http://saude.sapo.pt/saude-medicina/saude-no-feminino/artigos-gerais/tomar-cafe-diariamente-pode-reduzir-o-risco-de-avc.html
Tomar café diariamente pode reduzir o risco de AVC
Saiba porquê
As mulheres que bebem entre uma a duas chávenas de café por dia têm uma probabilidade menor de vir a sofrer um acidente vascular cerebral (AVC).
A conclusão é de uma investigação do Instituto Karolinska, em Estocolmo, com cerca de 35 mil mulheres (entre os 49 e 83 anos) sem historial de doenças cardiovasculares. O estudo concluiu que cerca de 22 a 25% destas mulheres têm uma probabilidade menor de desenvolver a doença do que as que não consomem a bebida.
A investigação, que teve a duração de dez anos, registou 1680 ocorrências de problemas cardíacos diversos e, após a análise dos fatores de risco, verificou que o consumo de café estava associado a um risco estatístico menor de AVC. «O café tem efeito antioxidante, diminui a acumulação de gorduras saturadas e reduz a resistência à insulina, propriedades que podem minimizar o risco de AVC», considera o neurologista Rodrigo Cunha. Ainda assim, os investigadores notam que é demasiado cedo para aconselhar alterações nos hábitos de consumo da bebida.
A responsabilidade editorial desta informação é da revista "Prevenir"
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Óleo de girassol
http://saude.sapo.pt/peso-nutricao/nutricao/artigos-gerais/oleo-de-girassol.html
Óleo de girassol
É melhor ou pior que o azeite?
São muitas as pessoas que tem esta dúvida. O óleo de girassol e o azeite são gorduras líquidas de origem vegetal com um teor em ácidos gordos polinsaturados e monoinsaturados elevado, o que lhes confere propriedades protetoras da nossa saúde cardiovascular.
Por outro lado, são gorduras com capacidade de resistirem a altas temperaturas, como as que se atingem quando fritamos alimentos, daí serem as opções mais adequadas e recomendadas para este método culinário.
A utilização de gorduras na nossa alimentação deve ser reduzida, pelo que tanto o azeite como o óleo de girassol devem ser utilizados com moderação. O azeite, pelas suas propriedades aromáticas é ótimo, não só para cozinhar mas também para dar sabor às preparações culinárias, pelo que deve ser uma das principais gorduras que deve usar.
Texto: Miguel Ângelo Rego (nutricionista e colaborador da plataforma de combate á obesidade da Direção Geral de Saúde)
A responsabilidade editorial e científica desta informação é da revista "Prevenir"
Óleo de girassol
É melhor ou pior que o azeite?
São muitas as pessoas que tem esta dúvida. O óleo de girassol e o azeite são gorduras líquidas de origem vegetal com um teor em ácidos gordos polinsaturados e monoinsaturados elevado, o que lhes confere propriedades protetoras da nossa saúde cardiovascular.
Por outro lado, são gorduras com capacidade de resistirem a altas temperaturas, como as que se atingem quando fritamos alimentos, daí serem as opções mais adequadas e recomendadas para este método culinário.
A utilização de gorduras na nossa alimentação deve ser reduzida, pelo que tanto o azeite como o óleo de girassol devem ser utilizados com moderação. O azeite, pelas suas propriedades aromáticas é ótimo, não só para cozinhar mas também para dar sabor às preparações culinárias, pelo que deve ser uma das principais gorduras que deve usar.
Texto: Miguel Ângelo Rego (nutricionista e colaborador da plataforma de combate á obesidade da Direção Geral de Saúde)
A responsabilidade editorial e científica desta informação é da revista "Prevenir"
Mulheres (muito) magras
http://mulher.sapo.pt/moda-beleza/corpo-estetica/mulheres-muito-magras-1196672.html
Mulheres (muito) magras
A alimentação e os tratamentos que permitem engordar de forma saudável
Toda a roupa que veste fica-lhe larga e, apesar de comer correctamente, quase não armazena gordura, apesar de isso provavelmente não a tornar imune à celulite.
O facto de ser (muito) magra deve-se à falta de músculo ou de tónus muscular, mais pronunciado nos braços e pernas. Como consequência disso, este tipo de mulheres apresenta uma pele desidratada, tendencialmente flácida e/ou descaída.
A essa acresce, por vezes, uma situação de gordura localizada nas coxas e de mãos ossudas com pele fina e transparente. «Preencher-se», combater a flacidez e secura cutâneas, e eliminar os quilos a mais nas ancas, caso seja necessário. É o que sugerem os especialistas da Cellulem Block, neste plano que elaboraram para si.
Tratamentos recomendados
Os especialistas sugerem o tratamento Ilipo, um tratamento não-invasivo que destrói a gordura localizada sem a necessidade de cirurgia, agulhas, anestesia, dores ou tempo de recuperação. A radiofrequência com Shapetonic RFSystem, que trabalha o tecido adiposo a um nível subdérmico profundo, eliminando a flacidez e proporcionando um aspecto mais firme e jovem à pele do corpo. A termo-estimulação combinada com infravermelhos para tratar a flacidez e, por fim, a dermosucção corporal, muito eficaz contra a celulite edematosa e compacta, celulite fibrosa e efeito casca de laranja.
A alimentação que deve fazer
De acordo com o nutricionista Miguel Rego, não pode comer descontroladamente. Precisa de uma alimentação variada e calórica mas não à base de gordura. A proteína é muito importante para a formação de músculo. A lista de alimentos recomendados inclui hidratos de carbono complexos, como cereais, tubérculos e leguminosas, além de proteína de carnes, ovos, peixes, soja, lacticínios e derivados.
Além desses, deve ingerir verduras e hortaliças de todo o tipo, privilegiar gorduras como o azeite e frutos secos e aumentar o consumo de fruta. Se tem celulite e/ou problemas circulatórios, ingira mais citrinos, frutos vermelhos, quivi, manga, ananás e uvas vermelhas. Ingira também bastante água e infusões ao longo do dia.
