http://mulher.sapo.pt/moda-beleza/tendencias-novidades/os-must-have-de-outono-inverno-1190888.html
Os must have de outono/inverno
O que não pode faltar no seu guarda roupa
Há peças chave para a nova temporada, confira a informação e não perca o que estará “in” para o frio!
As malhas e lãs tricotadas são os grandes “must have” de outono e inverno. Ideais para agasalhar nos dias mais frios, conferem um look atual, bem trendy e versátil, pois permitem várias conjugações, desde o casual ao hippy chic.
Elementos decorativos como couro, alamares entrançados, botões de madeira, osso ou madrepérola, bordados e aplicações diversas, são os items de eleição para dar um efeito personalizado e distinto.
O visual pretendido é um mix de estilos, efeito cocoon, de aspeto fofo e confortável, uma conjugação new age ou ao jeito campestre.
As cores podem ser suaves, onde predomina o branco, mas também há a variedade dos tons outonais – castanhos, ocres, laranjas escuros, verdes secos, etc. Os fios mesclados, com borbotos, variação de pontos – em espinha, efeitos provençais e high school English, tranças e estrelados.
As malhas abundam em diferentes peças – vestidos, coletes, ponchos, casacos compridos e curtos, caneleiras e manguitos, golas falsas e reforço de botas e botins.
Estas peças são fáceis de combinar, experimente com jeans, calças e saias em veludo, casacos de couro, calças de montar, vestidos e muitos mais...
Fiz esta seleção da marca Rulys, que achei bastante interessante e com imensa criatividade de linhas, materiais e cores.
Consultório de Moda
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quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Tendência Outono/Inverno: Sapatos
Pés na moda
Padrões, cor, pelos, masculinos, cunhas e muitos atacadores
Galeria: http://mulher.sapo.pt/fotos-videos/galerias-de-fotos-2/?tema=moda&id=1188025
Algumas propostas presentes na galeria:
Padrões, cor, pelos, masculinos, cunhas e muitos atacadores
Galeria: http://mulher.sapo.pt/fotos-videos/galerias-de-fotos-2/?tema=moda&id=1188025
Algumas propostas presentes na galeria:
| O pelo está em voga e dá um toque especial a este modelo (Aldo) |
| Complete um look elegante e formal com uns sapatos altos e sensuais (Parodis Passion) |
| Botins em camel. Esta volta a ser uma das cores em voga este outono/inverno (Parodis Passion) |
Conserve a sua visão: Como proteger a saúde dos seus olhos
http://mulher.sapo.pt/bem-estar/saude/conserve-a-sua-visao-1183270.html
Conserve a sua visão
Como proteger a saúde dos seus olhos a cada instante. Todos os dias!
A saúde visual herda-se. Legitimada pela ciência, esta ideia é fundamentada por problemas como a miopia, o astigmatismo e a hipermetropia.
Nesses problemas, a componente hereditária é determinante, mas deixa de fora o papel do meio ambiente e do estilo de vida para potenciar ou atenuar a expressão genética das doenças oculares.
Neste texto, centramo-nos naquilo que cada um pode fazer para preservar a qualidade da sua visão já que, como afirma o médico oftalmologista Luís Gouveia Andrade, «vale a pena tudo fazer para poupar os nossos olhos, estimá-los e utilizá-los nas melhores condições possíveis». Sem eles, não veria o mundo da mesma forma!
No trabalho
Computador, televisão, telemóveis e outros aparelhos têm fama de serem inimigos dos olhos, mas «não está demonstrada uma relação directa entre esse uso e algum tipo de doença ocular», afirma Luís Gouveia Andrade, médico do Hospital CUF Infante Santo, em Lisboa. Segundo a American Academy of Ophtalmology (AAO), o uso prolongado destes equipamentos «não causa danos permanentes nos olhos, mas pode secá-los e cansá-los».
O descanso é, por isso, uma das chaves para a saúde visual. «É útil não manter os olhos muito tempo focados à mesma distância, sobretudo para o perto, de modo a não sobrecarregar os músculos que executam a focagem. Focar ao perto e ao longe ao longo do dia minimiza o cansaço visual e garante um melhor funcionamento desses músculos», justifica o especialista.
