sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Exame clínico da mama

Exame clínico da mama

Durante um exame clínico da mama, o médico palpa as mamas em diferentes posições: enquanto está de pé, sentada e deitada. O médico pode pedir que levante os braços acima da cabeça, que os deixe caídos ou que faça força com as mãos contra as coxas.

O médico procura quaisquer diferenças entre as mamas, incluindo diferenças invulgares de tamanho ou forma. Na pele, é verificada a presença de vermelhidão, depressões cutâneas ou outros sinais anormais. Os mamilos devem ser pressionadas para verificar se existe alguma secreção ou perda de líquido.

O médico poderá examinar toda a mama, usando a ponta dos dedos para sentir quaisquer alterações e/ou nódulos, a área axilar e a área da clavícula, primeiro de um lado e depois do outro (esquerdo e direito), Um nódulo apresenta, geralmente, o tamanho de uma ervilha, antes que alguém o consiga sentir ou palpar. Podem ser verificados os gânglios linfáticos perto da mama, para ver se estão inchados.

Um exame clínico completo da mama, pode demorar cerca de 10 minutos a ser realizado.

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Acabe com os mitos light

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Acabe com os mitos light
Descubra as falsas ideias que lhe pretendem transmitir


Devido à crescente e generalizada preocupação com a saúde, os produtos light têm vindo a invadir as prateleiras dos nossos supermercados. Esta invasão gerou uma grande confusão entre os consumidores.

Para desmistificar alguns conceitos, deitamos por terra os mitos mais comuns em torno destes produtos:

Falso
Se são light, posso comer o que quiser. O consumo de um produto light só será vantajoso em termos calóricos se for consumido na mesma quantidade que o produto na sua versão normal.

Falso
Integral é pobre em calorias. Este termo implica apenas a elaboração com farinha não refinada, à qual se podem acrescentar açúcar e outras gorduras.

Falso
Todas as versões light são pobres em calorias. Existem alimentos, como o açúcar ou o chocolate, que são defeituosamente calóricos e gordos.

Falso
Este tipo de alimentos emagrece. Apenas engordam menos, já que contêm menos 30% menos de um componente e/ou calorias em comparação com o formato original (o rótulo deve indicar qual o elemento que foi reduzido para o produto ser considerado light).

A responsabilidade editorial e científica desta informação é da revista "Prevenir"

Alimentos bons para a pele: O que deve comer para melhorar o aspecto da sua tez

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Alimentos bons para a pele
O que deve comer para melhorar o aspecto da sua tez


A pele é um órgão que se renova a cada 28 dias. A este ritmo, não é de estranhar que cada pessoa produza cerca de 100 quilos de células epidérmicas ao longo da vida.

Esta regeneração exige uma grande quantidade de água e de nutrientes, essenciais para funções como proteger a pele, regular a temperatura corporal e mediar o tacto, entre outras.

Os dermatologistas recomendam cada vez mais que os cuidados externos da pele comecem de dentro, ou seja, com uma boa alimentação. Assim, nasceu o conceito de dermonutrição, que relaciona directamente a saúde da pele com os benefícios de alguns nutrientes activos. O sol, os maus hábitos e o ritmo de vida acelerado são alguns dos seus inimigos mais flagrantes. Basta seguir uma alimentação correcta para ter acesso aos nutrientes que a tornam deslumbrante.

Os problemas cutâneos mais comuns

  • Secura
Ocorre por falta de humidade e de hidratação e pode incluir efeitos negativos como fendas, irritação, escamas e, sobretudo, falta de elasticidade.

Os imprescindíveis
- Abacate: em máscara, pela sua riqueza em vitaminas D e E. Contém gorduras vegetais, ricas em ácidos gordos insaturados

- Azeite: tem ácidos gordos que reconstituem a camada lipídica da pele.

