domingo, 16 de outubro de 2011

Coloração em casa

http://mulher.sapo.pt/moda-beleza/cabelo-maquilhagem/coloracao-em-casa-1131758.html

Coloração em casa
Guia para uma aplicação perfeita

Apetece-lhe mudar de visual ou pretende cobrir alguns cabelos brancos que teimam em aparecer? Com cada vez mais adeptas, a coloração em casa pode ser a solução.

Para a Primavera de 2011, segundo Christophe Robin, colorista, «já não há tendências, é você que as faz. Tudo é permitido, apesar de haver duas grandes vertentes. Pintar de forma muito natural com uma cor próxima da natural ou então o estilo Lady Gaga».

«Cores extraordinárias, com raízes ou reflexos que não se encontram na natureza», sugere o famoso colorista, que falou com a saber viver e dá-lhe alguns truques e conselhos para escolher a cor, aplicar este produto sem a ajuda de um profissional e manter a luminosidade do cabelo.
Escolher o tom certo

Para cada necessidade, um produto. Consoante aquilo que pretende, pode optar por uma coloração permanente ou temporária. A primeira permite camuflar os cabelos brancos, mas pode criar raízes visíveis, requerendo mais manutenção. As restantes têm resultados semelhantes, mas vão desaparecendo com a lavagem. Contudo, o segredo do sucesso está na escolha do tom.

Christophe Robin considera que «a mais bela das cores será a que mais se parece com a cor que a natureza nos poderia ter dado» e aconselha «evitar os tons demasiado distantes da sua cor natural, nomeadamente depois dos 30 anos». Tão importante quanto a cor é a escolha dos reflexos da coloração. De acordo com o colorista, «se tem uma tez pálida, escolha um reflexo dourado ou acobreado que aquecerá o seu rosto. Se a sua pele tem tendência para vermelhidão, opte por um reflexo frio, acinzentado, bege ou natural, para contra balançar».

Os cuidados que deve ter antes da aplicação da tinta
Para preparar o seu cabelo, deve assegurar-se de que está bem hidratado pelo que, «se estiver muito estragado, deve ser cuidado durante algumas semanas antes de ser pintado. Não há cores bonitas sem cabelos sãos», realça o colorista, aconselhando a utilização de máscaras reparadoras. Uma vez escolhido produto, deve realizar um teste de alergia cutânea para confirmar que não reage negativamente a nenhum dos ingredientes da coloração.

Christophe Robin lembra que este passo é sempre necessário, «mesmo que já tenha experimentado anteriormente a cor e a marca que escolheu». Depois disso, o especialista salienta que «deve assegurar-se de que tem tempo para tratar de si» e recomenda reservar pelo menos uma hora para realizar a sua coloração, sem pressas, sob pena de ter resultados indesejados. Por fim, vista uma t-shirt antiga que possa manchar e já pode começar.

A hora da verdade
Na altura de aplicar a sua coloração, siga as instruções do fabricante, independentemente de já a ter usado antes. Ao distribuir o produto, procure «não pintar a penugem do rosto e da parte de trás do pescoço» para não lhe dar demasiado destaque. Massajando o couro cabeludo, faça uma distribuição uniforme da coloração, caso não tenha o cabelo pintado. Se pretender cobrir as raízes, aplique o produto apenas nessa zona para evitar a sobreposição de camadas de coloração.

«Uma vez aplicada a cor, limpe o produto que possa estar na pele e nas orelhas com a ajuda de um algodão ou de uma esponja embebidos em água», aconselha Christophe Robin. Para uma coloração luminosa, «depois do tempo de espera, acrescente um fio de água e emulsione a cor antes de enxaguar durante três minutos.

É um truque profissional para descolar a cor do couro cabeludo e torná-la mais brilhante». Se escolheu um tom próximo do seu, não deverá ter a necessidade de pintar as sobrancelhas. No entanto, se pretender fazê-lo,
dirija-se a um cabeleireiro e deixe um colorista profissional tratar do assunto.