No que se refere a alimentos desaconselhados, as notícias não podiam ser melhores. Não há! Pode, por isso, comer de tudo mas com moderação. Evite, contudo, os produtos ricos em açúcares e gorduras. No que se refere à distribuição das refeições, procure fazer cinco ou seis refeições por dia e não passe mais de três horas sem comer.
O seu pequeno-almoço e almoço devem ser abundantes. A meio da manhã, coma uma peça de fruta com casca e meio pão de mistura rico em fibras. Ao lanche, coma fruta ou um iogurte e uma mão cheia de frutos secos. Ao jantar, ingira mais hidratos de carbono, nomeadamente massa, arroz, batatas e leguminosas, porque à noite o gasto energético é mais baixo, pelo que vai ganhar peso. No que se refere a complementos alimentares, os sumos de fruta naturais e as bolachas tipo Maria são os mais aconselhados pelos especialistas.
Texto: Madalena Alçada Baptista
Mulheres (muito) magras
A alimentação e os tratamentos que permitem engordar de forma saudável
Toda a roupa que veste fica-lhe larga e, apesar de comer correctamente, quase não armazena gordura, apesar de isso provavelmente não a tornar imune à celulite.
O facto de ser (muito) magra deve-se à falta de músculo ou de tónus muscular, mais pronunciado nos braços e pernas. Como consequência disso, este tipo de mulheres apresenta uma pele desidratada, tendencialmente flácida e/ou descaída.
A essa acresce, por vezes, uma situação de gordura localizada nas coxas e de mãos ossudas com pele fina e transparente. «Preencher-se», combater a flacidez e secura cutâneas, e eliminar os quilos a mais nas ancas, caso seja necessário. É o que sugerem os especialistas da Cellulem Block, neste plano que elaboraram para si.
Tratamentos recomendados
Os especialistas sugerem o tratamento Ilipo, um tratamento não-invasivo que destrói a gordura localizada sem a necessidade de cirurgia, agulhas, anestesia, dores ou tempo de recuperação. A radiofrequência com Shapetonic RFSystem, que trabalha o tecido adiposo a um nível subdérmico profundo, eliminando a flacidez e proporcionando um aspecto mais firme e jovem à pele do corpo. A termo-estimulação combinada com infravermelhos para tratar a flacidez e, por fim, a dermosucção corporal, muito eficaz contra a celulite edematosa e compacta, celulite fibrosa e efeito casca de laranja.
A alimentação que deve fazer
De acordo com o nutricionista Miguel Rego, não pode comer descontroladamente. Precisa de uma alimentação variada e calórica mas não à base de gordura. A proteína é muito importante para a formação de músculo. A lista de alimentos recomendados inclui hidratos de carbono complexos, como cereais, tubérculos e leguminosas, além de proteína de carnes, ovos, peixes, soja, lacticínios e derivados.
Além desses, deve ingerir verduras e hortaliças de todo o tipo, privilegiar gorduras como o azeite e frutos secos e aumentar o consumo de fruta. Se tem celulite e/ou problemas circulatórios, ingira mais citrinos, frutos vermelhos, quivi, manga, ananás e uvas vermelhas. Ingira também bastante água e infusões ao longo do dia.
No que se refere a alimentos desaconselhados, as notícias não podiam ser melhores. Não há! Pode, por isso, comer de tudo mas com moderação. Evite, contudo, os produtos ricos em açúcares e gorduras. No que se refere à distribuição das refeições, procure fazer cinco ou seis refeições por dia e não passe mais de três horas sem comer.
O seu pequeno-almoço e almoço devem ser abundantes. A meio da manhã, coma uma peça de fruta com casca e meio pão de mistura rico em fibras. Ao lanche, coma fruta ou um iogurte e uma mão cheia de frutos secos. Ao jantar, ingira mais hidratos de carbono, nomeadamente massa, arroz, batatas e leguminosas, porque à noite o gasto energético é mais baixo, pelo que vai ganhar peso. No que se refere a complementos alimentares, os sumos de fruta naturais e as bolachas tipo Maria são os mais aconselhados pelos especialistas.
Texto: Madalena Alçada Baptista
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Maquilhagem: Nova Temporada (os essencias desta estação)
Artigo da revista "Notícias Magazine" N.º1014 (30 de Outubro de 2011) que é parte integrante dos jornais "Jornal de Notícias" e "Diário de Notícias".
Caspa nas mulheres e nos homens
http://saude.sapo.pt/beleza-e-estetica/lista-problemas/caspa.html
Caspa
As principais causas e formas de tratamento para este problema crónico
A caspa é uma manifestação visível de problemas no couro cabeludo. Para além do incómodo evidente da proliferação de escamas brancas, enfraquece os fios do cabelo, podendo acelerar o seu ciclo de vida-queda.
Como se não bastasse, trata-se de um problema crónico, isto é, com surtos recorrentes (que vão e voltam). Precisa de mais motivos para procurar tratamento?
A caspa é um estado descamativo do couro cabeludo que ocorre como consequência de uma reprodução anormalmente acelerada das células do couro cabeludo (as escamas brancas não são mais do que células mortas do couro cabeludo).
Pode ser seca ou oleosa, dependendo do tipo de pele do couro cabeludo. A caspa seca forma escamas finas que caem facilmente sobre os ombros. Na oleosa, as partículas tendem a permanecer coladas à cabeça, em forma de placas.
Quais os sintomas?
O aparecimento de escamas é o mais óbvio, e deve-se ao facto de as células mortas se desprenderem agrupadas em vez de isoladas. Também provoca comichão por toda a cabeça.
Qual a sua causa?
Na maioria dos casos, a caspa ocorre quando um fungo inofensivo (que vive na nossa pele) se multiplica no couro cabeludo, causando uma irritação que acelera a renovação celular nesta região (um processo que, habitualmente, ocorre em ciclos de 28 dias).
Perturbado, o couro cabeludo produz demasiadas células que não têm tempo suficiente para receber os nutrientes essenciais, perdem coesão e desprendem-se, à superfície. Entre os factores desencadeantes deste processo estão o stress, a fadiga, a seborreia (hipersecrecção das glândulas sebáceas), as alterações hormonais e a poluição.