- Melão, melancia, pêssego e pêra: frutas ricas em água e também em vitaminas. Nutrem as camadas dérmicas a partir de dentro

- Cenoura: rica em betacaroteno, percursor da vitamina A

  • Excesso de gordura
Esta acumulação de sebo situa-se especialmente no queixo, nariz e testa, podendo ser responsável por problemas como o acne, irritação ou pontos negros.

Os imprescindíveis

- Pepino: em salada fornece-lhe água, que favorece a hidratação, e em máscara pode ajudá-la a limpar o rosto de impurezas. Também pode optar por uma de limão.

- Pimentos, citrinos e quivi: contêm muita vitamina C e, ainda, água.

- Frutos secos: ricos em vitamina E e fonte de ómega-3, especialmente as nozes. As amêndoas e os pistachos reduzem o envelhecimento e favorecem a elasticidade.

  • Manchas
Alterações na coloração da pele. Algumas são apenas inestéticas (sardas, alguns sinais), mas outras, podem implicar um mau funcionamento orgânico.

Os imprescindíveis

- Salsa: tem propriedades branqueadoras pelo que aclara as manchas. Ingira-a fresca ou picada, em carnes ou massas.

- Frutos secos: são excelentes antioxidantes; combatem o envelhecimento, especialmente as nozes.

- Cenouras: os seus carotenos favorecem o bronzeado saudável, apesar de não eliminarem as manchas de forma definitiva, só as atenuam. 

  • Não abdique destes nutrientes

- Vitaminas: A (papel essencial na renovação da pele), grupo B (intervém em todos os processos celulares), C (antioxidante que favorece a produção de colagénio e previne infecções), E (combate os radicais livres e estimula a formação de colagénio novo).

- Minerais: Zinco (estimula a formação de novas proteínas, renovando a camada epidérmica e conferindo-lhe tonicidade), selénio (a sua acção antioxidante está relacionada com um menor risco de formação de tumores cutâneos, como o melanoma), enxofre (indispensável na síntese de queratina e acção antiseborreica).

- Ácidos gordos: os insaturados como o oleico e os presentes nas sementes e no peixe azul fortalecem a barreira lipídica, impedindo a secura.

- Proteínas: as principais constituintes da pele.

- Fibra: favorece a digestão e, portanto, depura o organismo e a pele.

- E não se esqueça da água: a hidratação consegue-se através de uma ingestão suficiente de água e de líquidos, sendo que a quantidade recomendada é de 1,5 a 2 litros diários.

A responsabilidade editorial e científica desta informação é da revista "Prevenir"

Sabe ler um rótulo?: Aprenda a interpretar as informações dos produtos alimentares

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Sabe ler um rótulo?
Aprenda a interpretar as informações dos produtos alimentares


Informar e educar os consumidores para a escolha dos alimentos, são meios eficazes para os ajudar a comer bem e viver melhor.

A leitura do rótulo é um dos passos para atingir esse objectivo.

Regras a seguir:

- Leia com atenção a lista de ingredientes.

- Modere o consumo de alimentos que tenham níveis elevados ou cujos primeiros ingredientes sejam gorduras, óleos, sal, açúcar, sacarose, mel, melaço ou ainda outras formas de açúcar (por exemplo: maltose, lactose, glucose, frutose, dextrose, xarope de açúcar invertido, entre outros).

- Verifique o prazo de validade e o estado das embalagens. Se a embalagem estiver danificada (amolgada, inchada ou com sinais de ferrugem) não a adquira.

- Caso as embalagens de produtos congelados estejam húmidas ou apresentem cristais de gelo no interior,
rejeite-as. Esta situação indicia que os produtos sofreram descongelação e que a rede de frio não foi mantida constante.

- Respeite rigorosamente as condições de conservação e o modo de emprego ou utilização dos alimentos que dão esta indicação. Leia cuidadosamente a informação nutricional do rótulo. Tenha sempre atenção à quantidade dos lípidos (ou gorduras). Dê preferência aos produtos com baixo teor em lípidos, sobretudo os saturados e colesterol.