Os erros que não deve cometer
De acordo com Christophe Robin, um dos erros mais comuns de quem usa este método é «pensar que uma coloração artificial pode aclarar outra coloração do mesmo tipo. Para isso, consulte um profissional».

Outra armadilha é o tempo de espera. Enquanto aguarda a altura de enxagurar, há quem leia uma revista ou aproveite para pôr a conta de e-mail em dia.

No entanto, segundo o especialista, não deve «deixar a coloração actuar durante demasiado tempo.

Utilize um temporizador, caso contrário, corre o risco de acabar com uma cor demasiado escura». Mas maior erro é talvez dar-se conta, a meio da aplicação, de que «não tem produto suficiente para aplicar em todo o cabelo. Compre duas embalagens se o seu cabelo é mais comprido do que o nível dos ombros ou se é muito espesso». Fica o aviso!

Texto: Julie Oliveira com Christophe Robin (colorista)
Foto: Redken

sábado, 15 de outubro de 2011

Cancro da mama: Terapêuticas Dirigidas

Terapêuticas Dirigidas
As terapêuticas dirigidas incluem os anticorpos monoclonais e terapêuticas com pequenas moléculas (como os inibidores da tirosina cinase). Estes medicamentos identificam alvos nas células cancerígenas ou substâncias normais que ajudam o crescimento das mesmas. Assim, atacam especificamente esses alvos, bloqueando o crescimento das células malignas e travando assim a sua disseminação, sem prejudicar as células normais, daí serem chamadas de terapêuticas dirigidas ou terapêuticas alvo.

As células cancerígenas necessitam de um fornecimento constante de sangue, para receberem oxigénio e nutrientes que garantam a sua sobrevivência. Para tal, ocorre a formação de vasos sanguíneos, um processo chamado de angiogénese. Há terapêuticas biológicas, como os anticorpos anti angiogénicos, que podem bloquear a formação destes vasos sanguíneos que alimentam o tumor.

Existe um sub-tipo específico de cancro da mama (consultar a área “Diagnóstico”, secção ”Exames adicionais”), denominado cancro da mama HER2 positivo (HER2+), correspondente a um aumento ou sobre-expressão do receptor HER2 existente na membrana das células tumorais. As mulheres com cancro da mama HER2+ podem ser tratadas com um anticorpo monoclonal específico para as células cancerígenas HER2+; ao bloquear os receptores HER2, este tratamento pode tornar mais lento, ou mesmo parar, o crescimento das células cancerígenas. Outro tipo de tratamento para o cancro da mama HER2 positivo inclui os inibidores da tirosina cinase, que podem também abrandar ou impedir o crescimento das células cancerígenas.

Antes de iniciar qualquer terapêutica sistémica, como a quimioterapia, hormonoterapia ou terapêuticas dirigidas, pode querer colocar algumas questões ao médico:
  • Porque é que preciso de fazer este tratamento?
  • Que tratamentos / medicamentos vou tomar? Qual o seu efeito?
  • Se preciso de tratamento hormonal, será melhor tomar medicamentos ou fazer uma cirurgia (para remoção dos ovários)?
  • Quando irei iniciar o tratamento? Quando termina?
  • Quais os benefícios esperados do tratamento? Como vamos saber se o tratamento está a ser eficaz?
  • Quais os riscos e possíveis efeitos secundários deste tratamento? O que posso fazer relativamente a essa questão? Quais os efeitos secundários que deverei partilhar consigo? Deverei fazer um registo detalhado dos efeitos que sentir? Poderá haver efeitos secundários a longo prazo?
  • Onde irei fazer o tratamento? Serei capaz de voltar para casa pelos meus próprios meios? Vou precisar de ficar no hospital?
  • Como é que o tratamento vai afectar as minhas actividades normais?
  • Acha que seria adequado participar num ensaio clínico?
  • Que cuidados terei que ter, depois dos tratamentos?