4 passos contra a caspa
Use um champô anticaspa, alternando com uma fórmula neutra de uso diário. Procure os seguintes ingredientes: sulfureto de selénio, piridintionato de zinco, cetaconazol (antifúngicos) e ácido salicílico (remove a pele morta). São os mais eficazes. O alcatrão, só se for purificado (em bruto é cancerígeno).
Ensaboe duas vezes. A primeira aplicação, remove as escamas soltas e a gordura. A segunda (deixe actuar uns minutos) é a que penetra nas células e trata.
Não passe muito dias sem lavar o cabelo: a sujidade contribui para a descamação do couro cabeludo. Se necessário, lave diariamente.
Consulte um dermatologista para uma terapêutica personalizada: para além do tratamento tópico (champô, pomada...), pode incluir a prescrição de antifúngicos orais.
Texto: Fernanda Soares
A responsabilidade editorial e científica desta informação é da revista "Prevenir"
http://saude.sapo.pt/saude-medicina/saude-do-homem/artigos-gerais/caspa-no-masculino.html
Caspa no masculino
Quase metade dos homens são afectados por este problema, mas os avanços na área da dermatologia já ajudam a combatê-lo
A caspa é um estado descamativo causado por uma reprodução anormalmente acelerada das células do couro cabeludo. O aparecimento das escamas é o sinal mais óbvio e deve-se ao facto das células se desprenderem agrupadas em vez de isoladas por não terem tempo de secar. Sente-se também comichão em toda a cabeça.
As causas da caspa ou pitiriasis desconhecem-se. No entanto, está associada, como responsável ou agravante, a um incremento desproporcionado de malassezia furfur ou pytirosporum ovale, um fungo presente na flora microbiana do couro cabeludo.
Raramente aparece nas crianças e nos idosos e é mais frequente nos homens do que nas mulheres, supondo-se, por este motivo, que por detrás dela exista um factor hormonal ou, pelo menos, uma predisposição para a ter. O stress também parece desencadear ou agravar alguns casos.
Como combater a caspa:
1. Distinguir o tipo de caspa
A caspa simples é do tipo seco e forma escamas finas que caem facilmente sobre os ombros. Quando o couro cabeludo é oleoso, as partículas tendem a permanecer pegadas à pele formando placas. Neste caso, é importante utilizar produtos específicos para combater a caspa, mas também o excesso de oleosidade, que pode trazer complicações, inclusivamente a queda de cabelo.
2. Regular a microflora
Comprovou-se que a população de malasezzia diminui mediante o uso de um champô anticaspa que inclua activos antifúngicos e anti-sépticos. Não aplique nenhum outro champô imediatamente depois, já que é necessário que os seus componentes fiquem depositados no couro cabeludo para prolongar a sua acção. O efeito pode reforçar-se com o uso de loções que podem ser aplicadas entre as lavagens.
3. Eliminar as células mortas
O seu excesso asfixia o couro cabeludo e irrita a epiderme. Por esta razão e para atenuar a presença das escamas inestéticas, os tratamentos anticaspa costumam incorporar substâncias queratolíticas que facilitam o seu despegamento do couro cabeludo. Nos cabeleireiros e centros especializados, é possível submeter-se a tratamentos de esfoliação do couro cabeludo, especialmente recomendados quando o problema passa por uma fase aguda.
4. Acalmar a comichão
A acção irritante da pele morta e os resíduos da malasezzia são responsáveis pela sensação de prurido que se agudiza quando a caspa é gordurosa. Por isso, é comum encontrar nos tratamentos para a caspa ingredientes de efeito calmante, para aliviar a irritação, assim como outros refrescantes, que tornam a sua utilização mais agradável.
Tecnologias que ajudam a combater a caspa
1. Radiofrequência
Emissão de ondas electromagnéticas que fazem vibrar as moléculas de forma a gerar calor. Este origina uma vasodilatação que potencia o fluxo sanguíneo. Facilita também a acção de substâncias terapêuticas. Há equipamentos que melhoram os casos de caspa, queda, oleosidade e debilidade.
2. Laser
Os lasers de baixa frequência ou frios transmitem uma energia lumínica fácil de absorver por parte das células cutâneas. Estas transformam-na em calor, criando um efeito semelhante ao da radiofrequência. À semelhança desta última, os lasers são usados contra a calvície, excesso ou falta de oleosidade.
3. Ozonoterapia
O ozono é um gás com um grande poder estimulador do metabolismo. Melhora a microcirculação e tem um efeito antiradicalar, mas é sobretudo um antiséptico natural contra todo o tipo de de microrganismos. Para além de melhorar o estado do cabelo, permite limpar a fundo a pele e os folículos, o que o converte num aliado de quem tem um cabelo oleoso ou caspa.
Texto: Rita Caetano
A responsabilidade editorial desta informação é da revista "Ultimate Beauty"
Caspa
As principais causas e formas de tratamento para este problema crónico
A caspa é uma manifestação visível de problemas no couro cabeludo. Para além do incómodo evidente da proliferação de escamas brancas, enfraquece os fios do cabelo, podendo acelerar o seu ciclo de vida-queda.
Como se não bastasse, trata-se de um problema crónico, isto é, com surtos recorrentes (que vão e voltam). Precisa de mais motivos para procurar tratamento?
A caspa é um estado descamativo do couro cabeludo que ocorre como consequência de uma reprodução anormalmente acelerada das células do couro cabeludo (as escamas brancas não são mais do que células mortas do couro cabeludo).
Pode ser seca ou oleosa, dependendo do tipo de pele do couro cabeludo. A caspa seca forma escamas finas que caem facilmente sobre os ombros. Na oleosa, as partículas tendem a permanecer coladas à cabeça, em forma de placas.
Quais os sintomas?
O aparecimento de escamas é o mais óbvio, e deve-se ao facto de as células mortas se desprenderem agrupadas em vez de isoladas. Também provoca comichão por toda a cabeça.
Qual a sua causa?
Na maioria dos casos, a caspa ocorre quando um fungo inofensivo (que vive na nossa pele) se multiplica no couro cabeludo, causando uma irritação que acelera a renovação celular nesta região (um processo que, habitualmente, ocorre em ciclos de 28 dias).
