Alimentação biológica
A alimentação biológica é uma filosofia que acredita que o ato de ingerir alimentos de cultura biológica deve ter como finalidade deixar o seu corpo saudável mas também agradar ao paladar.
http://videos.sapo.pt/p66ayurYf2kYzQBV54wB
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Limpeza profunda das unhas
http://mulher.sapo.pt/moda-beleza/corpo-estetica/limpeza-profunda-das-unhas-1142722.html
Limpeza profunda das unhas
Veja como a fazer corretamente em casa
Preocupa-se com a saúde e com a aparência das suas unhas? Então descubra a nossa sugestão para as limpar profundamente em casa.
Para proceder a esta limpeza, vai precisar de apenas duas coisas, uma taça com água e sumo de um limão.
Fácil e prático e muito económico, este método garantir-lhe-à umas mãos (ainda) mais bonitas.
Veja os passos a seguir para exibir umas unhas completamente limpas, sem manchas e mais brancas:
- Esprema o sumo de um limão e deite numa taça.
- Depois junte um pouco de água tépida.
- Mergulhe nessa água as unhas de uma mão e deixe-as estar durante 10 minutos
- Repita a operação com a outra mão.
Limpeza profunda das unhas
Veja como a fazer corretamente em casa
Preocupa-se com a saúde e com a aparência das suas unhas? Então descubra a nossa sugestão para as limpar profundamente em casa.
Para proceder a esta limpeza, vai precisar de apenas duas coisas, uma taça com água e sumo de um limão.
Fácil e prático e muito económico, este método garantir-lhe-à umas mãos (ainda) mais bonitas.
Veja os passos a seguir para exibir umas unhas completamente limpas, sem manchas e mais brancas:
- Esprema o sumo de um limão e deite numa taça.
- Depois junte um pouco de água tépida.
- Mergulhe nessa água as unhas de uma mão e deixe-as estar durante 10 minutos
- Repita a operação com a outra mão.
Cuidados localizados
http://mulher.sapo.pt/moda-beleza/corpo-estetica/cuidados-localizados-1182221.html
Cuidados localizados
Gestos que asseguram a saúde e beleza de cada centímetro do seu corpo
Há alturas do ano em que o corpo está mais exposto a fatores ambientais que podem ser prejudiciais, como o sol, o vento e a poluição atmosférica e/ou o sal da água do mar no verão e o cloro das piscinas.
A face, as mãos e o decote exigem cuidados especiais mas os pés, a barriga, as coxas e as nádegas também não podem ser descurados.
Faça uma pausa para cuidar de si. Estes são os gestos essenciais para cada uma das diferentes partes do corpo:
Peito
Quando o assunto é o peito, perda de firmeza e estrias são palavras tabu. Embora a flacidez só surja com maior intensidade após a menopausa, pode ser prevenida pela prática regular de exercício com o soutien adequado, já que «em particular na corrida e outras atividades de grande impacto, há risco de distensão do tecido mamário».
As estrias podem dever-se a alterações hormonais, metabólicas e/ ou mudanças bruscas de peso, sendo frequentes na gravidez. Para as evitar, deve, segundo Jorge Rozeira, «não engordar, massajar e hidratar». A massagem deve ser realizada em sentido ascendente, contrariando a gravidade.
Mãos
«Para saber a idade de uma mulher, repare nas suas mãos». Se quer contrariar esta máxima, use várias vezes ao dia um hidratante para mãos, de preferência com filtro solar. A proteção solar do dorso das mãos é essencial no verão, já que esta é «uma área muito suscetível de sofrer fotoenvelhecimento», diz Jorge Rozeira.
Aplicar creme é igualmente importante para as unhas. Se é uma adepta de verniz, pode usá-lo na praia, mas reforce a hidratação. Lembre-se, ainda, que «deve evitar retirar as cutículas ou afastá-las, já que expõe as mãos a micro-organismos prejudiciais», sublinha ainda o especialista.
