O "Ingrediente Secreto" é um programa de culinária que da na RTP2 e é apresentado pelo Chef Henrique Sá Pesso.
Neste programa aprendemos receitas saudáveis e rápidas.
Recomendo!
http://ingredientesecreto.tv/
sábado, 30 de junho de 2012
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Receita: Tomate assado, pesto, basílico e parmesão
Ingredientes
Comece por assar o tomate. Numa assadeira coloque o alho picado, o azeite, o tomilho sobre os tomates. Leve ao forno pré-aquecido a 200º por 10 a 15 minutos, até os tomates murcharem e começarem a dourar. Entretanto, corte os pães ao meio. Barre as duas metades com o pesto. Na fatia de baixo coloque fohas de basílico, seguido de rodelas de tomate e parmesão. Finalize com rúcula.
Tipo de Cozinha: Contemporânea
N.º de pessoas: 4 Pessoas
Duração: Rápido
Dificuldade: Fácil
Fonte
- Tomates para assar: 4
- Folhas de Basílico: 1/2 ChávenaRamos de tomilho: 2
- Pães rústicos: 4
- Rúcula: q.b.
Comece por assar o tomate. Numa assadeira coloque o alho picado, o azeite, o tomilho sobre os tomates. Leve ao forno pré-aquecido a 200º por 10 a 15 minutos, até os tomates murcharem e começarem a dourar. Entretanto, corte os pães ao meio. Barre as duas metades com o pesto. Na fatia de baixo coloque fohas de basílico, seguido de rodelas de tomate e parmesão. Finalize com rúcula.
Tipo de Cozinha: Contemporânea
N.º de pessoas: 4 Pessoas
Duração: Rápido
Dificuldade: Fácil
Fonte
quinta-feira, 28 de junho de 2012
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Os benefícios do limão
Sabia que:
É bom para temperar as saladas, para os cabelos oleosos, máscaras caseiras, tónico facial,etc...
Veja aqui
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quinta-feira, 21 de junho de 2012
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Sabonetes feitos com águas termais
Vídeo
Mais um produto português e com muitos anos de história.
http://www.canavezes.com/index.php#home
Mais um produto português e com muitos anos de história.
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segunda-feira, 18 de junho de 2012
Mitos e Verdades do Chocolate
É afrodisíaco e vicia? Causa acne e celulite? Tire todas as teimas!
Afinal, o que há de tão especial no chocolate?
Existem pessoas com verdadeira compulsão e que chegam a fazer acompanhamento psicológico para tratar do vício, tamanho é o desejo irrefreável que sentem pelo chocolate.
Além disso, bombons são um presente bastante comum entre casais apaixonados - mas de onde vem esta sua fama romântica?
O chocolate é afrodisíaco e vicia
Parece que o chocolate, assim como o café e o chá, possui uma capacidade incomum para interagir com a química cerebral.Uma equipa de cientistas da Universidade de Michigan, descobriu que, bloqueando quimicamente receptores opióides no cérebro, era capaz de diminuir pela metade o consumo de chocolate em comedores compulsivos. As suas conclusões apontam indicam que "os opióides estão implicados no desejo intenso por alimentos ricos em açúcar e gorduras, particularmente chocolates".
Os pesquisadores também descobriram que o chocolate - assim como a cafeína - estimula a produção de um produto químico chamado feniletilamina. Esta substância tem sido associada há algum tempo ao "sentir-se apaixonado". É provável que explicação da sensação de extremo bem-estar ao devorarmos uma caixa de bombons passe por este caminho.
O chocolate contém nutrientes essenciais para a energia, bom humor e prevenção da insónia. Alguns destes nutrientes estão ausentes em boa parte da dieta e os cientistas acreditam que o chocolate seja a sua principal fonte. Comer vegetais folhosos verdes, como brócolos, é uma boa maneira de evitar o desejo intenso por chocolate, pois substitui algumas das substâncias que produzem o "vício".