- Verifique a quantidade de sal (sódio). Para reduzir o seu consumo é importante não só diminuir a ingestão de produtos ricos neste elemento, mas também a quantidade de sal utilizada na preparação e confecção dos alimentos.

- Opte pelos produtos com o maior conteúdo de fibras alimentares. Privilegie os alimentos que tenham mais hidratos de carbono, mas com menos quantidade de açúcares; são, normalmente, alimentos mais ricos em amido.

Informações indispensáveis:

- A denominação de venda
Corresponde ao tipo de produto (leite, iogurte, pão, manteiga, etc). Qualquer tipo de processamento tem de ser mencionado (fumado, pasteurizado, concentrado, congelado, etc).

- A lista de ingredientes
Todos os ingredientes que fazem parte do produto têm que ser indicados por ordem decrescente, da maior para a menor quantidade (incluindo aditivos e substâncias alergénicas).

- O prazo de validade
Pode ser indicado de duas formas:
  • Consumir até (dia e mês). Para produtos de fácil deterioração, como iogurtes ou queijo fresco.
  • Consumir de preferência antes de ou do fim de (dia e mês). Para todos os alimentos. Quando a duração é superior a 18 meses, basta a indicação do ano.
Texto: Teresa Branco (coordenadora da Clínica Metabólica e investigadora no Laboratório do Exercício e Saúde da Faculdade de Motricidade Humana)

A responsabilidade editorial desta informação é da revista "Prevenir"

CK One Shock

ckone.com

Este post é sobre o novo perfume da CK para homem e mulher, o CK One Shock.
Eu já experimentei e adorei.

Estão disponíveis em 3 quantidades:
50ml
100ml
200ml

CK One Shock For Her is an opulent oriental - floral fragrance with top notes of passion flower, pink peony and poppy. Its heart is made of feminine jasmine, narcissus, blackberry and dark cocoa. The base consists of amber, vanilla, musk and patchouli.

CK One Shock For Him is built around aromatic, spicy and deep oriental nuances. It opens with citrusy clementine, fresh cucumber and energy drink accord. The heart of black pepper, black basil and cardamom is placed on the base of masculine tobacco, musk, patchouli and ambrene wood.

Vídeo da promoção do produto.

Para além dos perfumes a CK lançou da mesma gama loção corporais e gel de banho para ela e para ele lançou gel de banho e champoo, after shave, desodorizantes.

Ela

Body Lotion
Body Wash
Ele

Hair and Body Wash
After Shave Balm
Deodorant
Deodorizing Body Spray

Pernas cansadas

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Pernas cansadas
Plantas medicinais que aliviam este sintoma da doença venosa


As pernas cansadas são o sintoma mais comum de doença venosa, vulgarmente conhecida como má circulação sanguínea das pernas, um problema que afecta um terço da população portuguesa.

«Quando as pessoas se queixam da sensação de peso e cansaço nas pernas estão, frequentemente, a referir-se a alterações do retorno venoso», indica Serra Brandão, cirurgião vascular, director do Instituto de Recuperação Vascular, em Lisboa.

Segundo o especialista, esta patologia «deve-se à dificuldade de o sangue já usado, proveniente dos membros inferiores, retornar ao coração, o que origina situações de sofrimento das veias».

Factores de risco
Existem vários factores de risco para o surgimento da doença venosa. O estilo de vida, a história de doença na família e a idade avançada são os principais. Segundo Serra Brandão, o tipo de profissão pode ajudar ou prevenir a emergência da má circulação sanguínea das pernas.

Explica que «estar parado de pé e ficar muito tempo sentado ou ter as pernas cruzadas são factores de risco decisivos, por dificultarem a circulação de retorno do sangue ao coração». Importa ainda «estar atento à temperatura da água do banho e evitar a exposição ao calor, seja qual for a sua origem», acrescenta.