Barriga
Se tem uma barriguinha proeminente, provavelmente significa que tem tido «uma alimentação inadequada e hábitos sedentários», aponta Jorge Rozeira. Caminhar diariamente, com a postura correta, ajuda a eliminar calorias e fortalecer a região abdominal. Para um esforço localizado, faça abdominais em casa. À mesa, coma menos de cada vez e evite líquidos.
Durante e após o duche, massaje o ventre com movimentos circulares ascendentes para promover a drenagem. Para evitar as estrias, aposte na hidratação diária com produtos ricos em ácidos gordos essenciais, vitamina E ou retinol. Como é uma zona pouco exposta ao sol, reforce a proteção nas idas à praia.
Coxas e nádegas
Gordura e celulite são problemas típicos desta zona. Na opinião do dermatologista, o desporto ajuda a «estimular a massa muscular e consumir gordura», sendo que a celulite está associada à massa gorda. Em complemento, Jorge Rozeira sugere a massagem, já que «mobiliza gordura e, sobretudo, líquidos».
Para promover a drenagem dos tecidos, faça movimentos ascendentes nas pernas e circulares na zona das nádegas com um anticelulítico. A cafeína e a L-carnitina são alguns ingredientes-chave deste tipo de creme que deve usar duas vezes por dia.
Pernas
«Hidratar e fotoproteger» são, para o dermatologista Jorge Rozeira, hábitos essenciais durante o ano e obrigatórios no verão para preservar a saúde e beleza das pernas. A hidratação com «emolientes simples» é importante após o uso de esfoliantes corporais e da depilação, que «conduz inevitavelmente a foliculites».
Estas inflamações dos folículos pilosos são tanto mais prováveis «quanto mais profundo é o arrancamento do pelo», por isso, «deve utilizar o método de depilação menos agressivo possível», privilegiando cremes depilatórios, lâmina ou laser, em vez de cera.
Para aliviar a sensação de pernas cansadas aplique cremes refrescantes com menta ou cânfora, fazendo uma massagem.
Pés
O uso de calçado aberto nos meses de maior calor deixa o pé mais exposto a traumatismos e à desidratação da pele.
Por outro lado, «a exposição solar e o aumento da temperatura deixam a pele seca e desidratada, tornando-a mais vulnerável à formação de fissuras plantares e no calcanhar e, consequentemente, ao aparecimento de dematomicoses, verrugas plantares ou outras infeções», alerta o podologista Manuel Portela.
Para evitar estes e outros problemas, hidrate diariamente a planta e a zona dorsal do pé, evitando a zona entre os dedos. Use um creme específico já que um «um creme normal não tem capacidade de proteção, fica à superfície e não é absorvido». Se não é diabética, pode fazer uma esfoliação uma vez por mês com um creme ou gel com ácido salicílico. Se sofre de calos ou calosidades, consulte um especialista.
Texto: Rita Miguel com José Rozeira (dermatologista) e Manuel Portela (presidente da Associação Portuguesa Podologia)
Cuidados localizados
Gestos que asseguram a saúde e beleza de cada centímetro do seu corpo
Há alturas do ano em que o corpo está mais exposto a fatores ambientais que podem ser prejudiciais, como o sol, o vento e a poluição atmosférica e/ou o sal da água do mar no verão e o cloro das piscinas.
A face, as mãos e o decote exigem cuidados especiais mas os pés, a barriga, as coxas e as nádegas também não podem ser descurados.
Faça uma pausa para cuidar de si. Estes são os gestos essenciais para cada uma das diferentes partes do corpo:
Peito
Quando o assunto é o peito, perda de firmeza e estrias são palavras tabu. Embora a flacidez só surja com maior intensidade após a menopausa, pode ser prevenida pela prática regular de exercício com o soutien adequado, já que «em particular na corrida e outras atividades de grande impacto, há risco de distensão do tecido mamário».