O chocolate causa acne
Muitos dos velhos mitos sobre o chocolate e a saúde estão desmoronando sob o peso de factos científicos. Nas últimas duas décadas, as pesquisas mostraram que ele não causa - nem tão pouco agrava - os casos de acne. Um estudo, realizado no Departamento de Dermatologia da Escola de Medicina da Universidade da Pensilvânia, demonstrou que o consumo de chocolate não estava relacionado com o desenvolvimento ou agravamento da acne.
Chocolate provoca a cáries
Todos os alimentos que contêm carbohidratos fermentáveis podem contribuir para formação de cáries, mas o papel do chocolate nesta doença tem sido sobre-valorizado. Pesquisas no Forsyth Dental Center, em Boston, e na Escola de Odontologia da Universidade da Pensilvânia mostraram que o chocolate é capaz de anular o potencial acidificante do seu açúcar. Ainda, ele reduz a desmineralização - um processo directamente relacionado ao surgimento de cáries.
Pesquisas no Eastman Dental Centerin, em Rochester (estado de Nova Iorque) mostraram que o chocolate é rico em proteínas, cálcio, fosfatos e outros minerais, todos eles reconhecidamente protectores do esmalte dentário. Em resumo, o açúcar contido no chocolate pode causar cavidades nos dentes, mas não é mais perigoso que o açúcar contido nos demais alimentos. O que importa é uma boa higiene bucal, e não o tamanho da caixa de bombons.
O chocolate não contém nutrientes e ainda por cima engorda
As pessoas tendem a superestimar as calorias do chocolate. Uma barra média contém cerca de 210 calorias. Ao contrário da crença popular, a maioria das pessoas acima do peso ideal não comem quantidades excessivas de bolos, doces e similares. Na verdade, a ingestão de açúcar nestas pessoas tende a estar abaixo da média. Mais importante para o controlo do peso é o total de calorias consumidas por dia e a quantidade de energia gasta em actividades físicas.
O chocolate contém mais de 300 substâncias químicas diferentes e vários nutrientes necessários ao corpo. Calcula-se que uma barra média contenha:
A gordura (manteiga) presente no cacau dá ao chocolate a sua textura característica. Pesquisadores mostraram que esta gordura não aumenta os níveis sanguíneos de colesterol, principalmente devido ao alto conteúdo de ácido esteárico. Mais ainda: pesquisas recentes na Universidade da Califórnia mostraram que o chocolate apresenta níveis elevados de produtos químicos conhecidos como flavonóides e fenólicos - e sabe-se que alguns fenólicos podem diminuir o risco de doenças cardíacas.
Recentemente, por exemplo, pesquisas mostraram que doses moderadas de vinho tinto (um cálice por dia) exercem efeitos benéficos sobre o coração e acredita-se que isto se deva exactamente à presença destes compostos na bebida. Pois eles também estão presentes no chocolate.
Compulsão por doces
O consumo compulsivo de doces está ligado a problemas psíquicos e orgânicos. Esta é a conclusão de especialistas em nutrição que se basearam em pesquisas e entrevistas com mulheres que têm uma vontade quase irresistível de comer doces, que verificaram que a voracidade por bombons pode ser tão doentia quanto a dependência do álcool ou drogas.
A ingestão de doces geralmente é para compensar algum problema ou melhorar o humor de quem sofre da compulsão. Mas, depois, irremediavelmente, os devoradores de doces começam a ter pesadelos com a balança. É natural.
Nas últimas décadas as pessoas seguem padrões de beleza que as obrigam a desejar um corpo esguio e perfeitamente modelado e, nos consultórios, as queixas são conhecidas: se a pessoa é gorda, o consumo de doces é seguido de complexo de culpa e de recriminações sobre a falta de força de vontade.
Investigadores afirmam que a compulsão pode ser uma adaptação do organismo para suprir a deficiência de seretonina, um dos neuro-transmissores responsáveis pela comunicação entre os neurónios.
A serotonina também interfere no estado de humor e na sonolência e, quando há uma diminuição dessa substância no cérebro, a pessoa sente necessidade de ingerir açúcar.