Depois existem outras causas, nomeadamente «a obesidade, a utilização de contraceptivos hormonais, a gravidez e a terapêutica hormonal de substituição são outros factores de risco», sublinha ainda.

Sintomas a ter em conta

A sensação de pernas cansadas e pesadas é o sintoma mais prevalente na doença venosa, mas, segundo Serra Brandão, existem outros, tais como dor, inchaço dos pés e das pernas, comichão e cãibras nocturnas. Mais tarde, surgem os sinais que são os derrames, as denominadas aranhas vasculares, ou telangiectasias.

«Se não houver qualquer tratamento, vão surgindo aquelas veias ligeiramente azuladas e a doença vai evoluindo. Desencadeia-se uma dilatação das veias que origina as varizes e, na última fase, a úlcera de perna», sublinha o especialista.

Como prevenir a evolução da doença?
Para Serra Brandão, a prevenção é a palavra de ordem para que o sangue retorne de uma forma saudável ao coração.

«Deve seguir-se uma alimentação saudável, evitar fumar e beber bebidas alcoólicas em excesso, não ingerir alimentos que causem obstipação (prisão de ventre), fazer um programa de exercício físico adequado (marcha, ciclismo, natação, etc.) e usar meias ou collants elásticos eficazes e adequados a cada situação», aconselha.

«O seguimento de uma terapêutica medicamentosa, a secagem das varizes e a cirurgia são outras formas de travar a progressão da doença venosa», acrescenta. Por outro lado, «o uso de roupa apertada está contra-indicado, por prejudicar a circulação sanguínea de retorno», adverte o especialista.

Podemos confiar nas plantas medicinais?

Será que a ingestão de plantas medicinais pode travar o processo de envelhecimento e retardar a emergência de doença venosa quando existem casos na família? A resposta é afirmativa.

Segundo João Beles, «as plantas medicinais são o tratamento anti-aging mais usado em todo o mundo. Isto porque os vários estudos clínicos e epidemiológicos realizados nos últimos anos têm provado que o seu uso pode retardar em cerca de 10 a 20 anos o aparecimento de uma doença que a nível familiar costuma aparecer mais cedo».

O especialista afirma ainda que muitas pessoas com tendência genética para terem uma certa doença, ingerindo plantas medicinais, não chegam a desenvolver o problema.


Plantas aliadas da circulação venosa
Há vários tipos de plantas com propriedades benéficas para a circulação sanguínea das pernas que podem prevenir e tratar a doença venosa, explica João Beles, professor de Naturopatia no Instituto de Medicina Tradicional. O especialista enumera as principais:

Castanheiro da Índia
Tonifica os vasos sanguíneos contribuindo para uma melhoria da circulação sanguínea arterial e venosa.

A sua ingestão poderá sempre ser complementada com a toma de graínhas da uva, combinação que reduz o colesterol nas artérias e a tensão arterial. Encontra-se disponível em comprimidos ou em extracto líquido e devem ser tomados diariamente 200 miligramas de manhã e a mesma dose à noite.

Graínhas da uva
Fortalecem as paredes das veias, dificultando a sua dilatação e o extravasamento do plasma sanguíneo para fora delas, que pode provocar o edema das pernas.

As graínhas têm, igualmente, um efeito antioxidante, ao retardar o envelhecimento das veias. Podem ser comidas ou tomadas em comprimidos sempre que a doença já apresenta sintomas (200 mg/dia). As graínhas da uva devem ser mastigadas, para assimilar os seus princípios activos, sendo a sua ingestão uma forma de prevenção da doença venosa.

Gingko biloba
A sua acção é benéfica em termos circulatórios e a nível cerebral, estimulando a microcirculação cerebral. Podem ser tomadas ampolas (1.500 mg diários) ou comprimidos (extracto seco, entre 120 e 240 mg).