Semifrio de avelãs

Semifrio de avelãs


Ingredientes (para 6 pessoas):
250 g de Canudos Wafer com creme de avelã Favorini (500 gr)
6 folhas de gelatina
5 dl de natas
3 dl de leite condensado

Preparação:

  1. Pique grosseiramente os Canudos Wafer com creme de avelã Favorini. Coloque as folhas de gelatina a demolhar em água fria durante 5 minutos. Depois escorra-as e leve-as a derreter em banho-maria ou no microondas, mas sem deixar ferver.
  2. Bata as natas até ficarem bem espessas. Junte-lhes o leite condensado em fio e mexendo sempre e, de seguida, a gelatina derretida. Misture delicadamente até que a gelatina fique bem incorporada.
  3. Adicione por fim os canudos picados e misture. Deite o preparado numa forma, previamente passada por água fria, e leve ao frio até solidificar.
  4. Antes de servir o semifrio, mergulhe rapidamente a forma em água quente, desenforme-o e decore-o com mais canudos. Sirva de imediato.
Aprox. 40 minutos + tempo de frio

http://www.lidl-receitas.pt/pt/recipes_pt.nsf/pages/c.r.overview.c.Semifrio_de_avelas

Jovens criadores portugueses de sucesso

Jovens criadores portugueses de sucesso
Têm ideias brilhantes e são reconhecidos além fronteiras!

http://sic.sapo.pt/proj_queridajulia/Scripts/videoPlayer.aspx?videoId={D31EEBA1-03D5-44C4-A4D5-2F1E13C66E43}

Pele ressequida

http://mulher.sapo.pt/moda-beleza/corpo-estetica/pele-ressequida-1098438.html

Pele ressequida
Como travar os efeitos dos danos causados pela exposição solar no ADN celular


Após um dia de exposição solar, e não apenas no verão, a pele fica ressequida.

Mas não é só. A exposição continuada danifica o ADN celular, envelhecendo precocemente a pele.

Após a exposição ao sol, a pele ressente-se visivelmente. A explicação é simples.

«A radiação ultravioleta A e B, sob a forma de energia, atinge a pele e provoca-lhe alterações nas estruturas», explica a dermatologista Leonor Girão. «A nível da epiderme e derme (camadas superficiais e profundas da pele), provoca espessamento cutâneo, secura e descamação», sublinha. «A nível celular, pode provocar alterações na replicação das células, com aparecimento de cancro cutâneo», especifica ainda a especialista. E, «quando esta exposição é crónica, provoca o envelhecimento cutâneo», acrescenta.
Como a pele se defende

Quando nos expomos ao sol, obrigamos a pele a acionar alguns mecanismos de defesa, na tentativa de se proteger da energia nociva proveniente da radiação ultravioleta (UV). Aumenta a produção de melanina, o pigmento que dá cor à pele. A sua função é impedir que os raios ultravioleta penetrem nas camadas mais profundas da pele. Este atua como um escudo que defende a pele da radiação UV.

Essa exposição faz também aumentar a espessura (número de camadas), de forma a impedir ou minimizar o impacto da radiação nas células (que pode induzir o aparecimento de cancro cutâneo). De acordo com Leonor Girão, «quando a exposição à radiação solar é intensa e súbita, a energia da radiação provoca o aparecimento de queimadura cutânea, que vai do vulgar “escaldão” à queimadura de segundo grau com bolhas».

As queimaduras podem ser de dois tipos:

  • Queimaduras de primeiro grau
Afetam sobretudo a epiderme, ou seja, não penetram nas camadas profundas da pele. São inflamatórias, envermelhecem a pele e causam incómodo. Duram cerca de três dias e provocam uma descamação da parte mais superficial da pele, que volta a regenerar-se em cerca de uma semana. Durante esse período, é necessário aplicar cremes calmantes e altamente hidratantes várias vezes ao dia. E, claro, suspender a exposição ao sol.