Mas é possível comer sem culpa, desde que haja um mínimo de autodisciplina. Quem tiver uma vontade incontrolável de comer doces e não for diabético, pode optar por compotas de fruta ou outros doces sem gordura.
O doce parece ter um significado afectivo na maioria das famílias. E, em casos de carência de afectiva, a compensação acaba no próprio doce.
Fonte
Afinal, o que há de tão especial no chocolate?
Existem pessoas com verdadeira compulsão e que chegam a fazer acompanhamento psicológico para tratar do vício, tamanho é o desejo irrefreável que sentem pelo chocolate.
Além disso, bombons são um presente bastante comum entre casais apaixonados - mas de onde vem esta sua fama romântica?
O chocolate é afrodisíaco e vicia
Parece que o chocolate, assim como o café e o chá, possui uma capacidade incomum para interagir com a química cerebral.Uma equipa de cientistas da Universidade de Michigan, descobriu que, bloqueando quimicamente receptores opióides no cérebro, era capaz de diminuir pela metade o consumo de chocolate em comedores compulsivos. As suas conclusões apontam indicam que "os opióides estão implicados no desejo intenso por alimentos ricos em açúcar e gorduras, particularmente chocolates".
Os pesquisadores também descobriram que o chocolate - assim como a cafeína - estimula a produção de um produto químico chamado feniletilamina. Esta substância tem sido associada há algum tempo ao "sentir-se apaixonado". É provável que explicação da sensação de extremo bem-estar ao devorarmos uma caixa de bombons passe por este caminho.
O chocolate contém nutrientes essenciais para a energia, bom humor e prevenção da insónia. Alguns destes nutrientes estão ausentes em boa parte da dieta e os cientistas acreditam que o chocolate seja a sua principal fonte. Comer vegetais folhosos verdes, como brócolos, é uma boa maneira de evitar o desejo intenso por chocolate, pois substitui algumas das substâncias que produzem o "vício".
O chocolate causa acne
Muitos dos velhos mitos sobre o chocolate e a saúde estão desmoronando sob o peso de factos científicos. Nas últimas duas décadas, as pesquisas mostraram que ele não causa - nem tão pouco agrava - os casos de acne. Um estudo, realizado no Departamento de Dermatologia da Escola de Medicina da Universidade da Pensilvânia, demonstrou que o consumo de chocolate não estava relacionado com o desenvolvimento ou agravamento da acne.
Chocolate provoca a cáries
Todos os alimentos que contêm carbohidratos fermentáveis podem contribuir para formação de cáries, mas o papel do chocolate nesta doença tem sido sobre-valorizado. Pesquisas no Forsyth Dental Center, em Boston, e na Escola de Odontologia da Universidade da Pensilvânia mostraram que o chocolate é capaz de anular o potencial acidificante do seu açúcar. Ainda, ele reduz a desmineralização - um processo directamente relacionado ao surgimento de cáries.
Pesquisas no Eastman Dental Centerin, em Rochester (estado de Nova Iorque) mostraram que o chocolate é rico em proteínas, cálcio, fosfatos e outros minerais, todos eles reconhecidamente protectores do esmalte dentário. Em resumo, o açúcar contido no chocolate pode causar cavidades nos dentes, mas não é mais perigoso que o açúcar contido nos demais alimentos. O que importa é uma boa higiene bucal, e não o tamanho da caixa de bombons.
O chocolate não contém nutrientes e ainda por cima engorda
As pessoas tendem a superestimar as calorias do chocolate. Uma barra média contém cerca de 210 calorias. Ao contrário da crença popular, a maioria das pessoas acima do peso ideal não comem quantidades excessivas de bolos, doces e similares. Na verdade, a ingestão de açúcar nestas pessoas tende a estar abaixo da média. Mais importante para o controlo do peso é o total de calorias consumidas por dia e a quantidade de energia gasta em actividades físicas.