Alecrim
Conjuga os efeitos do gingko biloba e do castanheiro da Índia e tem benefícios a nível da circulação cerebral e venosa (pernas). Pode ser ingerido em ampolas, como as outras plantas ou em chá (15 folhas duas vezes/dia). O alecrim é, também, um bom ingrediente para saladas e sopas.

Outras plantas
Existem ainda outras plantas com acção benéfica na doença venosa. São elas a folha da videira, a hamamélis e a gilbardeira. João Beles reforça que a ingestão de plantas medicinais deve ser complementada com o uso de um creme à base de castanha da Índia, hamamélis, videira e gilbardeira.

Texto: Daniela Gonçalves
Revisão científica: João Beles (professor de Naturopatia do Instituto de Medicina Tradicional) e Dr. Serra Brandão (cirurgião vascular, director do Instituto de Recuperação Vascular, em Lisboa)

A responsabilidade editorial e científica desta informação é da revista "Prevenir"

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Detecção do cancro da mama


Detecção do cancro da mama

Deve falar com o médico acerca do seu risco pessoal para ter cancro de mama; deve colocar questões acerca de quando começar e com que frequência deve fazer exames para despiste da doença. Estas decisões, tal como muitas outras, devem ser estabelecidas individualmente para cada pessoa.

É muito importante fazer exames de rastreio, antes de surgirem quaisquer sinais ou sintomas; só assim poderá ajudar os médicos a detectar e tratar precocemente o cancro. Se o cancro for detectado precocemente, a probabilidade do tratamento ser eficaz e bem sucedido é muito mais elevada.

O médico pode sugerir a realização de exames de rastreio do cancro da mama, antes de se desenvolverem quaisquer sintomas:

  • Mamografia de rastreio
  • Exame clínico da mama
  • Mamografia de Diagnóstico

Para a detecção precoce do cancro da mama, é recomendado que:
  • Mulheres com 40 anos ou mais, devem fazer uma mamografia (raio-X da mama) anualmente ou em cada dois anos.
  • Mulheres que apresentem um risco aumentado (relativamente à média) de ter cancro da mama, devem falar com o seu médico acerca de fazer uma mamografia antes dos 40 anos, e saber qual a frequência para as próximas.
A mamografia mostra, muitas vezes, um nódulo (ou caroço) na mama, antes que este possa ser sentido ou palpado. Pode, também, mostrar uma agregação de pequenas partículas de cálcio. As partículas chamam-se microcalcificações. Tanto os caroços como estas agregações podem ser sinais de cancro.

Na mamografia, se o médico identificar uma área anormal, pode pedir que seja repetida a mamografia. Pode, ainda, ser necessário fazer uma biópsia. A biópsia é o único processo através do qual se podem ter certezas quanto à existência de cancro. Para mais informações sobre a biópsia, pode consultar a área Diagnóstico.

A mamografia é a melhor "ferramenta" de que os médicos dispõem para descobrir o cancro em fase precoce.

No entanto, saiba que:
  • A mamografia pode não detectar alguns cancros que estejam já presentes; são os chamados "falsos negativos".
  • A mamografia pode detectar alguma coisa que, mais tarde, se verifique não ser um cancro: são os chamados "falsos positivos".
  • Alguns tumores, de crescimento rápido, podem já se ter metastizado para outras partes do corpo, antes que a mamografia os tenha detectado.
  • A mamografia (bem como os raios-X aos dentes, e outros raios-X de rotina) usa doses muito pequenas de radiação. Regra geral, os benefícios superam os riscos, a exposição repetida aos raios-X pode ser nociva. É boa ideia a mulher falar com o seu médico sobre a necessidade de realizar cada raio-X, e perguntar sobre a utilização de protecção noutras partes do corpo, durante a realização da mamografia.
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Tendência Outono/Inverno: Os must have de outono/inverno

http://mulher.sapo.pt/moda-beleza/tendencias-novidades/os-must-have-de-outono-inverno-1190888.html

Os must have de outono/inverno
O que não pode faltar no seu guarda roupa


Há peças chave para a nova temporada, confira a informação e não perca o que estará “in” para o frio!