Em casa
Para além de fazer pausas regulares quando lê, escreve ou trabalha «ao perto», dormir o suficiente é essencial. «Quando se dorme menos do que o necessário os olhos podem ficar irritados. A irritação continuada pode causar o inchaço e infecção dos olhos, sobretudo se usa lentes de contacto», lê-se no site oficial da AAO.
Os cuidados cosméticos dos olhos são também determinantes. As glândulas sebáceas das pálpebras segregam gordura que protege o olho, pelo que, para evitar que bloqueiem, não deve aplicar maquilhagem abaixo da linha das pestanas. As recomendações da AAO aconselham ainda a não partilhar produtos de maquilhagem, a remover a pintura (sobretudo a máscara) antes de dormir, a evitar o contacto do desmaquilhante com o interior dos olhos e a introduzir apenas um novo produto de cada vez para que, em caso de reacção alérgica, a razão seja mais fácil de identificar.
À mesa
Uma alimentação variada não devolve capacidade de visão a quem a perdeu nem cura problemas oculares, mas a ciência sugere que reduz o risco de problemas associados à idade, como a degenerescência macular, cataratas e a secura ocular. Pode ser também decisiva para afastar a diabetes, a hipertensão arterial e problemas cardiovasculares, três dos factores de risco mais importantes para problemas visuais.
Segundo Luís Gouveia Andrade, «as vitaminas A, C e E, a fruta e os vegetais são os componentes-chave para uma boa função visual». Citrinos, óleos vegetais, nozes, grãos integrais, vegetais de folha verde e peixes de água fria são algumas das opções mais benéficas, indicam as recomendações da AAO, que destaca o papel de nutrientes como o zinco, a luteína, a zeaxantina e o ómega-3. A saúde visual feminina pode ainda ser protegida com a ajuda de suplementos de ácido fólico e vitaminas B6 e B12, mas previamente deve pedir conselho ao oftalmologista sobre os riscos e contra-indicações.
Ao ar livre
O sol «pode causar lesões quer superficiais, como conjuntivite, queratite e alergia, quer profundas, como catarata e degenerescência da mácula, pelo que é importante utilizar óculos de sol com a protecção adequada para que a radiação ultravioleta não possa lesar as células dos olhos», refere Luís Gouveia Andrade. Uma vez que «o impacto será tanto maior quanto mais prolongada e intensa for a exposição», não esqueça os óculos polarizados para desportos náuticos.
A ameaça do sal e do cloro
Nas aventuras aquáticas é útil recorrer a óculos de natação, pois o sal e o cloro «podem causar irritações ou fenómenos alérgicos e o cloro pode secar os olhos», alerta o especialista.
O médico oftalmologista desaconselha o uso de lentes de contacto na praia, «já que a sua superfície porosa facilita a aderência de impurezas e microrganismos presentes na água e capazes de provocar infecção grave».
No oculista
Os óculos ideais têm armações leves e lentes orgânicas, já que «o vidro é mais pesado e pode partir-se, danificando os olhos».
Em óculos de sol, «a cor castanha é a mais confortável e a protecção anti-UV deve ser próxima de 100 por cento. Uma armação generosa permite uma protecção melhor», explica Luís Gouveia Andrade. O tratamento
anti-reflexo «é útil para quem trabalha em espaços fechados com luz artificial, enquanto o anti-risco é pouco importante e não substitui a utilização cuidadosa dos óculos», sublinha.
O material de que são feitas as lentes de contacto «é muito frágil e permite facilmente a implantação de bactérias e outros microrganismos que podem causar infecções, sendo esse risco tanto maior quanto menos cuidado se tiver na utilização». Por minimizarem estes factores, «as diárias são a opção ideal, desde que usadas no máximo oito a dez horas por dia e respeitando o prazo de validade», aconselha. Se tem antecedentes de alergias ou pouca lágrima, não use lentes de contacto.
Texto: Rita Miguel com Luís Gouveia Andrade (médico oftalmologista)
Conserve a sua visão
Como proteger a saúde dos seus olhos a cada instante. Todos os dias!