O chocolate contém mais de 300 substâncias químicas diferentes e vários nutrientes necessários ao corpo. Calcula-se que uma barra média contenha:
- 3 gramas de proteína
- 15% da necessidade diária de riboflavina
- 9% da necessidade diária de cálcio
- 7% da necessidade diária de ferro
A gordura (manteiga) presente no cacau dá ao chocolate a sua textura característica. Pesquisadores mostraram que esta gordura não aumenta os níveis sanguíneos de colesterol, principalmente devido ao alto conteúdo de ácido esteárico. Mais ainda: pesquisas recentes na Universidade da Califórnia mostraram que o chocolate apresenta níveis elevados de produtos químicos conhecidos como flavonóides e fenólicos - e sabe-se que alguns fenólicos podem diminuir o risco de doenças cardíacas.
Recentemente, por exemplo, pesquisas mostraram que doses moderadas de vinho tinto (um cálice por dia) exercem efeitos benéficos sobre o coração e acredita-se que isto se deva exactamente à presença destes compostos na bebida. Pois eles também estão presentes no chocolate.
Compulsão por doces
O consumo compulsivo de doces está ligado a problemas psíquicos e orgânicos. Esta é a conclusão de especialistas em nutrição que se basearam em pesquisas e entrevistas com mulheres que têm uma vontade quase irresistível de comer doces, que verificaram que a voracidade por bombons pode ser tão doentia quanto a dependência do álcool ou drogas.
A ingestão de doces geralmente é para compensar algum problema ou melhorar o humor de quem sofre da compulsão. Mas, depois, irremediavelmente, os devoradores de doces começam a ter pesadelos com a balança. É natural.
Nas últimas décadas as pessoas seguem padrões de beleza que as obrigam a desejar um corpo esguio e perfeitamente modelado e, nos consultórios, as queixas são conhecidas: se a pessoa é gorda, o consumo de doces é seguido de complexo de culpa e de recriminações sobre a falta de força de vontade.
Investigadores afirmam que a compulsão pode ser uma adaptação do organismo para suprir a deficiência de seretonina, um dos neuro-transmissores responsáveis pela comunicação entre os neurónios.
A serotonina também interfere no estado de humor e na sonolência e, quando há uma diminuição dessa substância no cérebro, a pessoa sente necessidade de ingerir açúcar.
Mas é possível comer sem culpa, desde que haja um mínimo de autodisciplina. Quem tiver uma vontade incontrolável de comer doces e não for diabético, pode optar por compotas de fruta ou outros doces sem gordura.
O doce parece ter um significado afectivo na maioria das famílias. E, em casos de carência de afectiva, a compensação acaba no próprio doce.
Fonte
domingo, 17 de junho de 2012
Comer devagar emagrece ou é um mito?
Dicas para prolongar a sua refeição e não se distrair com a televisão ou o computador
Não é seguramente a primeira vez que ouve dizer "Comer devagar emagrece", mas será simplesmente um boato ou uma verdade comprovada cientificamente?
Com o escasso tempo que se dedica no dia-a-dia a uma alimentação saudável, urge dissipar esta dúvida e perceber se vale mesmo a pena investir mais tempo nas refeições.
Um estudo da Universidade de Wageningen, na Holanda, constatou que quanto mais devagar se come, menos fome se sente.
A pesquisa foi realizada em porquinhos da Índia e gelado, verificando-se que aqueles que acabavam a sua porção em cinco minutos não ficavam tão saciados como os outros.
De acordo com os pesquisadores o ideal seria despender cerca de 30 minutos no mínimo em cada refeição, de forma a que o cérebro tenha tempo de assimilar a mensagem de que está satisfeito.
Para conseguir tal, aprenda algumas dicas para prolongar a sua refeição: reveja o seu tipo de alimentação e coloque mais alimentos para mastigar; não veja televisão enquanto come; saboreie a comida por isso tempera-a e enfeite-a; e..nada de comer com o computador à frente para poupar tempo.
Fonte
Obesidade
Investigadora portuguesa premiada por comprovar que comer devagar emagrece
A velocidade com que ingerimos os alimentos tem influência no peso corporal e comer devagar tem resultados equiparáveis aos de uma cirurgia bariátrica, revela um estudo realizado por uma investigadora portuguesa que ganhou um prémio internacional.