As malhas e lãs tricotadas são os grandes “must have” de outono e inverno. Ideais para agasalhar nos dias mais frios, conferem um look atual, bem trendy e versátil, pois permitem várias conjugações, desde o casual ao hippy chic.

Elementos decorativos como couro, alamares entrançados, botões de madeira, osso ou madrepérola, bordados e aplicações diversas, são os items de eleição para dar um efeito personalizado e distinto.


O visual pretendido é um mix de estilos, efeito cocoon, de aspeto fofo e confortável, uma conjugação new age ou ao jeito campestre.

As cores podem ser suaves, onde predomina o branco, mas também há a variedade dos tons outonais – castanhos, ocres, laranjas escuros, verdes secos, etc. Os fios mesclados, com borbotos, variação de pontos – em espinha, efeitos provençais e high school English, tranças e estrelados.


As malhas abundam em diferentes peças – vestidos, coletes, ponchos, casacos compridos e curtos, caneleiras e manguitos, golas falsas e reforço de botas e botins.

Estas peças são fáceis de combinar, experimente com jeans, calças e saias em veludo, casacos de couro, calças de montar, vestidos e muitos mais...

Fiz esta seleção da marca Rulys, que achei bastante interessante e com imensa criatividade de linhas, materiais e cores.


Consultório de Moda
Av. Padre Manuel Alves Rego, 648
4470-330 Maia
351 220 500 680
351 936 903 730
http://consultoriodemoda.blogs.sapo.pt

Tendência Outono/Inverno: Sapatos

Pés na moda
Padrões, cor, pelos, masculinos, cunhas e muitos atacadores


Galeria: http://mulher.sapo.pt/fotos-videos/galerias-de-fotos-2/?tema=moda&id=1188025

Algumas propostas presentes na galeria:
O pelo está em voga e dá um toque especial a este modelo (Aldo)
Complete um look elegante e formal com uns sapatos altos e sensuais (Parodis Passion)
Botins em camel. Esta volta a ser uma das cores em voga este outono/inverno (Parodis Passion)

Conserve a sua visão: Como proteger a saúde dos seus olhos

http://mulher.sapo.pt/bem-estar/saude/conserve-a-sua-visao-1183270.html

Conserve a sua visão
Como proteger a saúde dos seus olhos a cada instante. Todos os dias!


A saúde visual herda-se. Legitimada pela ciência, esta ideia é fundamentada por problemas como a miopia, o astigmatismo e a hipermetropia.
Nesses problemas, a componente hereditária é determinante, mas deixa de fora o papel do meio ambiente e do estilo de vida para potenciar ou atenuar a expressão genética das doenças oculares.

Neste texto, centramo-nos naquilo que cada um pode fazer para preservar a qualidade da sua visão já que, como afirma o médico oftalmologista Luís Gouveia Andrade, «vale a pena tudo fazer para poupar os nossos olhos, estimá-los e utilizá-los nas melhores condições possíveis». Sem eles, não veria o mundo da mesma forma!

No trabalho
Computador, televisão, telemóveis e outros aparelhos têm fama de serem inimigos dos olhos, mas «não está demonstrada uma relação directa entre esse uso e algum tipo de doença ocular», afirma Luís Gouveia Andrade, médico do Hospital CUF Infante Santo, em Lisboa. Segundo a American Academy of Ophtalmology (AAO), o uso prolongado destes equipamentos «não causa danos permanentes nos olhos, mas pode secá-los e cansá-los».

O descanso é, por isso, uma das chaves para a saúde visual. «É útil não manter os olhos muito tempo focados à mesma distância, sobretudo para o perto, de modo a não sobrecarregar os músculos que executam a focagem. Focar ao perto e ao longe ao longo do dia minimiza o cansaço visual e garante um melhor funcionamento desses músculos», justifica o especialista.