Perturbado, o couro cabeludo produz demasiadas células que não têm tempo suficiente para receber os nutrientes essenciais, perdem coesão e desprendem-se, à superfície. Entre os factores desencadeantes deste processo estão o stress, a fadiga, a seborreia (hipersecrecção das glândulas sebáceas), as alterações hormonais e a poluição.
4 passos contra a caspa
Use um champô anticaspa, alternando com uma fórmula neutra de uso diário. Procure os seguintes ingredientes: sulfureto de selénio, piridintionato de zinco, cetaconazol (antifúngicos) e ácido salicílico (remove a pele morta). São os mais eficazes. O alcatrão, só se for purificado (em bruto é cancerígeno).
Ensaboe duas vezes. A primeira aplicação, remove as escamas soltas e a gordura. A segunda (deixe actuar uns minutos) é a que penetra nas células e trata.
Não passe muito dias sem lavar o cabelo: a sujidade contribui para a descamação do couro cabeludo. Se necessário, lave diariamente.
Consulte um dermatologista para uma terapêutica personalizada: para além do tratamento tópico (champô, pomada...), pode incluir a prescrição de antifúngicos orais.
Texto: Fernanda Soares
A responsabilidade editorial e científica desta informação é da revista "Prevenir"
http://saude.sapo.pt/saude-medicina/saude-do-homem/artigos-gerais/caspa-no-masculino.html
Caspa no masculino
Quase metade dos homens são afectados por este problema, mas os avanços na área da dermatologia já ajudam a combatê-lo
A caspa é um estado descamativo causado por uma reprodução anormalmente acelerada das células do couro cabeludo. O aparecimento das escamas é o sinal mais óbvio e deve-se ao facto das células se desprenderem agrupadas em vez de isoladas por não terem tempo de secar. Sente-se também comichão em toda a cabeça.
As causas da caspa ou pitiriasis desconhecem-se. No entanto, está associada, como responsável ou agravante, a um incremento desproporcionado de malassezia furfur ou pytirosporum ovale, um fungo presente na flora microbiana do couro cabeludo.
Raramente aparece nas crianças e nos idosos e é mais frequente nos homens do que nas mulheres, supondo-se, por este motivo, que por detrás dela exista um factor hormonal ou, pelo menos, uma predisposição para a ter. O stress também parece desencadear ou agravar alguns casos.
Como combater a caspa:
1. Distinguir o tipo de caspa
A caspa simples é do tipo seco e forma escamas finas que caem facilmente sobre os ombros. Quando o couro cabeludo é oleoso, as partículas tendem a permanecer pegadas à pele formando placas. Neste caso, é importante utilizar produtos específicos para combater a caspa, mas também o excesso de oleosidade, que pode trazer complicações, inclusivamente a queda de cabelo.
2. Regular a microflora
Comprovou-se que a população de malasezzia diminui mediante o uso de um champô anticaspa que inclua activos antifúngicos e anti-sépticos. Não aplique nenhum outro champô imediatamente depois, já que é necessário que os seus componentes fiquem depositados no couro cabeludo para prolongar a sua acção. O efeito pode reforçar-se com o uso de loções que podem ser aplicadas entre as lavagens.
3. Eliminar as células mortas
O seu excesso asfixia o couro cabeludo e irrita a epiderme. Por esta razão e para atenuar a presença das escamas inestéticas, os tratamentos anticaspa costumam incorporar substâncias queratolíticas que facilitam o seu despegamento do couro cabeludo. Nos cabeleireiros e centros especializados, é possível submeter-se a tratamentos de esfoliação do couro cabeludo, especialmente recomendados quando o problema passa por uma fase aguda.
4. Acalmar a comichão
A acção irritante da pele morta e os resíduos da malasezzia são responsáveis pela sensação de prurido que se agudiza quando a caspa é gordurosa. Por isso, é comum encontrar nos tratamentos para a caspa ingredientes de efeito calmante, para aliviar a irritação, assim como outros refrescantes, que tornam a sua utilização mais agradável.
Tecnologias que ajudam a combater a caspa
1. Radiofrequência
Emissão de ondas electromagnéticas que fazem vibrar as moléculas de forma a gerar calor. Este origina uma vasodilatação que potencia o fluxo sanguíneo. Facilita também a acção de substâncias terapêuticas. Há equipamentos que melhoram os casos de caspa, queda, oleosidade e debilidade.
2. Laser
Os lasers de baixa frequência ou frios transmitem uma energia lumínica fácil de absorver por parte das células cutâneas. Estas transformam-na em calor, criando um efeito semelhante ao da radiofrequência. À semelhança desta última, os lasers são usados contra a calvície, excesso ou falta de oleosidade.
3. Ozonoterapia
O ozono é um gás com um grande poder estimulador do metabolismo. Melhora a microcirculação e tem um efeito antiradicalar, mas é sobretudo um antiséptico natural contra todo o tipo de de microrganismos. Para além de melhorar o estado do cabelo, permite limpar a fundo a pele e os folículos, o que o converte num aliado de quem tem um cabelo oleoso ou caspa.
Texto: Rita Caetano
A responsabilidade editorial desta informação é da revista "Ultimate Beauty"
Acessórios Halloween
Hoje à noite celebra-se o Halloween.