A investigação premiada de Júlia Galhardo durou um ano e teve por base 500 jovens obesos que estavam a ser acompanhados no Hospital Pediátrico de Bristol, em Inglaterra, com o objectivo de estudar as hormonas que estão relacionadas com os hábitos alimentares. São duas hormonas do sistema digestivo que circulam no sangue: a grelina, segregada pelo estômago e que induz a sensação de fome e o peptídeo tirosina-tirosina (PYY), segregado pelo intestino e que dá a sensação de saciedade.
Os jovens foram divididos em dois grupos e a um foi dada uma balança computorizada na qual colocavam o prato com os alimentos do almoço e do jantar e que media a velocidade a que comiam, sendo que o ritmo pré-formatado era de cerca de 300-350 gramas em 12-15 minutos. Caso a velocidade fosse superior, o computador dizia para comerem mais devagar.
Ao segundo grupo (de controlo) foi apenas fornecido aconselhamento dietético e físico.
“Passados esses doze meses fomos ver o índice de massa corporal (IMC) do grupo de controlo e do grupo estudado e o grupo relacionado com a balança tinha uma diminuição do índice de massa corporal significativamente superior à do grupo de controlo. Isto deixou-nos muito contentes porque era uma forma barata e acessível de todos diminuírem o peso”, revelou à agência Lusa a investigadora.
Júlia Galhardo apontou que é do senso comum que comer devagar faz com que se fique saciado mais depressa e não se ganhe peso, mas que ninguém tinha antes estudado o que acontecia a nível hormonal.
“No fundo há uma comunicação entre o aparelho digestivo e o cérebro, em que o aparelho digestivo diz: ‘estamos com fome, venha daí comida’. Depois de estarmos a comer, ele diz: ‘já chega, já estamos saciados, não é preciso vir mais comida’”, explicou a investigadora.
De acordo com Júlia Galhardo, quando as crianças e os adolescentes comiam de forma lenta, as hormonas que regulam a fome e a saciedade, e que tinham estado totalmente alteradas pelos maus hábitos alimentares, ficaram novamente reguladas, regularizando também a comunicação entre o sistema digestivo e o cérebro.
Segundo Júlia Galhardo, nunca se deve perder menos de trinta minutos a comer, tendo em conta que cada uma das refeições deve incluir uma sopa de legumes e um prato principal.
A investigadora espera que esta descoberta seja divulgada nos centros de saúde, campanhas de esclarecimento ou mesmo nos estabelecimentos de ensino, lembrando que este é um caso de saúde pública.
Júlia Galhardo foi premiada este ano com o Henning Andersen da Sociedade Europeia de Endocrinologia pediátrica.
Fonte
Comer devagar melhora a digestão e ajuda a não engordar
É a primeira fase da digestão. Quanto mais lenta e efetiva, maior a saciedade
Comer devagar e mastigar bem os alimentos é questão de saúde. Além disso, é um bom comportamento para quem não quer engordar.
A mastigação é a primeira fase da digestão. Quanto mais lenta e efetiva, maior, inclusive, a saciedade.
A mastigação lenta permite que as enzimas digestivas tenham mais tempo para metabolizar os alimentos.
Com o alimento adequadamente mastigado, a seleção do que deve ser aproveitado pelo organismo se faz de forma mais apropriada.
Mal mastigados, ao contrário, terminam sendo mal selecionados e o organismo absorve mais do que deveria.
Uma dica para que este comportamento vire rotina é descansar os talheres enquanto se mastiga.
Só assim vai ser possível controlar a mecânica de garfadas ininterruptas, feitas, muitas vezes, quando ainda se está com a boca cheia.
Fonte
sábado, 16 de junho de 2012
Produtos Nacionais: Pastel de nata de cereja
Sabia que o Fundão produz em média 7 mil toneladas de cereja por ano?
A Escola de Hotelaria do Fundão decidiu criar um pastel de nata de cereja.
Esta iguaria Portuguesa já é um sucesso nacional.
Aqui fica um vídeo sobre esta iguaria.
Bom apetite!