As estrias podem dever-se a alterações hormonais, metabólicas e/ ou mudanças bruscas de peso, sendo frequentes na gravidez. Para as evitar, deve, segundo Jorge Rozeira, «não engordar, massajar e hidratar». A massagem deve ser realizada em sentido ascendente, contrariando a gravidade.
Mãos
«Para saber a idade de uma mulher, repare nas suas mãos». Se quer contrariar esta máxima, use várias vezes ao dia um hidratante para mãos, de preferência com filtro solar. A proteção solar do dorso das mãos é essencial no verão, já que esta é «uma área muito suscetível de sofrer fotoenvelhecimento», diz Jorge Rozeira.
Aplicar creme é igualmente importante para as unhas. Se é uma adepta de verniz, pode usá-lo na praia, mas reforce a hidratação. Lembre-se, ainda, que «deve evitar retirar as cutículas ou afastá-las, já que expõe as mãos a micro-organismos prejudiciais», sublinha ainda o especialista.
Barriga
Se tem uma barriguinha proeminente, provavelmente significa que tem tido «uma alimentação inadequada e hábitos sedentários», aponta Jorge Rozeira. Caminhar diariamente, com a postura correta, ajuda a eliminar calorias e fortalecer a região abdominal. Para um esforço localizado, faça abdominais em casa. À mesa, coma menos de cada vez e evite líquidos.
Durante e após o duche, massaje o ventre com movimentos circulares ascendentes para promover a drenagem. Para evitar as estrias, aposte na hidratação diária com produtos ricos em ácidos gordos essenciais, vitamina E ou retinol. Como é uma zona pouco exposta ao sol, reforce a proteção nas idas à praia.
Coxas e nádegas
Gordura e celulite são problemas típicos desta zona. Na opinião do dermatologista, o desporto ajuda a «estimular a massa muscular e consumir gordura», sendo que a celulite está associada à massa gorda. Em complemento, Jorge Rozeira sugere a massagem, já que «mobiliza gordura e, sobretudo, líquidos».
Para promover a drenagem dos tecidos, faça movimentos ascendentes nas pernas e circulares na zona das nádegas com um anticelulítico. A cafeína e a L-carnitina são alguns ingredientes-chave deste tipo de creme que deve usar duas vezes por dia.
Pernas
«Hidratar e fotoproteger» são, para o dermatologista Jorge Rozeira, hábitos essenciais durante o ano e obrigatórios no verão para preservar a saúde e beleza das pernas. A hidratação com «emolientes simples» é importante após o uso de esfoliantes corporais e da depilação, que «conduz inevitavelmente a foliculites».
Estas inflamações dos folículos pilosos são tanto mais prováveis «quanto mais profundo é o arrancamento do pelo», por isso, «deve utilizar o método de depilação menos agressivo possível», privilegiando cremes depilatórios, lâmina ou laser, em vez de cera.
Para aliviar a sensação de pernas cansadas aplique cremes refrescantes com menta ou cânfora, fazendo uma massagem.
Pés
O uso de calçado aberto nos meses de maior calor deixa o pé mais exposto a traumatismos e à desidratação da pele.
Por outro lado, «a exposição solar e o aumento da temperatura deixam a pele seca e desidratada, tornando-a mais vulnerável à formação de fissuras plantares e no calcanhar e, consequentemente, ao aparecimento de dematomicoses, verrugas plantares ou outras infeções», alerta o podologista Manuel Portela.
Para evitar estes e outros problemas, hidrate diariamente a planta e a zona dorsal do pé, evitando a zona entre os dedos. Use um creme específico já que um «um creme normal não tem capacidade de proteção, fica à superfície e não é absorvido». Se não é diabética, pode fazer uma esfoliação uma vez por mês com um creme ou gel com ácido salicílico. Se sofre de calos ou calosidades, consulte um especialista.