A saúde visual herda-se. Legitimada pela ciência, esta ideia é fundamentada por problemas como a miopia, o astigmatismo e a hipermetropia.
Nesses problemas, a componente hereditária é determinante, mas deixa de fora o papel do meio ambiente e do estilo de vida para potenciar ou atenuar a expressão genética das doenças oculares.
Neste texto, centramo-nos naquilo que cada um pode fazer para preservar a qualidade da sua visão já que, como afirma o médico oftalmologista Luís Gouveia Andrade, «vale a pena tudo fazer para poupar os nossos olhos, estimá-los e utilizá-los nas melhores condições possíveis». Sem eles, não veria o mundo da mesma forma!
No trabalho
Computador, televisão, telemóveis e outros aparelhos têm fama de serem inimigos dos olhos, mas «não está demonstrada uma relação directa entre esse uso e algum tipo de doença ocular», afirma Luís Gouveia Andrade, médico do Hospital CUF Infante Santo, em Lisboa. Segundo a American Academy of Ophtalmology (AAO), o uso prolongado destes equipamentos «não causa danos permanentes nos olhos, mas pode secá-los e cansá-los».
O descanso é, por isso, uma das chaves para a saúde visual. «É útil não manter os olhos muito tempo focados à mesma distância, sobretudo para o perto, de modo a não sobrecarregar os músculos que executam a focagem. Focar ao perto e ao longe ao longo do dia minimiza o cansaço visual e garante um melhor funcionamento desses músculos», justifica o especialista.
Em casa
Para além de fazer pausas regulares quando lê, escreve ou trabalha «ao perto», dormir o suficiente é essencial. «Quando se dorme menos do que o necessário os olhos podem ficar irritados. A irritação continuada pode causar o inchaço e infecção dos olhos, sobretudo se usa lentes de contacto», lê-se no site oficial da AAO.
Os cuidados cosméticos dos olhos são também determinantes. As glândulas sebáceas das pálpebras segregam gordura que protege o olho, pelo que, para evitar que bloqueiem, não deve aplicar maquilhagem abaixo da linha das pestanas. As recomendações da AAO aconselham ainda a não partilhar produtos de maquilhagem, a remover a pintura (sobretudo a máscara) antes de dormir, a evitar o contacto do desmaquilhante com o interior dos olhos e a introduzir apenas um novo produto de cada vez para que, em caso de reacção alérgica, a razão seja mais fácil de identificar.
À mesa
Uma alimentação variada não devolve capacidade de visão a quem a perdeu nem cura problemas oculares, mas a ciência sugere que reduz o risco de problemas associados à idade, como a degenerescência macular, cataratas e a secura ocular. Pode ser também decisiva para afastar a diabetes, a hipertensão arterial e problemas cardiovasculares, três dos factores de risco mais importantes para problemas visuais.
Segundo Luís Gouveia Andrade, «as vitaminas A, C e E, a fruta e os vegetais são os componentes-chave para uma boa função visual». Citrinos, óleos vegetais, nozes, grãos integrais, vegetais de folha verde e peixes de água fria são algumas das opções mais benéficas, indicam as recomendações da AAO, que destaca o papel de nutrientes como o zinco, a luteína, a zeaxantina e o ómega-3. A saúde visual feminina pode ainda ser protegida com a ajuda de suplementos de ácido fólico e vitaminas B6 e B12, mas previamente deve pedir conselho ao oftalmologista sobre os riscos e contra-indicações.
Ao ar livre
O sol «pode causar lesões quer superficiais, como conjuntivite, queratite e alergia, quer profundas, como catarata e degenerescência da mácula, pelo que é importante utilizar óculos de sol com a protecção adequada para que a radiação ultravioleta não possa lesar as células dos olhos», refere Luís Gouveia Andrade. Uma vez que «o impacto será tanto maior quanto mais prolongada e intensa for a exposição», não esqueça os óculos polarizados para desportos náuticos.