A Escola de Hotelaria do Fundão decidiu criar um pastel de nata de cereja.
Esta iguaria Portuguesa já é um sucesso nacional.
Aqui fica um vídeo sobre esta iguaria.
Bom apetite!
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Depilação saudável
Como eliminar pelos com menos riscos
Yves Vicent, um veterinário francês, foi alvo de notícia pois, ao fim de cinco anos, inventou o primeiro sistema de depilação a laser caseiro, fácil e prático de usar.
O aparelho, denominado E-one, já está à venda em França, pesa cinco quilos, custa 1350 euros alegadamente permite remover os pêlos de forma semi-permanente, graças à emissão de um flash de luz regular e homogénea que actua tanto em peles claras como em peles mais escuras.
Se as vendas em França forem bem sucedidas, o produto será lançado, numa primeiera fase, nos principais mercados europeus. Mas não precisa de esperar até lá. Já encontra por cá encontra outras alternativas:
Creme depilatório
Aplica-se sobre a zona a depilar, deixa-se o creme actuar durante alguns minutos e procede-se à remoção do produto e dos pêlos com uma espátula e água. O processo não interfere na raiz, destruindo o pêlo que estava à superfície da pele. «Faz parte dos métodos de depilação não definitiva, pois não há qualquer destruição ao nível do folículo piloso, daí que o pêlo volte a nascer», explica Manuela Cochito, dermatologista. Os pêlos não se revelam durante uma ou duas semanas.
Este método é mais indicado para a parte inferior das pernas, por ser menos sensível. Apesar de ser seguro, não deixa de ter algumas contra-indicações. «As pessoas que têm uma pele muito sensível têm reacções de irritação, pelo que se deve ter o cuidado de fazer um teste na parte interna do braço para saber como irá reagir ao creme depilatório, sobretudo quando se pretende aplicá-lo no rosto», recomenda a dermatologista.
Lâmina
Cortam-se os pêlos sem atingir a raiz, com rapidez e eficácia. «Existe o mito de que o uso da lâmina faz com que o pêlo engrosse. Apenas fica transitoriamente mais grosso àsuperfície, por ser cortado transversalmente, pois o pêlo natural acaba em cone. A raiz permanece idêntica, não sabe como é que o pêlo foi cortado», esclarece.
Os pêlos desaparecem durante uma ou duas semanas. Este método é sobretudo indicado para as pernas e axilas, porque a pele é menos sensível do que a do rosto e das virilhas.
No entanto, de acordo com a dermatologista, «não se pode usar este método em peles sensibilizadas ou doentes ou com algum tipo de eczema ou ferida», adverte.
Cera
É outro método não definitivo. A cera aquecida é aplicada na zona a depilar e, quando se puxa, os pêlos são arrancados. «Há pessoas que sofrem de foliculite, borbulhinhas na zona do buço e virilhas. Trata-se de uma foliculite irritativa que provoca um processo inflamatório, mas passa rapidamente», refere a dermatologista. Os resultados são mais duradouros do que com os outros métodos depilatórios de curta-duração, mantendo-se três ou quatro semanas.
A cera utiliza-se nos pêlos do rosto e do corpo com resultados idênticos. «Não pode ser aplicada muito quente nem repetidas muitas vezes sobre a mesma zona de modo a evitar queimaduras ou esfolamentos», alerta, contudo, a médica.
Electrólise
O pelo é destruído por uma «descarga eléctrica que se faz através de uma agulha que penetra no folículo», explica Manuela Cochito. Como se trata de um método de depilação de longo-prazo, os pêlos podem não voltar a surgir, após várias aplicações no mesmo folículo.
Aplica-se, sobretudo, «no pêlo branco, muito loiro ou ruivo, muito fino», explica a especialista. «Numa alta percentagem de casos, deixa pequenas cicatrizes punctiformes no rosto e nas virilhas», avisa, no entanto, a dermatologista, pelo que não deve ser utilizado em peles mais reativas.