  • Queimaduras de segundo grau
Quando a queimadura é acompanhada de bolhas, isso significa que o dano produzido na pele foi substancialmente maior. As bolhas afetam de forma importante a camada superficial da pele (epiderme), removendo-a diretamente.

Mas também lesionam a camada intermédia (derme), que é a zona mais avermelhada da base da bolha. É necessário esperar que as bolhas sequem e desapareçam por si só. Não é recomendável rebentá-las, já que o líquido que contêm ajuda a regenerar a pele. São o melhor penso possível.

Ingredientes reparadores

«Após a praia, a pele está mais seca, espessada, envelhecida e com manchas», indica Leonor Girão. Um bom creme pós-solar deve, por isso, conter ingredientes que ajudem a pele a recuperar destes danos.

Esses ingredientes devem ter uma ação:


- Hidratante

A hidratação aumenta a tolerância cutânea e a sua capacidade de retenção de água.

Esta situação permite-lhe enfrentar melhor a exposição solar seguinte e conseguir, assim, um bronzeado mais uniforme e luminoso. Este passo é de tal forma importante que, se hidratarmos muito bem a pele (antes, durante e depois da exposição), pode-se evitar o ressequimento provocado pelo sol. Leonor Girão aponta como bons emolientes (hidratantes) a manteiga de karité, o óleo de onagra e a vaselina, por exemplo.

- Refrescante e calmante
Os extratos vegetais, as águas termais, a alantoína ou o aloé vera são excelentes agentes hidratantes e calmantes. Para além disso, quando se utiliza fotoprotectores com filtros químicos, o calor das radiações solares fica acumulado nas camadas superficiais da pele, desidratando-a, pelo que estes ingredientes são fundamentais para atenuar o aquecimento das células e conseguir os necessários e benéficos efeitos de frescura e calma.

- Regenerante

A exposição solar causa também danos nas fibras de colagénio e de elastina (fibras de sustentação da pele), o que, com a passagem do tempo, gera o aparecimento de rugas precoces. Para contrariar na medida do possível estes danos, as fórmulas after-sun devem ser ricas em agentes regeneradores, como o ácido lático e a ureia. «Esta ação poderá ser complementada, sobretudo nos produtos de rosto, com substâncias antioxidantes, como as vitaminas C e E, por exemplo», indica Leonor Girão.

Como otimizar os resultados
Dizemos-lhe o que fazer para tirar o máximo partido destes produtos:


- Aplique-os sempre sobre a pele limpa e seca – a não ser que se trate de uma fórmula em óleo, que pode (e deve) ser aplicada sobre a pele húmida – e massajando com suavidade para facilitar a penetração dos ativos na pele.

- Apesar de ser conveniente refrescar-se, eliminar os resíduos de filtro solar e aplicar uma fórmula regeneradora, logo após a exposição solar, é aconselhável repetir a aplicação do after-sun antes de se deitar. Os mecanismos de atividade da pele estão mais recetivos durante o período noturno e as atividades de reparação e rehidratação têm maior eficácia à noite.

- A quantidade a aplicar deve ser generosa, à semelhança do protetor solar. Deve aplicar, em média, o equivalente a três colheres de sopa para todo o corpo. Esta quantidade pode variar um pouco consoante o grau de necessidade de cada pele, tomando como referência que o resultado final deve traduzir- se em conforto. Assim, se a sua pele é gordurosa, poderá necessitar apenas de duas colheres de creme e, se for seca ou muito seca, poderá necessitar de seis colheres ou mais.

Texto: Fernanda Soares

Sapatos vegan: Calçado original feito a partir de garrafas de água

http://mulher.sapo.pt/moda-beleza/tendencias-novidades/sapatos-vegan-1192856.html

Sapatos vegan
Calçado original feito a partir de garrafas de água


É desta forma que a marca britânica Beyond Skin denomina o seu calçado, produzido sem recurso a qualquer produto animal, de forma ecológica e feito à mão.