Em casa
Para além de fazer pausas regulares quando lê, escreve ou trabalha «ao perto», dormir o suficiente é essencial. «Quando se dorme menos do que o necessário os olhos podem ficar irritados. A irritação continuada pode causar o inchaço e infecção dos olhos, sobretudo se usa lentes de contacto», lê-se no site oficial da AAO.
Os cuidados cosméticos dos olhos são também determinantes. As glândulas sebáceas das pálpebras segregam gordura que protege o olho, pelo que, para evitar que bloqueiem, não deve aplicar maquilhagem abaixo da linha das pestanas. As recomendações da AAO aconselham ainda a não partilhar produtos de maquilhagem, a remover a pintura (sobretudo a máscara) antes de dormir, a evitar o contacto do desmaquilhante com o interior dos olhos e a introduzir apenas um novo produto de cada vez para que, em caso de reacção alérgica, a razão seja mais fácil de identificar.

À mesa
Uma alimentação variada não devolve capacidade de visão a quem a perdeu nem cura problemas oculares, mas a ciência sugere que reduz o risco de problemas associados à idade, como a degenerescência macular, cataratas e a secura ocular. Pode ser também decisiva para afastar a diabetes, a hipertensão arterial e problemas cardiovasculares, três dos factores de risco mais importantes para problemas visuais.

Segundo Luís Gouveia Andrade, «as vitaminas A, C e E, a fruta e os vegetais são os componentes-chave para uma boa função visual». Citrinos, óleos vegetais, nozes, grãos integrais, vegetais de folha verde e peixes de água fria são algumas das opções mais benéficas, indicam as recomendações da AAO, que destaca o papel de nutrientes como o zinco, a luteína, a zeaxantina e o ómega-3. A saúde visual feminina pode ainda ser protegida com a ajuda de suplementos de ácido fólico e vitaminas B6 e B12, mas previamente deve pedir conselho ao oftalmologista sobre os riscos e contra-indicações.

Ao ar livre
O sol «pode causar lesões quer superficiais, como conjuntivite, queratite e alergia, quer profundas, como catarata e degenerescência da mácula, pelo que é importante utilizar óculos de sol com a protecção adequada para que a radiação ultravioleta não possa lesar as células dos olhos», refere Luís Gouveia Andrade. Uma vez que «o impacto será tanto maior quanto mais prolongada e intensa for a exposição», não esqueça os óculos polarizados para desportos náuticos.

A ameaça do sal e do cloro
Nas aventuras aquáticas é útil recorrer a óculos de natação, pois o sal e o cloro «podem causar irritações ou fenómenos alérgicos e o cloro pode secar os olhos», alerta o especialista.

O médico oftalmologista desaconselha o uso de lentes de contacto na praia, «já que a sua superfície porosa facilita a aderência de impurezas e microrganismos presentes na água e capazes de provocar infecção grave».

No oculista
Os óculos ideais têm armações leves e lentes orgânicas, já que «o vidro é mais pesado e pode partir-se, danificando os olhos».

Em óculos de sol, «a cor castanha é a mais confortável e a protecção anti-UV deve ser próxima de 100 por cento. Uma armação generosa permite uma protecção melhor», explica Luís Gouveia Andrade. O tratamento
anti-reflexo «é útil para quem trabalha em espaços fechados com luz artificial, enquanto o anti-risco é pouco importante e não substitui a utilização cuidadosa dos óculos», sublinha.

O material de que são feitas as lentes de contacto «é muito frágil e permite facilmente a implantação de bactérias e outros microrganismos que podem causar infecções, sendo esse risco tanto maior quanto menos cuidado se tiver na utilização». Por minimizarem estes factores, «as diárias são a opção ideal, desde que usadas no máximo oito a dez horas por dia e respeitando o prazo de validade», aconselha. Se tem antecedentes de alergias ou pouca lágrima, não use lentes de contacto.

Texto: Rita Miguel com Luís Gouveia Andrade (médico oftalmologista)