Laser
Esta depilação de longo prazo utiliza uma luz coerente, com comprimentos de onda muito específicos, ideais para atingir o pêlo na raiz, quando o seu ciclo de vida o permite. «A sua maior eficácia resulta do facto de ser uma luz coerente. Aquece o alvo, danificando-o, sem afectar as estruturas em volta. É um processo muito selectivo», descreve a especialista.
Os pêlos são progressivamente eliminados e os resultados são definitivos com alguns lasers, sendo necessários cerca de cinco tratamentos. Este método é indicado para axilas, virilhas e pernas, pois o pelo do corpo é normalmente mais grosso e escuro e isso favorece a ação do laser. É menos eficaz em pêlos muito claros ou finos ou quando a pele está bronzeada ou é escura. «Quanto maior for o contraste entre o pêlo e a pele melhor o laser capta o alvo e mais eficaz é, o que implica menos sessões», explica Manuela Cochito.
Luz intensa pulsada
«Ao contrário do laser, é uma luz não-coerente (como um flash que dispara em todas as direcções) e esse seu largo espectro de actuação condiciona menor selectividade e mais danos colaterais», compara a médica. O objectivo é eliminar o pêlo pela raiz.
Os pêlos são progressivamente destruídos, renascendo com duração variável, consoante o aparelho.
O contraste entre os tons da pele e do pêlo favorece o tratamento, o que torna os pêlos do corpo mais simples de eliminar.
«Estas luzes são mais perigosas do ponto de vista da queimadura por serem menos selectivas», alerta, todavia, a especialista.
Pele lisa e suave
No que toca à depilação com cera, deve ter os seguintes cuidados:
- Exija sempre cera descartável, de modo a evitar doenças, como o papiloma vírus humano.
- Não depile zonas em que a pele apresente um pequeno corte, inflamação ou infeção.
- Não vá para a praia no dia da depilação, pois a pele está demasiado sensilbilizada por ter perdido a sua camada superficial.
«Os tratamentos de depilação com laser são feitos antes de se frequentar a praia a pele não pode ir bronzeada para não se aproximar da cor do pêlo, pois o laser precisa do contraste. Dois dias após o tratamento já pode bronzear-se», esclarece ainda a dermatologista.
Fonte: Sapo Mulher
Yves Vicent, um veterinário francês, foi alvo de notícia pois, ao fim de cinco anos, inventou o primeiro sistema de depilação a laser caseiro, fácil e prático de usar.
O aparelho, denominado E-one, já está à venda em França, pesa cinco quilos, custa 1350 euros alegadamente permite remover os pêlos de forma semi-permanente, graças à emissão de um flash de luz regular e homogénea que actua tanto em peles claras como em peles mais escuras.
Se as vendas em França forem bem sucedidas, o produto será lançado, numa primeiera fase, nos principais mercados europeus. Mas não precisa de esperar até lá. Já encontra por cá encontra outras alternativas:
Creme depilatório
Aplica-se sobre a zona a depilar, deixa-se o creme actuar durante alguns minutos e procede-se à remoção do produto e dos pêlos com uma espátula e água. O processo não interfere na raiz, destruindo o pêlo que estava à superfície da pele. «Faz parte dos métodos de depilação não definitiva, pois não há qualquer destruição ao nível do folículo piloso, daí que o pêlo volte a nascer», explica Manuela Cochito, dermatologista. Os pêlos não se revelam durante uma ou duas semanas.
Este método é mais indicado para a parte inferior das pernas, por ser menos sensível. Apesar de ser seguro, não deixa de ter algumas contra-indicações. «As pessoas que têm uma pele muito sensível têm reacções de irritação, pelo que se deve ter o cuidado de fazer um teste na parte interna do braço para saber como irá reagir ao creme depilatório, sobretudo quando se pretende aplicá-lo no rosto», recomenda a dermatologista.
Lâmina
Cortam-se os pêlos sem atingir a raiz, com rapidez e eficácia. «Existe o mito de que o uso da lâmina faz com que o pêlo engrosse. Apenas fica transitoriamente mais grosso àsuperfície, por ser cortado transversalmente, pois o pêlo natural acaba em cone. A raiz permanece idêntica, não sabe como é que o pêlo foi cortado», esclarece.
