza completa


Quando nos dedicamos à limpeza oral, costumamos geralmente esquecer-nos da língua.

No entanto, esta acumula bactérias que podem dar origem a mau hálito e favorecer o aparecimento de cáries e problemas nas gengivas.

Os especialistas recomendam lavar a língua de trás para a frente com a escova dos dentes ou com um raspador de língua.

É essencial que não se esqueca das zonas posteriores, onde as bactérias mais se acumulam. Tenha em particular atenção que uma língua saudável é rosada. Se perder esta cor é sintoma de que está com algum problema.


A responsabilidade editorial e científica desta informação é da revista "Prevenir"