Por isso algumas marcas de acessórios lançaram artigos para este dia festivo
Vou deixar aqui alguns:
Site da Accessorize: http://www.accessorize.com/
Veja mais artigos da colecção Halloween da Claire's Teens: http://www.claires.com/store/the-goods/Teens/cat610020/What%27s-Hot/Halloween/
Veja mais artigos da colecção Halloween da Claire's Tweens: http://www.claires.com/store/the-goods/Tweens/cat610028/What%27s-Hot/Halloween/
Veja mais artigos da colecção Halloween da Claire's Kids: http://www.claires.com/store/the-goods/Kids/cat610036/Shop-by-Category/Halloween/
Por isso algumas marcas de acessórios lançaram artigos para este dia festivo
Vou deixar aqui alguns:
![]() |
| Scary Witch Earrings da Accessorize |
![]() |
| Sequin Devil Horn Clic Clacs da Accessorize |
| Woven Web Necklace da Claire's |
| Devil Horns Headband da Claire's |
| Creepy Crawler Spider Drops da Claire's |
| Feel It in Your Bones Necklace da Claire's |
| Halloween Boa Witch Hat Headband da Claire's |
| Web On Drops da Claire's |
| Glittery Mini Witch Hat Hair Clip da Claire's |
| Bright Striped Witch Hat Headband da Claire's |
| Sassy Witch Necklace da Claire's |
| All Eyes On You Cat Drops da Claire's |
domingo, 30 de outubro de 2011
Cancro mama: Dieta saudável anti-cancro da mama
Dieta saudável anti-cancro da mama
Siga as recomendações de Ana Paula Avillez, médica imagiologista especialista em Senologia
A dieta pode influenciar o risco de cancro da mama?
Com base em vários estudos é credível que o tipo de alimentação esteja de alguma forma relacionado com o risco de cancro da mama. Trata-se de uma doença seis a dez vezes mais frequente nos países ocidentais do que nos asiáticos.
Esta diferença não é, pelo menos em grande parte, devida a factores genéticos, dado que a descendência das mulheres asiáticas que migram para países com elevado risco, como por exemplo os Estados Unidos, acaba por ter uma incidência sobreponível à da população hospedeira, ao fim de cerca de duas gerações.
Através do cruzamento de dados recolhidos em várias observações, admite-se que as dietas hipercalóricas, típicas dos países ocidentais, ricas em gorduras saturadas, açúcares, produtos industrializados e agentes de conservação, aumentam o risco de cancro da mama.
Alimentos ricos em gordura saturada (carnes vermelhas, lacticínios gordos como a manteiga, as natas e os queijos gordos), assim como os alimentos com eles cozinhados (doces, folhados, bolos), estão associados a aumento do risco de doença arteriosclerótica (depósito de gordura nas artérias). Alimentos ricos em gorduras insaturadas (azeite e óleo de soja e girassol) têm menos efeitos arterioscleróticos.
Parece assim razoável, com base nos dados disponíveis relativamente ao cancro da mama e da doença arteriosclerótica, aconselhar uma alimentação mais rica em gorduras saudáveis insaturadas (mono e polinsaturadas), com o aumento do consumo de azeite, de soja e de outras fontes das mesmas, nozes e óleos vegetais, ricos em ácidos gordos ómega 6, de peixes gordos, ricos em ácidos gordos ómega 3, em vez de carnes, lacticínios e alimentos processados.
Relativamente aos lacticínios, admite-se que fundamentalmente o queijo e o leite gordos estejam associados a um aumento do risco de cancro da mama. Também o consumo elevado de álcool está associado a aumento do risco de neoplasia da mama.
Os fitoestrogéneos correspondem a produtos que contêm estrogéneos em plantas («fito» significa planta em grego). Dentro destes encontram-se a soja, os cereais, como o trigo, o arroz integral, a cevada, a aveia integral, a cenoura, a cebola, o milho, o feijão, a ervilha, vários frutos, como as cerejas, as maçãs, etc.
A forma de se assegurar a presença de fitoestrogéneos na dieta é tendo uma alimentação rica em fruta e vegetais. Admite-se que a abundância destes produtos nas dietas dos países orientais possa estar relacionada com a baixa incidência do cancro da mama nos mesmos. Contudo, ainda nada está provado.
No entanto, os dados já existentes sobre o risco de cancro da mama associado à terapêutica hormonal de substituição (TSH) levam a que cada vez mais se usem produtos «naturais» contendo fitoestrogéneos na menopausa.
Os agentes antioxidantes como o mineral selénio e as vitaminas A, C e E encontrados em vegetais, frutos e cereais têm efeito protector devido à sua actividade antioxidante, estando envolvidos no controlo da multiplicação celular, do que se depreende a importância que podem ter na carcinogénese, actuando como agentes protectores contra vários tipos de cancros.
Relativamente a bebidas como o café, nunca foi demonstrada qualquer associação entre o seu consumo e o aumento do risco de cancro da mama. No que respeita ao chá preto, de acordo com vários estudos, parece constituir um factor protector, contrariamente ao chá verde em que não foi demonstrada qualquer relação.
Do que foi exposto pode concluir-se que uma alimentação equilibrada, pobre em calorias, evitando as gorduras animais e os alimentos açucarados e, em contrapartida, rica em fibra, com aumento do consumo de cereais, vegetais e frutos, é mais saudável, prevenindo várias doenças, nomeadamente a arteriosclerose e vários tipos de cancros.
Este tipo de alimentação deve iniciar-se durante a gravidez, dado que vai influenciar o desenvolvimento do feto, e é fundamental que prossiga ao longo da infância e adolescência, dado que há indícios de que possam ter maior influência no risco de desenvolver cancro da mama do que as dietas consumidas na idade adulta.
De facto, há dados que indicam que uma dieta rica em carne e pobre em vegetais, cereais e frutos diminui a idade de aparecimento da primeira menstruação (menarca) e aumenta a idade da menopausa, conduzindo assim a um aumento discreto do risco de cancro da mama.
DIETA SAUDÁVEL
- Pobre em calorias.
- Pobre em sal.
- Preferência por cozidos, grelhados, assados sem molho e estufados simples (sem refogar). A carne não deve ficar queimada.
1) Reduzir ou eliminar:
- Gorduras animais saturadas (carnes vermelhas, manteiga, natas, queijos gordos, banha).
- Açúcares e derivados (bolos, bebidas açucaradas, etc.).
- Bebidas alcoólicas.
2) Aumentar o consumo de:
- Fibras através do uso de hortaliças e de fruta.
- Peixes ricos em gordura saudável (ácidos gordos ómega 3), como salmão, sardinha, atum, cavala, sarda, sável, etc.