As garrafas de água são um dos materiais usados na confeção deste calçado, dando origem a uma microfibra, designada de Dinamica By Miko, semelhante a uma camurça e que, pelas suas comprovadas qualidades, já é usada no interior de automóveis das marcas Jaguar e Mercedes-Benz.

O resultado são sapatos ultraresistentes e que não se mancham com a água como acontece com a camurça. Quando deixar de os usar, pode reciclá-los totalmente, pois até a sola é feita de borracha reciclada. O calçado desta marca, ainda não disponível em Portugal, encontra-se à venda no site da Beyond Skin.

Aprenda a decorar a casa

Aprenda a decorar a casa
O que pode mudar em sua casa segundo o Feng Shui


http://sic.sapo.pt/920625

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Cancro Mama: Terapêutica Hormonal

 Terapêutica Hormonal
A terapêutica hormonal impede que as células cancerígenas "tenham acesso" às hormonas naturais do nosso organismo - estrogénios e progesterona - que necessitam para se desenvolverem. Se os testes laboratoriais demonstrarem que o cancro da mama tem receptores hormonais, ou seja, que é "positivo para os receptores hormonais", pode fazer terapêutica hormonal. Tal como a quimioterapia, a terapêutica hormonal pode afectar as células de todo o organismo, pois tem actividade sistémica.

Na terapêutica hormonal são utilizados medicamentos que bloqueiam os receptores hormonais. Para além destes medicamentos, se ainda não estiver na menopausa, poderá fazer uma cirurgia para remoção dos ovários; os ovários são a principal fonte de produção de estrogénios do organismo (depois da menopausa, esta produção declina naturalmente, não sendo necessária a cirurgia)


http://www.ligacontracancro.pt/gca/index.php?id=186

Aprenda a dormir melhor

http://saude.sapo.pt/bem-estar-e-emocao/artigos-gerais/aprenda-a-dormir-melhor.html

Aprenda a dormir melhor
O que fazer para evitar que as suas noites se transformem num pesadelo


Há quem não precise de dormir muitas horas e há quem tenha necessidade de passar muito tempo na cama. Mas para todos a regra é a mesma, como explica Teresa Paiva, neurologista, «A noite vai refletir o dia e, por sua vez, a noite vai reflectir-se no dia».

Em média precisamos de dormir oito horas por dia, sendo que, conta a especialista, «apenas dez por cento da população tem necessidade de dormir menos de seis horas e mais de nove».

«Quem dorme menos do que deve vai pagar a fatura mais tarde. Estudos indicam que a redução de sono para menos de seis horas num adulto tem riscos aumentados para o aparecimento de hipertensão arterial, diabetes, obesidade, acidentes, depressão, cancro da próstata, cancro da mama, endometriose, depressão», enumera Teresa Paiva.

Os conselhos que se seguem podem ajudá-la a salvaguardar-se:

Tenha um estilo de vida saudável
«O ritmo alimentar deve ser maior de manhã e ir diminuindo ao longo do dia. À noite, não deve beber bebidas alcoólicas nem comer pratos muito fortes e isto é extensível a todas as faixas etárias», explica Teresa Paiva. Evite comer duas horas antes de adormecer e pratique exercício físico regularmente, de preferência de manhã ou à tarde.

Cultive o silêncio

Ter a televisão ligada quando vai para a cama ou jogar playstation antes não beneficia o descanso. «Os jogos de computador são muito estimulantes e atrasam o sono pelo envolvimento da pessoa na tarefa», acentua a especialista. Por outro lado, se trabalha até tarde, saiba que não o deve fazer até à hora de dormir. «É adequado que cada um de nós relaxe antes de se deitar», aconselha.

Cumpra horários
Dormir mais ao fim de semana para compensar a falta de descanso durante a semana não é uma boa estratégia.