Texto: Rita Miguel com José Rozeira (dermatologista) e Manuel Portela (presidente da Associação Portuguesa Podologia)
O que sabe sobre as suas veias?
http://mulher.sapo.pt/bem-estar/saude/o-que-sabe-sobre-as-suas-veias-1184240.html
O que sabe sobre as suas veias?
Pernas pesadas e dores são sinais de alerta.
As conhecidas varizes e os derrames são a consequência mais evidente da existência de doença venosa crónica. Os “sinais de alerta” precoces são a sensação de pernas pesadas, o inchaço, a dor e, muitas vezes, as cãibras noturnas.
Estes sintomas podem ser agravados pelos fatores: idade (a partir dos 40), gravidez, uso da pílula, obesidade, tabagismo, estar de pé ou sentada demasiado tempo. Esta doença pode ser de origem hereditária, e deve ser tido em conta um diagnóstico dos antecedentes pessoais e familiares.
A Doença Venosa é crónica, defindo-se como a dilatação das veias e consequente deformação, devido à estagnação do sangue, e traduz-se na má circulação dos vasos sanguíneos no percurso entre os membros inferiores e o coração. O sangue fica estagnado nas veias, sendo que a má circulação afeta a zona capilar da pele, promovendo o aparecimento de derrames.
Esta acarreta desconfortos a nível das pernas, designadamente dores nos tornozelos e pernas, que se traduzem em dificuldade em dormir e dificuldade em efetuar as tarefas/atividades quotidianas, tais como subir escadas, ajoelhar-se, caminhar depressa, entre outras.
Com a contínua dilatação das veias, surgem as varizes. As conhecidas varizes e os derrames são a consequência mais evidente da existência de doença venosa crónica. Os “sinais de alerta” precoces são a sensação de pernas pesadas, o inchaço, a dor e, muitas vezes, as cãibras noturnas.
Com a evolução da doença aparecem complicações graves como alterações cutâneas e a úlcera de perna. O excesso de peso (muitas vezes provocado pelo sedentarismo), o tabaco, o álcool, a idade, o stress físico e psíquico, a hipertensão arterial, a gravidez, os contracetivos orais, entre outros, são os principais fatores de risco para o agravamento da doença venosa.
Rastrear para diagnosticar precocemente
Um terço da população portuguesa sofre de doença venosa. Segundo o inquérito Euroteste 2001, as mulheres são as mais afetadas: 2 milhões em idade adulta são portadoras da doença. Em 1,5% da população chega mesmo a ser diagnosticada úlcera de perna venosa, que corresponde à fase final na evolução da doença.
Nesta patologia o rastreio é o primeiro passo para prevenir o agravamento da doença. Eduardo Serra Brandão, Cirurgião Vascular e Diretor do Instituto de Recuperação Vascular (IRV), defende que “o rastreio da Doença Venosa tem como objetivo detetar a doença nas fases iniciais, nas pessoas que ainda não têm sintomas ou que os têm mas ainda não estão a ser tratadas.
Pretende-se também alertar a população em geral para um problema que afeta um grande número de pessoas no dia a dia, seja em família ou no trabalho, provocando mesmo faltas recorrentes e eventuais reformas antecipadas”.
A Sociedade Portuguesa de Angiologia e Cirurgia Vascular consciencializa a população portuguesa desde Abril sobre a Doença Venosa Crónica (DVC), vulgarmente conhecida como varizes e derrames.
Através da implementação de um questionário de autoavaliação (CIVIQ – Chronic Insufficiency Questionnaire) em Centros de Saúde de todo o país.Este questionário avalia o impacto da doença na população portuguesa, uma iniciativa pioneira na área venosa que vai auxiliar o médico no diagnóstico dos doentes.
Segundo o Professor Armando Mansilha, secretário-geral da SPACV, “esta ação inédita torna-se indispensável num país onde a DVC afeta muitos homens e mulheres.
O objetivo primordial é fazer um diagnóstico da situação e despertar a consciência da população para a necessidade de tratamento da DVC.” Em Portugal, à semelhança do que acontece em outros países, a DVC está sub-diagnosticada e subestimada, o que se traduz em graves repercussões sociais e económicas.