- Alimentos que possuem substâncias antioxidantes:
a) Vitaminas A, C e E: encontram-se nos vegetais de cor escura (couves, espinafres, brócolos, cenouras) e nos frutos de cor laranja (laranja, melão, alperce).
b) Minerais (selénio): encontram-se nos legumes (cebola e alho fresco).
d) Fitoquímicos: encontram-se no tomate, couves, chá verde, azeite virgem, cacau, limão, uvas, etc.
3) Seis a sete refeições por dia, comendo devagar, mastigando bem.
4) Beber bastante água para diminuir o apetite.
Fonte: 34 Copa B - Guia prático sobre a mama, a saúde e a sexualidade, Ana Paula Avillez (médica imagiologista especialista em Senologia), editora Academia do Livro
http://saude.sapo.pt/peso-nutricao/nutricao/artigos-gerais/dieta-saudavel-anti-cancro-da-mama.html
Siga as recomendações de Ana Paula Avillez, médica imagiologista especialista em Senologia
A dieta pode influenciar o risco de cancro da mama?
Com base em vários estudos é credível que o tipo de alimentação esteja de alguma forma relacionado com o risco de cancro da mama. Trata-se de uma doença seis a dez vezes mais frequente nos países ocidentais do que nos asiáticos.
Esta diferença não é, pelo menos em grande parte, devida a factores genéticos, dado que a descendência das mulheres asiáticas que migram para países com elevado risco, como por exemplo os Estados Unidos, acaba por ter uma incidência sobreponível à da população hospedeira, ao fim de cerca de duas gerações.
Através do cruzamento de dados recolhidos em várias observações, admite-se que as dietas hipercalóricas, típicas dos países ocidentais, ricas em gorduras saturadas, açúcares, produtos industrializados e agentes de conservação, aumentam o risco de cancro da mama.
Alimentos ricos em gordura saturada (carnes vermelhas, lacticínios gordos como a manteiga, as natas e os queijos gordos), assim como os alimentos com eles cozinhados (doces, folhados, bolos), estão associados a aumento do risco de doença arteriosclerótica (depósito de gordura nas artérias). Alimentos ricos em gorduras insaturadas (azeite e óleo de soja e girassol) têm menos efeitos arterioscleróticos.
Parece assim razoável, com base nos dados disponíveis relativamente ao cancro da mama e da doença arteriosclerótica, aconselhar uma alimentação mais rica em gorduras saudáveis insaturadas (mono e polinsaturadas), com o aumento do consumo de azeite, de soja e de outras fontes das mesmas, nozes e óleos vegetais, ricos em ácidos gordos ómega 6, de peixes gordos, ricos em ácidos gordos ómega 3, em vez de carnes, lacticínios e alimentos processados.
Relativamente aos lacticínios, admite-se que fundamentalmente o queijo e o leite gordos estejam associados a um aumento do risco de cancro da mama. Também o consumo elevado de álcool está associado a aumento do risco de neoplasia da mama.
Os fitoestrogéneos correspondem a produtos que contêm estrogéneos em plantas («fito» significa planta em grego). Dentro destes encontram-se a soja, os cereais, como o trigo, o arroz integral, a cevada, a aveia integral, a cenoura, a cebola, o milho, o feijão, a ervilha, vários frutos, como as cerejas, as maçãs, etc.
A forma de se assegurar a presença de fitoestrogéneos na dieta é tendo uma alimentação rica em fruta e vegetais. Admite-se que a abundância destes produtos nas dietas dos países orientais possa estar relacionada com a baixa incidência do cancro da mama nos mesmos. Contudo, ainda nada está provado.
No entanto, os dados já existentes sobre o risco de cancro da mama associado à terapêutica hormonal de substituição (TSH) levam a que cada vez mais se usem produtos «naturais» contendo fitoestrogéneos na menopausa.
Os agentes antioxidantes como o mineral selénio e as vitaminas A, C e E encontrados em vegetais, frutos e cereais têm efeito protector devido à sua actividade antioxidante, estando envolvidos no controlo da multiplicação celular, do que se depreende a importância que podem ter na carcinogénese, actuando como agentes protectores contra vários tipos de cancros.
Relativamente a bebidas como o café, nunca foi demonstrada qualquer associação entre o seu consumo e o aumento do risco de cancro da mama. No que respeita ao chá preto, de acordo com vários estudos, parece constituir um factor protector, contrariamente ao chá verde em que não foi demonstrada qualquer relação.
Do que foi exposto pode concluir-se que uma alimentação equilibrada, pobre em calorias, evitando as gorduras animais e os alimentos açucarados e, em contrapartida, rica em fibra, com aumento do consumo de cereais, vegetais e frutos, é mais saudável, prevenindo várias doenças, nomeadamente a arteriosclerose e vários tipos de cancros.
Este tipo de alimentação deve iniciar-se durante a gravidez, dado que vai influenciar o desenvolvimento do feto, e é fundamental que prossiga ao longo da infância e adolescência, dado que há indícios de que possam ter maior influência no risco de desenvolver cancro da mama do que as dietas consumidas na idade adulta.
De facto, há dados que indicam que uma dieta rica em carne e pobre em vegetais, cereais e frutos diminui a idade de aparecimento da primeira menstruação (menarca) e aumenta a idade da menopausa, conduzindo assim a um aumento discreto do risco de cancro da mama.
DIETA SAUDÁVEL
- Pobre em calorias.
- Pobre em sal.
- Preferência por cozidos, grelhados, assados sem molho e estufados simples (sem refogar). A carne não deve ficar queimada.
1) Reduzir ou eliminar:
- Gorduras animais saturadas (carnes vermelhas, manteiga, natas, queijos gordos, banha).
- Açúcares e derivados (bolos, bebidas açucaradas, etc.).
- Bebidas alcoólicas.
2) Aumentar o consumo de:
- Fibras através do uso de hortaliças e de fruta.
- Peixes ricos em gordura saudável (ácidos gordos ómega 3), como salmão, sardinha, atum, cavala, sarda, sável, etc.