A ameaça do sal e do cloro
Nas aventuras aquáticas é útil recorrer a óculos de natação, pois o sal e o cloro «podem causar irritações ou fenómenos alérgicos e o cloro pode secar os olhos», alerta o especialista.
O médico oftalmologista desaconselha o uso de lentes de contacto na praia, «já que a sua superfície porosa facilita a aderência de impurezas e microrganismos presentes na água e capazes de provocar infecção grave».
No oculista
Os óculos ideais têm armações leves e lentes orgânicas, já que «o vidro é mais pesado e pode partir-se, danificando os olhos».
Em óculos de sol, «a cor castanha é a mais confortável e a protecção anti-UV deve ser próxima de 100 por cento. Uma armação generosa permite uma protecção melhor», explica Luís Gouveia Andrade. O tratamento
anti-reflexo «é útil para quem trabalha em espaços fechados com luz artificial, enquanto o anti-risco é pouco importante e não substitui a utilização cuidadosa dos óculos», sublinha.
O material de que são feitas as lentes de contacto «é muito frágil e permite facilmente a implantação de bactérias e outros microrganismos que podem causar infecções, sendo esse risco tanto maior quanto menos cuidado se tiver na utilização». Por minimizarem estes factores, «as diárias são a opção ideal, desde que usadas no máximo oito a dez horas por dia e respeitando o prazo de validade», aconselha. Se tem antecedentes de alergias ou pouca lágrima, não use lentes de contacto.
Texto: Rita Miguel com Luís Gouveia Andrade (médico oftalmologista)
Tendências Inverno: Lingerie
Lingerie de inverno
Conheça as novas criações
Veja aqui a galeria: http://mulher.sapo.pt/fotos-videos/galerias-de-fotos-2/?id=1189504
Algumas imagens presentes na galeria:
Conheça as novas criações
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Algumas imagens presentes na galeria:
| Look Primark - Lingerie Tezenis: a lingerie também deve refletir a sua personalidade por isso ouse com um padrão divertido |
| Conjunto Intimissimi - Esta lingerie além de ser ultra feminina tem também um pormenor fantástico: abre à frente |
| Conjunto pinguins UCB; conjunto alce Tezenis - Para mulheres que preferem os sutien's sem armação |
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Sinais e sintomas do cancro da mama
Sinais e sintomas do cancro da mama
O cancro da mama pode causar alterações físicas visíveis, que devem ser observadas com atenção:
http://www.ligacontracancro.pt/gca/index.php?id=181
O cancro da mama pode causar alterações físicas visíveis, que devem ser observadas com atenção:
- Qualquer alteração na mama ou no mamilo, quer no aspecto quer na palpação;
- Qualquer nódulo ou espessamento na mama, perto da mama ou na zona da axila;
- Sensibilidade no mamilo;
- Alteração do tamanho ou forma da mama;
- Retracção do mamilo (mamilo virado para dentro da mama);
- Pele da mama, aréola ou mamilo com aspecto escamoso, vermelho ou inchado; pode apresentar saliências ou reentrâncias, de modo a parecer "casca de laranja".
- Secreção ou perda de líquido pelo mamilo.
http://www.ligacontracancro.pt/gca/index.php?id=181
Dalí e Gala em pele e Os códigos de amor de Dalí
Artigo da revista "Notícias Magazine" N.º1010 (2 de Outubro de 2011) que é parte integrante dos jornais "Jornal de Notícias" e "Diário de Notícias".
Artigo da Revista "Única" N.º2032 do dia 08 de Outubro de 2011. (Parte integrante do Jornal Expresso)
Saiba como escolher o penteado ceto
Artigo da revista "Notícias Magazine" N.º1010 (2 de Outubro de 2011) que é parte integrante dos jornais "Jornal de Notícias" e "Diário de Notícias".
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Cancro da Mama: Quem está em risco
CANCRO DA MAMA: QUEM ESTÁ EM RISCO
Não é conhecida uma causa específica para o cancro da mama.
Sabemos que embates violentos na mama não provocam, por si só, cancro da mama; no entanto, é conveniente ter cuidado com as mamas. O cancro da mama não é contagioso: ninguém "apanha" a doença de outra pessoa.