O facto da maior parte da população portuguesa desconhecer os sintomas e sinais subjacentes à doença e desvalorizar as consequências da mesma, encarando-a unicamente do ponto de vista estético e ignorando as complicações, tornam a implementação do questionário efetivamente importante.
Fatores de Risco
• Idade
• Obesidade
• Gravidez
• Muito tempo em pé e/ou sentada
• Contracetivos orais
• Tabaco
• Falta de exercício físico
• Predisposição genética
• Dieta pobre em fibras
• Uso de roupas apertadas
• Ambientes quentes
Recomendações
• Faça exercício regularmente (caminhada, ciclismo, natação)
• Use sapatos apropriados (salto de 3 a 4 cm de altura)
• Evite roupas apertadas que podem interferir com a circulação venosa normal
• Consulte o seu médico regularmente e siga as suas indicações.
Agradecimentos: Sociedade Portuguesa de Angiologia e Cirurgia Vascular
*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico.*
O que sabe sobre as suas veias?
Pernas pesadas e dores são sinais de alerta.
As conhecidas varizes e os derrames são a consequência mais evidente da existência de doença venosa crónica. Os “sinais de alerta” precoces são a sensação de pernas pesadas, o inchaço, a dor e, muitas vezes, as cãibras noturnas.
Estes sintomas podem ser agravados pelos fatores: idade (a partir dos 40), gravidez, uso da pílula, obesidade, tabagismo, estar de pé ou sentada demasiado tempo. Esta doença pode ser de origem hereditária, e deve ser tido em conta um diagnóstico dos antecedentes pessoais e familiares.
A Doença Venosa é crónica, defindo-se como a dilatação das veias e consequente deformação, devido à estagnação do sangue, e traduz-se na má circulação dos vasos sanguíneos no percurso entre os membros inferiores e o coração. O sangue fica estagnado nas veias, sendo que a má circulação afeta a zona capilar da pele, promovendo o aparecimento de derrames.
Esta acarreta desconfortos a nível das pernas, designadamente dores nos tornozelos e pernas, que se traduzem em dificuldade em dormir e dificuldade em efetuar as tarefas/atividades quotidianas, tais como subir escadas, ajoelhar-se, caminhar depressa, entre outras.
Com a contínua dilatação das veias, surgem as varizes. As conhecidas varizes e os derrames são a consequência mais evidente da existência de doença venosa crónica. Os “sinais de alerta” precoces são a sensação de pernas pesadas, o inchaço, a dor e, muitas vezes, as cãibras noturnas.
Com a evolução da doença aparecem complicações graves como alterações cutâneas e a úlcera de perna. O excesso de peso (muitas vezes provocado pelo sedentarismo), o tabaco, o álcool, a idade, o stress físico e psíquico, a hipertensão arterial, a gravidez, os contracetivos orais, entre outros, são os principais fatores de risco para o agravamento da doença venosa.
Rastrear para diagnosticar precocemente
Um terço da população portuguesa sofre de doença venosa. Segundo o inquérito Euroteste 2001, as mulheres são as mais afetadas: 2 milhões em idade adulta são portadoras da doença. Em 1,5% da população chega mesmo a ser diagnosticada úlcera de perna venosa, que corresponde à fase final na evolução da doença.
Nesta patologia o rastreio é o primeiro passo para prevenir o agravamento da doença. Eduardo Serra Brandão, Cirurgião Vascular e Diretor do Instituto de Recuperação Vascular (IRV), defende que “o rastreio da Doença Venosa tem como objetivo detetar a doença nas fases iniciais, nas pessoas que ainda não têm sintomas ou que os têm mas ainda não estão a ser tratadas.
Pretende-se também alertar a população em geral para um problema que afeta um grande número de pessoas no dia a dia, seja em família ou no trabalho, provocando mesmo faltas recorrentes e eventuais reformas antecipadas”.