- Alimentos que possuem substâncias antioxidantes:
a) Vitaminas A, C e E: encontram-se nos vegetais de cor escura (couves, espinafres, brócolos, cenouras) e nos frutos de cor laranja (laranja, melão, alperce).
b) Minerais (selénio): encontram-se nos legumes (cebola e alho fresco).
d) Fitoquímicos: encontram-se no tomate, couves, chá verde, azeite virgem, cacau, limão, uvas, etc.
3) Seis a sete refeições por dia, comendo devagar, mastigando bem.
4) Beber bastante água para diminuir o apetite.
Fonte: 34 Copa B - Guia prático sobre a mama, a saúde e a sexualidade, Ana Paula Avillez (médica imagiologista especialista em Senologia), editora Academia do Livro
http://saude.sapo.pt/peso-nutricao/nutricao/artigos-gerais/dieta-saudavel-anti-cancro-da-mama.html
Cancro mama: A recidiva do cancro da mama
A recidiva do cancro da mama
As respostas da ciência para o reaparecimento do tumor após o seu tratamento
Chama-se recidiva ou recorrência ao reaparecimento do cancro, após tratamento. A terapêutica depende essencialmente da extensão com que aparece o tumor e da sua localização. Por exemplo, a recidiva na mama submetida a cirurgia conservadora, sem evidência de disseminação da doença a outros locais, pode tratar-se com mastectomia.
Se aparecerem metástases, ou seja, focos tumorais em sítios distantes, é necessária uma terapêutica sistémica para desacelerar a progressão da doença. Esta pode constar de quimioterapia, hormonoterapia ou imunoterapia. A radioterapia pode também ser útil, fundamentalmente nas metástases ósseas.
São também muitas vezes necessários cuidados paliativos, ou seja, tratamentos que têm por objectivo não a cura mas o alívio dos sintomas causados pela doença ou pelas terapêuticas aplicadas, com a consequente melhoria da qualidade de vida. Nesta linha engloba-se, por exemplo, a terapêutica da dor.
Fonte: 34 Copa B - Guia prático sobre a mama, a saúde e a sexualidade, Ana Paula Avillez (médica imagiologista especialista em Senologia), editora Academia do Livro
http://saude.sapo.pt/saude-medicina/saude-no-feminino/artigos-gerais/a-recidiva-do-cancro-da-mama.html
As respostas da ciência para o reaparecimento do tumor após o seu tratamento
Chama-se recidiva ou recorrência ao reaparecimento do cancro, após tratamento. A terapêutica depende essencialmente da extensão com que aparece o tumor e da sua localização. Por exemplo, a recidiva na mama submetida a cirurgia conservadora, sem evidência de disseminação da doença a outros locais, pode tratar-se com mastectomia.
Se aparecerem metástases, ou seja, focos tumorais em sítios distantes, é necessária uma terapêutica sistémica para desacelerar a progressão da doença. Esta pode constar de quimioterapia, hormonoterapia ou imunoterapia. A radioterapia pode também ser útil, fundamentalmente nas metástases ósseas.
São também muitas vezes necessários cuidados paliativos, ou seja, tratamentos que têm por objectivo não a cura mas o alívio dos sintomas causados pela doença ou pelas terapêuticas aplicadas, com a consequente melhoria da qualidade de vida. Nesta linha engloba-se, por exemplo, a terapêutica da dor.
Fonte: 34 Copa B - Guia prático sobre a mama, a saúde e a sexualidade, Ana Paula Avillez (médica imagiologista especialista em Senologia), editora Academia do Livro
http://saude.sapo.pt/saude-medicina/saude-no-feminino/artigos-gerais/a-recidiva-do-cancro-da-mama.html
Cancro mama: Medicina física e de reabilitação no cancro da mama
Medicina física e de reabilitação no cancro da mama
O seu papel no processo de recuperação após a realização de uma cirurgia e os cuidados a ter
A medicina física e de reabilitação tem por objectivo a prevenção e o tratamento das complicações, que podem surgir após a cirurgia, no membro superior do lado operado.
As principais são a dor, a limitação de movimentos com possível repercussão nas actividades da vida diária, a falta de sensibilidade na parte superior e interna do braço, o edema linfático (inchaço), que pode surgir logo após a cirurgia ou muito tempo depois, por vezes vários anos. Este resulta da remoção dos gânglios linfáticos axilares tornando mais lento o fluxo da linfa.
Para as prevenir, podem ser feitos exercícios que serão ensinados pela equipa de reabilitação e que serão adaptados de forma gradual, de modo a serem bem tolerados, não causando cansaço excessivo. Com estes exercícios pretende-se que o membro superior do lado operado não fique com limitação da mobilidade e, simultaneamente, facilitam a drenagem linfática prevenindo o edema linfático.
Com o objectivo de facilitar a drenagem linfática é desaconselhado do lado operado o uso de objectos apertados, como pulseiras ou relógios, a medição da pressão arterial, a realização de grandes esforços ou carregar pesos, a prática de movimentos repetitivos, a colheita de sangue para análise, etc.
São aconselhadas uma série de precauções nas actividades do dia-a-dia visando evitar infecções. Lembre-se de que a circulação linfática tem um importante papel nas defesas do nosso corpo e que no caso da mulher submetida a esvaziamento ganglionar axilar está comprometida do lado operado, tornando-o mais vulnerável à infecção.
Devem assim ser prevenidas todas as situações que possam ferir ou queimar a pele, incluindo mesmo as queimaduras provocadas pelo sol. Desta forma, é aconselhada a depilação da axila com máquina eléctrica ou com cremes depilatórios, devendo banir-se o uso de lâminas.
Devem usar-se luvas de material resistente para lavar a loiça, a roupa e para a execução de trabalhos de jardinagem, luvas acolchoadas para mexer no forno, dedal para costurar, etc.
Há que evitar injecções no braço do lado operado, bem como receber soro. Deve ter-se cuidado evitando substâncias que possam ser irritantes para a pele. É ainda aconselhado o uso de um creme hidratante para protecção da pele.
Estes cuidados devem ser mantidos durante toda a vida, mesmo que nunca tenham surgido complicações. No caso de se ferir na mão ou no braço do lado operado, de ser picada por um insecto, de sofrer uma queimadura mesmo que solar, ou se notar alguma alteração, nomeadamente «vermelhidão», calor ou «inchaço», deve contactar o médico.