A investigação tem demonstrado que há mulheres que apresentam um risco aumentado para cancro da mama, que se pensa estar associado a determinados factores de risco (factores que aumentam a probabilidade de uma pessoa desenvolver uma doença). Foram já identificados alguns factores de risco para o cancro da mama:
Muitos dos factores de risco citados podem ser evitados; outros, como a história familiar, não podem ser evitados. É, no entanto, útil saber e estar consciente dos factores de risco, ainda que muitas mulheres com estes factores de risco não apresentem cancro da mama.
A maioria das mulheres que desenvolvem cancro da mama não tem história de cancro da mama na sua família; de facto, com excepção do envelhecimento, muitas mulheres com cancro da mama não apresentam fortes factores de risco para a doença.
Se pensa estar em risco de ter cancro da mama, deve discutir este facto com o médico; este pode sugerir modos de reduzir o risco e planear um calendário adequado para os exames médicos.
http://www.ligacontracancro.pt/gca/index.php?id=179
Não é conhecida uma causa específica para o cancro da mama.
Sabemos que embates violentos na mama não provocam, por si só, cancro da mama; no entanto, é conveniente ter cuidado com as mamas. O cancro da mama não é contagioso: ninguém "apanha" a doença de outra pessoa.
A investigação tem demonstrado que há mulheres que apresentam um risco aumentado para cancro da mama, que se pensa estar associado a determinados factores de risco (factores que aumentam a probabilidade de uma pessoa desenvolver uma doença). Foram já identificados alguns factores de risco para o cancro da mama:
- Idade: a possibilidade de ter cancro da mama aumenta com o aumento da idade; uma mulher com mais de 60 anos apresenta maior risco. O cancro da mama é menos comum antes da menopausa.
- História pessoal de cancro da mama: uma mulher que já tenha tido cancro da mama (numa mama), tem maior risco de ter esta doença na outra mama.
- História familiar: o risco de uma mulher ter cancro da mama está aumentado se houver história familiar de cancro da mama, ou seja, se a sua mãe, tia ou irmã tiveram cancro da mama, especialmente em idades mais jovens (antes dos 40 anos); ter outros familiares com cancro da mama, do lado materno ou paterno da família pode, também, aumentar o risco.
- Algumas alterações da mama: algumas mulheres, apresentam células mamárias que parecem anormais, quando vistas ao microscópio; ter determinado tipo de células anormais, como sejam a hiperplasia atípica ou o carcinoma lobular in- situ , aumenta o risco de cancro da mama.
- Alterações genéticas: alterações em certos genes (BRCA1, BRCA2, entre outros) aumentam o risco de cancro da mama; em famílias onde muitas mulheres tiveram a doença, os testes genéticos podem, por vezes, demonstrar a presença de alterações genéticas específicas. Assim sendo, em mulheres que apresentem estas alterações genéticas, podem ser sugeridas medidas para tentar reduzir o risco de cancro da mama e melhorar a detecção precoce da doença.
- Primeira gravidez depois dos 31 anos
- História menstrual longa: mulheres que tiveram a primeira menstruação em idade precoce (antes dos 12 anos de idade), tiveram uma menopausa tardia (após os 55 anos) ou que nunca tiveram filhos (nuliparidade), apresentam um risco aumentado.
- Terapêutica hormonal de substituição: mulheres que tomam terapêutica hormonal para a menopausa (apenas com estrogénios ou estrogénios e progesterona), durante 5 ou mais anos após a menopausa parecem, também, apresentar maior possibilidade de desenvolver cancro da mama.
- Raça: o cancro da mama ocorre com maior frequência em mulheres caucasianas (brancas), comparativamente a mulheres Latinas, Asiáticas ou Afro-Americanas.
- Radioterapia no peito: mulheres que tenham feito radioterapia ao peito, incluindo as mamas, antes dos 30 anos, apresentam um risco aumentado para cancro da mama; esta situação inclui mulheres com linfoma de Hodgkin que foram tratadas com radiação - estudos publicados demonstram que, quanto mais nova era a mulher, na altura dos tratamentos com radioterapia, mais elevado é o risco de vir a ter cancro da mama.