A Sociedade Portuguesa de Angiologia e Cirurgia Vascular consciencializa a população portuguesa desde Abril sobre a Doença Venosa Crónica (DVC), vulgarmente conhecida como varizes e derrames.
Através da implementação de um questionário de autoavaliação (CIVIQ – Chronic Insufficiency Questionnaire) em Centros de Saúde de todo o país.Este questionário avalia o impacto da doença na população portuguesa, uma iniciativa pioneira na área venosa que vai auxiliar o médico no diagnóstico dos doentes.
Segundo o Professor Armando Mansilha, secretário-geral da SPACV, “esta ação inédita torna-se indispensável num país onde a DVC afeta muitos homens e mulheres.
O objetivo primordial é fazer um diagnóstico da situação e despertar a consciência da população para a necessidade de tratamento da DVC.” Em Portugal, à semelhança do que acontece em outros países, a DVC está sub-diagnosticada e subestimada, o que se traduz em graves repercussões sociais e económicas.
O facto da maior parte da população portuguesa desconhecer os sintomas e sinais subjacentes à doença e desvalorizar as consequências da mesma, encarando-a unicamente do ponto de vista estético e ignorando as complicações, tornam a implementação do questionário efetivamente importante.
Fatores de Risco
• Idade
• Obesidade
• Gravidez
• Muito tempo em pé e/ou sentada
• Contracetivos orais
• Tabaco
• Falta de exercício físico
• Predisposição genética
• Dieta pobre em fibras
• Uso de roupas apertadas
• Ambientes quentes
Recomendações
• Faça exercício regularmente (caminhada, ciclismo, natação)
• Use sapatos apropriados (salto de 3 a 4 cm de altura)
• Evite roupas apertadas que podem interferir com a circulação venosa normal
• Consulte o seu médico regularmente e siga as suas indicações.
Agradecimentos: Sociedade Portuguesa de Angiologia e Cirurgia Vascular
*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico.*
Truques para desintoxicar
Truques para desintoxicar
Aprendam os truques com a nutricionista Maria Vasconcelos e com a esteticista Manuela Nunes.
http://sic.sapo.pt/proj_queridajulia/Scripts/videoPlayer.aspx?videoId={61A6550A-78E1-4663-90D6-A352311FEFEC}
Aprendam os truques com a nutricionista Maria Vasconcelos e com a esteticista Manuela Nunes.
http://sic.sapo.pt/proj_queridajulia/Scripts/videoPlayer.aspx?videoId={61A6550A-78E1-4663-90D6-A352311FEFEC}
Alimentação na menopausa
Alimentação na menopausa
Falámos do que faz bem às senhoras que estão nesta fase da vida
http://sic.sapo.pt/proj_queridajulia/Scripts/videoPlayer.aspx?videoId={7B5B4EEA-5C5E-4696-9499-1AB542319B70}
Falámos do que faz bem às senhoras que estão nesta fase da vida
http://sic.sapo.pt/proj_queridajulia/Scripts/videoPlayer.aspx?videoId={7B5B4EEA-5C5E-4696-9499-1AB542319B70}
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Protega-se do pé-de-atleta
Artigo da revista "Notícias Magazine" N.º 1007 (11 de Setembro de 2011) que é parte integrante dos jornais "Jornal de Notícias" e "Diário de Notícias".
Tendências Outono/Inverno
Artigo que saiu na Revista "Pública" do dia 11 de Setembro de 2011 (revista integrante do jornal "Público")
Os inimigos escondidos
Artigo da revista "Notícias Magazine" N.º 1007 (11 de Setembro de 2011) que é parte integrante dos jornais "Jornal de Notícias" e "Diário de Notícias".
O regresso à alça de mão
Artigo da revista "Notícias Magazine" N.º 1007 (11 de Setembro de 2011) que é parte integrante dos jornais "Jornal de Notícias" e "Diário de Notícias".
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