Os pêlos desaparecem durante uma ou duas semanas. Este método é sobretudo indicado para as pernas e axilas, porque a pele é menos sensível do que a do rosto e das virilhas.
No entanto, de acordo com a dermatologista, «não se pode usar este método em peles sensibilizadas ou doentes ou com algum tipo de eczema ou ferida», adverte.
Cera
É outro método não definitivo. A cera aquecida é aplicada na zona a depilar e, quando se puxa, os pêlos são arrancados. «Há pessoas que sofrem de foliculite, borbulhinhas na zona do buço e virilhas. Trata-se de uma foliculite irritativa que provoca um processo inflamatório, mas passa rapidamente», refere a dermatologista. Os resultados são mais duradouros do que com os outros métodos depilatórios de curta-duração, mantendo-se três ou quatro semanas.
A cera utiliza-se nos pêlos do rosto e do corpo com resultados idênticos. «Não pode ser aplicada muito quente nem repetidas muitas vezes sobre a mesma zona de modo a evitar queimaduras ou esfolamentos», alerta, contudo, a médica.
Electrólise
O pelo é destruído por uma «descarga eléctrica que se faz através de uma agulha que penetra no folículo», explica Manuela Cochito. Como se trata de um método de depilação de longo-prazo, os pêlos podem não voltar a surgir, após várias aplicações no mesmo folículo.
Aplica-se, sobretudo, «no pêlo branco, muito loiro ou ruivo, muito fino», explica a especialista. «Numa alta percentagem de casos, deixa pequenas cicatrizes punctiformes no rosto e nas virilhas», avisa, no entanto, a dermatologista, pelo que não deve ser utilizado em peles mais reativas.
Laser
Esta depilação de longo prazo utiliza uma luz coerente, com comprimentos de onda muito específicos, ideais para atingir o pêlo na raiz, quando o seu ciclo de vida o permite. «A sua maior eficácia resulta do facto de ser uma luz coerente. Aquece o alvo, danificando-o, sem afectar as estruturas em volta. É um processo muito selectivo», descreve a especialista.
Os pêlos são progressivamente eliminados e os resultados são definitivos com alguns lasers, sendo necessários cerca de cinco tratamentos. Este método é indicado para axilas, virilhas e pernas, pois o pelo do corpo é normalmente mais grosso e escuro e isso favorece a ação do laser. É menos eficaz em pêlos muito claros ou finos ou quando a pele está bronzeada ou é escura. «Quanto maior for o contraste entre o pêlo e a pele melhor o laser capta o alvo e mais eficaz é, o que implica menos sessões», explica Manuela Cochito.
Luz intensa pulsada
«Ao contrário do laser, é uma luz não-coerente (como um flash que dispara em todas as direcções) e esse seu largo espectro de actuação condiciona menor selectividade e mais danos colaterais», compara a médica. O objectivo é eliminar o pêlo pela raiz.
Os pêlos são progressivamente destruídos, renascendo com duração variável, consoante o aparelho.
O contraste entre os tons da pele e do pêlo favorece o tratamento, o que torna os pêlos do corpo mais simples de eliminar.
«Estas luzes são mais perigosas do ponto de vista da queimadura por serem menos selectivas», alerta, todavia, a especialista.
Pele lisa e suave
No que toca à depilação com cera, deve ter os seguintes cuidados:
- Exija sempre cera descartável, de modo a evitar doenças, como o papiloma vírus humano.
- Não depile zonas em que a pele apresente um pequeno corte, inflamação ou infeção.
- Não vá para a praia no dia da depilação, pois a pele está demasiado sensilbilizada por ter perdido a sua camada superficial.
«Os tratamentos de depilação com laser são feitos antes de se frequentar a praia a pele não pode ir bronzeada para não se aproximar da cor do pêlo, pois o laser precisa do contraste. Dois dias após o tratamento já pode bronzear-se», esclarece ainda a dermatologista.
Fonte: Sapo Mulher
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