- Densidade da mama: mulheres mais velhas que apresentam, essencialmente, tecido denso (não gordo) numa mamografia (raio-X da mama), têm risco aumentado para cancro da mama.
- Obesidade após a menopausa: as mulheres que são obesas, após a menopausa, apresentam um risco aumentado de desenvolver cancro da mama. A obesidade está relacionada com uma proporção anormalmente elevada de gordura corporal; tendo em conta que o corpo produz alguns estrogénios (hormona feminina) no tecido gordo é, assim, mais provável que as mulheres obesas apresentem níveis elevados de estrogénios e, consequentemente, risco aumentado para cancro da mama. Alguns estudos demonstram que o aumento de peso, após a menopausa, aumenta o risco de cancro da mama.
- Inactividade física: mulheres que são fisicamente inactivas, durante a sua vida, parecem ter um risco aumentado para cancro da mama; estar fisicamente activa pode ajudar a diminuir este risco, através da prevenção do aumento de peso e da obesidade.
- Bebidas alcoólicas: alguns estudos sugerem haver relação entre a maior ingestão de bebidas alcoólicas e o risco aumentado de ter cancro da mama.
Muitos dos factores de risco citados podem ser evitados; outros, como a história familiar, não podem ser evitados. É, no entanto, útil saber e estar consciente dos factores de risco, ainda que muitas mulheres com estes factores de risco não apresentem cancro da mama.
A maioria das mulheres que desenvolvem cancro da mama não tem história de cancro da mama na sua família; de facto, com excepção do envelhecimento, muitas mulheres com cancro da mama não apresentam fortes factores de risco para a doença.
Se pensa estar em risco de ter cancro da mama, deve discutir este facto com o médico; este pode sugerir modos de reduzir o risco e planear um calendário adequado para os exames médicos.
http://www.ligacontracancro.pt/gca/index.php?id=179
Emprego: Como comportar-se na entrevista, 10 Dicas para uma boa entrevista e para um bom C.V.
Como comportar-se na entrevista de emprego?
Quanto mais positiva for a primeira impressão, mais hipóteses terá de ser escolhido
Mostre-se confiante com à vontade e simpatia
Comportamentos recomendáveis
- Apresentar-se, saudando quem o recebe
- Aguardar que o convidem a sentar-se
- Sentar-se e manter uma postura correcta
- Mostrar-se atento e interessado
- Olhar de frente o entrevistador
- Responder com determinação às perguntas postas
- Pedir esclarecimentos, delicadamente, sempre que uma questão não lhe parecer clara
- Ser prudente e mostrar alguma reserva se se abordarem aspectos da sua vida pessoal
Comportamentos a evitar
- Cortar a palavra ao entrevistador
- Mexer-se continuamente na cadeira
- Mendigar trabalho
- Mostrar arrogância
- Auto elogiar-se
- Mastigar pastilha elástica
- Insistir muito na remuneração
Questões que poderão ser postas durante a entrevista:
Pelo entrevistador
- Quer falar mais pormenorizadamente sobre a sua experiência profissional e sobre as funções referidas no seu currículo ?
- Por que razão se encontra desempregado ?
- Que outras iniciativas tomou para resolver a situação ?
- Porque quer vir trabalhar nesta empresa ?
- O que sabe acerca dela ?
- Como acha que a sua experiência pode interessar à nossa empresa?
- Como ocupa os seu tempos livres ?
Por si
- Que funções poderei exercer na sua empresa ?
- Qual o grau de autonomia e de responsabilidade da função ?
- As funções são desenvolvidas individualmente ou em grupo ?
- Quais as possibilidades de progressão na carreira profissional ?
- Poderei frequentar acções de formação dentro ou fora da empresa ?
- Terei de fazer deslocações frequentes ?
- Qual o local e horário de trabalho ?
- A empresa dispõe de serviços sociais que proporcionem assistência médica, cantina, actividades desportivas ou culturais ?
- Qual a remuneração prevista ?
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Alexandra transporta os temas dos quadros que pinta para os sapatos
http://sic.sapo.pt/778842
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