Uma vez instalado o edema linfático, o seu tratamento baseia-se na execução de exercícios, drenagem linfática manual (massagem) ou utilizando uma máquina (pressoterapia). São colocadas inicialmente ligaduras elásticas e posteriormente é recomendado o uso de mangas elásticas. Pode ser necessário recorrer à administração de medicamentos.
Em determinadas instituições de saúde têm sido criados programas de prevenção e tratamento multidisciplinares que contam com a colaboração de vários profissionais, nomeadamente médicos fisiatras, técnicos de fisioterapia, terapeutas ocupacionais, psicólogos, dietistas e assistentes sociais.
Estes programas englobam sessões em grupo para mulheres mastectomizadas ou submetidas a cirurgia conservadora seguida de esvaziamento ganglionar axilar, em que são dados conselhos para a actividade diária, são feitos exercícios, cinesioterapia respiratória, é dado apoio psicológico, nutricional e psicossocial. Estas sessões têm uma frequência bissemanal e prolongam-se por seis semanas.
A medicina física e de reabilitação pode ajudar no tratamento das outras complicações:
- Na dor, através do uso de agentes físicos analgésicos, por exemplo TENS (corrente eléctrica analgésica) ou massagens de relaxamento.
- Na limitação articular pela execução de determinados exercícios/actividades.
É muito importante ensinar às doentes novas estratégias para desempenharem as suas actividades diárias, de modo a prevenir as complicações mencionadas.
Fonte: 34 Copa B - Guia prático sobre a mama, a saúde e a sexualidade, Ana Paula Avillez (médica imagiologista especialista em Senologia), editora Academia do Livro
http://saude.sapo.pt/saude-medicina/saude-no-feminino/artigos-gerais/medicina-fisica-e-de-reabilitacao-no-cancro-da-mama.html
O seu papel no processo de recuperação após a realização de uma cirurgia e os cuidados a ter
A medicina física e de reabilitação tem por objectivo a prevenção e o tratamento das complicações, que podem surgir após a cirurgia, no membro superior do lado operado.
As principais são a dor, a limitação de movimentos com possível repercussão nas actividades da vida diária, a falta de sensibilidade na parte superior e interna do braço, o edema linfático (inchaço), que pode surgir logo após a cirurgia ou muito tempo depois, por vezes vários anos. Este resulta da remoção dos gânglios linfáticos axilares tornando mais lento o fluxo da linfa.
Para as prevenir, podem ser feitos exercícios que serão ensinados pela equipa de reabilitação e que serão adaptados de forma gradual, de modo a serem bem tolerados, não causando cansaço excessivo. Com estes exercícios pretende-se que o membro superior do lado operado não fique com limitação da mobilidade e, simultaneamente, facilitam a drenagem linfática prevenindo o edema linfático.
Com o objectivo de facilitar a drenagem linfática é desaconselhado do lado operado o uso de objectos apertados, como pulseiras ou relógios, a medição da pressão arterial, a realização de grandes esforços ou carregar pesos, a prática de movimentos repetitivos, a colheita de sangue para análise, etc.
São aconselhadas uma série de precauções nas actividades do dia-a-dia visando evitar infecções. Lembre-se de que a circulação linfática tem um importante papel nas defesas do nosso corpo e que no caso da mulher submetida a esvaziamento ganglionar axilar está comprometida do lado operado, tornando-o mais vulnerável à infecção.
Devem assim ser prevenidas todas as situações que possam ferir ou queimar a pele, incluindo mesmo as queimaduras provocadas pelo sol. Desta forma, é aconselhada a depilação da axila com máquina eléctrica ou com cremes depilatórios, devendo banir-se o uso de lâminas.
Devem usar-se luvas de material resistente para lavar a loiça, a roupa e para a execução de trabalhos de jardinagem, luvas acolchoadas para mexer no forno, dedal para costurar, etc.
Há que evitar injecções no braço do lado operado, bem como receber soro. Deve ter-se cuidado evitando substâncias que possam ser irritantes para a pele. É ainda aconselhado o uso de um creme hidratante para protecção da pele.
Estes cuidados devem ser mantidos durante toda a vida, mesmo que nunca tenham surgido complicações. No caso de se ferir na mão ou no braço do lado operado, de ser picada por um insecto, de sofrer uma queimadura mesmo que solar, ou se notar alguma alteração, nomeadamente «vermelhidão», calor ou «inchaço», deve contactar o médico.
Uma vez instalado o edema linfático, o seu tratamento baseia-se na execução de exercícios, drenagem linfática manual (massagem) ou utilizando uma máquina (pressoterapia). São colocadas inicialmente ligaduras elásticas e posteriormente é recomendado o uso de mangas elásticas. Pode ser necessário recorrer à administração de medicamentos.
Em determinadas instituições de saúde têm sido criados programas de prevenção e tratamento multidisciplinares que contam com a colaboração de vários profissionais, nomeadamente médicos fisiatras, técnicos de fisioterapia, terapeutas ocupacionais, psicólogos, dietistas e assistentes sociais.
Estes programas englobam sessões em grupo para mulheres mastectomizadas ou submetidas a cirurgia conservadora seguida de esvaziamento ganglionar axilar, em que são dados conselhos para a actividade diária, são feitos exercícios, cinesioterapia respiratória, é dado apoio psicológico, nutricional e psicossocial. Estas sessões têm uma frequência bissemanal e prolongam-se por seis semanas.
A medicina física e de reabilitação pode ajudar no tratamento das outras complicações:
- Na dor, através do uso de agentes físicos analgésicos, por exemplo TENS (corrente eléctrica analgésica) ou massagens de relaxamento.
- Na limitação articular pela execução de determinados exercícios/actividades.
É muito importante ensinar às doentes novas estratégias para desempenharem as suas actividades diárias, de modo a prevenir as complicações mencionadas.
Fonte: 34 Copa B - Guia prático sobre a mama, a saúde e a sexualidade, Ana Paula Avillez (médica imagiologista especialista em Senologia), editora Academia do Livro
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