«Os horários das refeições, de deitar e de levantar devem ser relativamente ajustados», diz Teresa Paiva.

A regra das oito horas de sono diárias para os adultos «não se aplica aos bebés que devem dormir cerca de 14 a 15 horas», sublinha a neurologista.

«As crianças em idade escolar necessitam de dormir cerca de 12 horas e as que já tenham completado dez anos, menos duas horas que as anteriores. Os adolescentes devem dormir entre oito a nove horas», adianta a especialista.

Desligue o telemóvel

«Alguns adolescentes colocam o telemóvel debaixo da almofada ou na mesa de cabeceira e recebem SMS de madrugada. Com o avançar da noite, vão respondendo de forma automática e confusa, chegando a acordar porque o telemóvel toca ou vibra. Esta utilização é ansiogénica e desestabilizadora para uma boa noite de sono», exemplifica Teresa Paiva.

Crie o ambiente ideal
A temperatura do quarto deve rondar os 22 ou 23 graus, no caso dos adultos. Alguns especialistas recomendam a escolha de um colchão e almofada de dureza média e de boa qualidade. Para Teresa Paiva, estes itens «têm importância para uma boa noite de sono, não sendo, contudo, necessário gastar muito dinheiro com eles». A neurologista lembra ainda que «não deve deitar-se nem com os pés muito frios nem quentes demais».


Pondere se deve fazer a sesta
Nem todas as pessoas têm indicação para dormir a sesta, como é o caso de quem sofre de insónia.

«Algumas não gostam e outras podem ficar com enxaquecas, crises epiléticas ou um aumento de apneias de sono», afirma a especialista.

«Quem gosta e pode, deve fazê-lo após o almoço e nunca ao fim da tarde», recomenda Teresa Paiva. Uma sesta eficaz pode durar entre 20 a 30 minutos.

Procure um especialista em medicina do sono se:

- Acorda cansado
- Tem dificuldade em dormir
- Sente sonolência durante o dia
- Tem dificuldade de concentração
- Se sente triste, deprimido ou irritado
- Tem problemas de memória
- Não executa as tarefas de forma adequada

Texto: Cláudia Pinto com Teresa Paiva (neurologista)

A responsabilidade editorial desta informação é da revista "Saber Viver"


Gelados saudáveis: Gelado de iogurte com sabor a café

http://saude.sapo.pt/peso-nutricao/receitas-saudaveis/receitas/gelado-de-iogurte-com-sabor-a-cafe.html?receitas=sobremesas


Gelado de iogurte com sabor a café
A forma ideal de terminar a sua refeição


 A Prevenir sugere-lhe uma receita, no mínímo, diferente e light. Com apenas 50 calorias pode terminar a sua refeição em beleza.

O gelado de iogurte com sabor a café é ideal para quem tem problemas no sistema imunológico, prisão de ventre e ainda para quem se encontra em dieta ou se sente cansado.

Ingredientes (4 pessoas)
3 iogurtes naturais magros
75 ml de leite magro
35 g de café solúvel (ou descafeinado)
150 g de doce de morango light (opcional)
Adoçante de culinária (que resista a alta temperaturas)
Preparação
1. Coloque um tacho ao lume e misture o leite magro com o café solúvel e adoçante a gosto (pode não pôr muito porque terá tempo de rectificar). Mexa bem até que fique uma mistura homogénea. Deixe arrefecer.

2. Num recipiente que possa ir ao congelador, bata os iogurtes. Adicione a mistura anterior e mexa tudo sem parar até que fique homogénea. Coloque de imediato no congelador e deixe estar até ficar espessa.

3. A cada 20-30 minutos, tire do congelador e misture de novo para evitar que endureça e forme uma camada de gelo.

4. Uma vez gelado, sirva em bolas e adicione o doce de morango light ou outro (opcional).

A responsabilidade editorial e científica desta informação é da revista "Prevenir"